Conversa
de Sábado à Noite (Alagoas, 1º andar) –
19/8/95 – Sábado – p.
Conversa de Sábado à Noite (Alagoas, 1º andar) — 19/8/95 — Sábado
Em qualquer das fotografias de menino do Fundador vê-se uma visão que o levava a conhecer, nas coisas com as quais ele tratava, uma conaturalidade, uma principalidade do dourado * À medida que a pessoa vai crescendo, não só ela se mantém na confirmação do dourado que ela viu, mas ela vai dourando o dourado * A procura da beleza ideal é propriamente a procura dos verdadeiros aspectos da vida, exemplo: o encanto do Fundador quando menino pelo desfile de couraceiros em Paris * Há um ver Chambord que é ver douradamente tudo o que em Chambord há potencialmente de dourado * Nosso Senhor quis que na sua vida terrena Ele fosso visto taborizadamente * Toda a alma que foi batizada pelo fato do Batismo tem a tendência a taborizar * Uma visão da divindade de Nosso Senhor continua e participativamente * ilustração desta afirmação “continuamente e participativamente” * O dinamismo desta participação
O que é que me contam de novo? O que é que há? O que perguntam?
(Sr. G. Larraín: O Sr. Nelson tem uma pergunta para o senhor.)
Diga, meu Nelson.
(Sr. N. Fragelli: Vamos fazer em conjunto, o Sr. Gonzalo vai ajudar.[…])
Exatamente a questão é a seguinte: é que tomando em linha de conta o que se conversou sobre o dourado… não sei, meu filho, se você ouviu aquela reunião.
(Sr. G. Larraín: Ele estava aqui.)
(Sr. N. Fragelli: Sim, senhor.)
Bem, tomando em linha de conta aquilo, a gente vê que há uma diferença fundamental entre duas coisas.
* Em qualquer das fotografias de menino do Fundador vê-se uma visão que o levava a conhecer, nas coisas com as quais ele tratava, uma conaturalidade, uma principalidade do dourado
Uma é o dourado que um indivíduo toma como o ápice da realidade. Ele sabe até certo ponto que parece que o ápice da realidade não é esse, mas ele sabe que no fundo é. Ele toma isso como o ápice da realidade e procura em todas as coisas ver que relação isso tem com a realidade. Então nós temos a visão do dourado perfeitamente estabelecida, a visão do mundo estabelecida, ou nós não temos visão do dourado. Nesse caso, a coisa é completamente outra.
Você toma, por exemplo, a visão do dourado que eu tinha quando era menino. Eu vejo isto em qualquer das minhas fotografias de menino. Era uma visão que me levava a conhecer nas coisas com as quais eu estava tratando, conhecer nelas uma conaturalidade e uma principalidade do dourado sobre todo o resto. Daí vem tudo o que você possa imaginar.
Mas se a pessoa não tem isso assim, todo o resto fica muito difícil de conseguir ver.
(Sr. P. Henrique: Isso que o senhor fala da infância, que ficou indelével na alma do senhor, isso só veio adquirindo brilho com o passar do tempo, com a graça e a santidade. Muitas vezes o senhor faz referência de pequeno, mas eu acho que a vida inteira do senhor enquanto foi progredindo espiritualmente, desabrochando todos os dons e virtudes que a Providência foi muito pródiga em relação ao senhor, isso hoje é… Se pudesse ter um metal mais nobre do que ouro, poderíamos qualificar.)
Se pudesse ter o quê?
(Sr. P. Henrique: Um metal mais nobre do que o ouro poderíamos qualificar que ele ganhou muito de beleza. Ainda que nós fugazmente vemos isso, mas essa é a realidade, tem que ser. Está bom, quando o senhor era menino via as coisas com a visão de menino, mas hoje o senhor vê as coisas com uma visão muito mais profunda, muito mais ampla.)
* À medida que a pessoa vai crescendo, não só ela se mantém na confirmação do dourado que ela viu, mas ela vai dourando o dourado
Sim, é claro, deve ser assim. Deve ser assim, é uma coisa que deve ser assim.
No fundo do fundo, você tomando essa visão do dourado, você vê que à medida que a pessoa vai crescendo, não só ela se mantém na confirmação do dourado que ela viu, mas, o que é muito mais importante, ela no decurso dos tempos foi dourando o dourado.
Quer dizer, o dourado tem um caráter extensivo, um caráter progressivo, um caráter de conquista, o dourado é essencialmente conquistador. Por causa disto, também o dourado é essencialmente…
(Sr. G. Larraín: Arquetipizante, não é?)
É arquitipizante, mas no seguinte sentido: ele é modelador das coisas, de tal maneira que, por exemplo, você tendo uma visão… Vamos dizer isto: em pequeno você viu um grupo de couraceiros passar por Paris por uma avenida e aquilo deu a você uma idéia dourada daquele negócio.
O que é a idéia? É aquilo na maior beleza que aquilo possa ter. A gente olhando, pelo próprio fato de olhar já vê naquilo uma série de predicados que são os mais belos que a natureza daquilo pode conceber.
* A procura da beleza ideal é propriamente a procura dos verdadeiros aspectos da vida, exemplo: o encanto do Fundador quando menino pelo desfile de couraceiros em Paris
Então aquele mais belo cresce, cresce de modo de ser, de maneira tal que em determinado momento aquilo pode adquirir uma beleza ideal. E a procura da beleza ideal é propriamente a procura da vida, a procura dos verdadeiros aspectos da vida.
Porque a procura do modelo ideal tem isto de próprio, de característico: a procura do modelo ideal é uma procura que vai a la recherche daquilo que aquela coisa a gente sabe, teoricamente falando, que é suscetível, por sua natureza, de adquirir uma beleza ideal, e ela na sua natureza é ávida de vir a ser idealizada. Nós quando procuramos essas coisas, procuramos no fundo esse modelo ideal que aquilo tem.
Por exemplo, os couraceiros. Você pega, por exemplo, aqueles couraceirozinhos que o grupo da França me mandou, muito bonitinhos, e que estão na sala do trono da Sede do Reino de Maria. Aquilo eu vi na realidade passeando diante das janelas de papai e minha, em Paris. Eu brincando no chão com brinquedos, e ele fazendo nada.
Em certo momento eu ouço da rua que sobe uma clarinada, vou correndo para a janela e digo:
— Papai, venha ver que coisa linda, uma coisa maravilhosa! Papai, venha ver, venha ver!
Ele acabou se deixando arrastar para lá, olhou e disse:
— É bonito mesmo.
— Mas, papai, o senhor não achou isso lindo?
— É bonito, é bonito.
Você está vendo que ele não tinha atinado com o dourado daquilo, ou seja, com toda a beleza que a natureza daquilo pede que eu veja naquilo. Não atinou com isso porque ele não procura isso, o fim da vida dele não é conhecer isso.
(Sr. G. Larraín: […] Há aí uma questão que é antes da teoria, que é uma coisa instintiva, o ouro com o ouro e os filhos das trevas com os filhos das trevas. Isso para a vocação, para o alimento da união com o senhor e também da união com as pessoas da TFP, à qual o senhor fez um apelo muito grande hoje na reunião, esse é o núcleo da coisa, pelo menos até agora. Evidentemente que haverá outros patamares, mas se o senhor pudesse tratar um pouquinho sobre isso.)
Meu filho, isto é como você diz, está muito bem descrito.
(Sr. G. Larraín: Isso é só o rodapé do prédio.)
Não, não, é isso mesmo. A questão é que eu vejo que vocês querem de mim alguma coisa que é isto, mas que vai para além disto.
(Sr. G. Larraín: Exatamente, é isso mesmo.)
* Há um ver Chambord que é ver douradamente tudo o que em Chambord há potencialmente de dourado
Onde eu vejo de certa maneira um ponto de chegada, vocês vêem de certa maneira um ponto de partida.
Quer dizer, vocês se colocam diante de uma situação assim:
Você vai a Chambord, considera Chambord, etc. e tal. Há um ver Chambord que é ver douradamente tudo o que em Chambord há potencialmente de dourado.
Isto é um lado. O outro lado é para além disto ver um Chambord que já não é aquele, mas que é aquele com qualidades que aquilo não tem.
(Sr. P. Henrique: Seria o Chambord refletido nas águas.)
Chambord refletido nas águas se você quiser.
Se você quiser, para dar bem o caso, é Chenonceaux.
Você esteve em Chenonceaux?
(Sr. P. Henrique: Sim, senhor.)
Tem aquela espécie de ponte, em cima há um castelo e embaixo estão as águas. Mas há uma coisa que é a ponte, as águas e Chenonceaux, cada um deles visto douradamente.
Outra coisa é, você tendo visto douradamente cada um deles, algo que nasce disto e que é uma excelentificação.
(Sr. P. Henrique: Como que uma aura daquilo, não é?)
Exatamente. E que dá, aí sim, uma espécie de esplendoração que chega ao auge.
Essa esplendoração é a visão mais alta do dourado, mais elaborada do dourado, poder-se-ia dizer.
O procurar isto em todas as coisas como sendo o aspecto mais real da coisa é a finalidade da vida humana.
(Sr. G. Larraín: É uma espécie de visão taborizada de tudo, não é?)
Isso, exatamente, taborizada de tudo.
(Sr. G. Larraín: Isso supõe algo prévio. Ter um ângulo de observação e uma graça fabulosa.)
Supõe.
* Nosso Senhor quis que na sua vida terrena Ele fosso visto taborizadamente
Mas você veja aqui, exatamente, uma coisa muito bonita que se pode tirar daí e para onde se iria não sei a que infinitos.
Nosso Senhor era Nosso Senhor; ele quis na vida terrena d’Ele que fosse visto taborizadamente, como quem entende que, tudo quanto Ele tem e que lhe vem de sua natureza, que é entretanto uma natureza humano-divina e portanto um mundo divino — é evidentíssimo —, que isto só dá tudo o que há nEle visto assim taborizadamente.
Aqui você tem a maravilha.
(Sr. G. Larraín: O Reino de Maria é isso, é a cidade taborizada.)
É uma coisa a mais do que isso, da qual eu vou falar daqui a pouco.
(Sr. F. Antúnez: Para perguntar um pouco a definição do dourado e da esplendoração, eu pergunto até que ponto é uma coisa natural, uma espécie de “flash” ou algo metafísico que pega nas coisas, ou até que ponto é uma graça. Se for uma coisa e outro, se o senhor poderia definir qual é a graça, qual é esse princípio metafísico que faria ver as coisas douradas, e depois fazer o passo seguinte que é a esplendoração.)
Você tome em consideração o seguinte sobre o Tabor: ou o Tabor representava algo de Nosso Senhor que necessariamente para ser visto como Homem-Deus Ele em certo momento tinha que apresentar, ou não é assim.
Se necessariamente em certo momento Ele deveria apresentar isto, você chega à conclusão que está na natureza d’Ele, mas que está também na natureza da pessoa a quem Ele deve manifestar-se, o seguinte:
A pessoa tem necessidade natural de ver a esplendoração d’Ele, mas Ele tem a propensão natural de se deixar [ser] visto pelo outro, de maneira tal que eles se conheçam reciprocamente neste nível inteiramente superior.
Você quereria que eu desse um exemplo?
(Sr. F. Antúnez: Sim, seria muito bom, mas eu gostaria de saber se entra algo sobrenatural ou se fica nesse plano.)
A questão sobrenatural, e o completamente natural, tomados aí não dão bem a coisa.
O completamente natural se se entende que está na natureza d’Ele não ter nada de sobrenatural, e que Ele se realizaria bem ainda que não tivesse nada de sobrenatural, se fosse assim, não estaria bem tomado o natural. A natureza d’Ele quer ser tomada num plano superior à natureza d’Ele.
* Toda a alma que foi batizada pelo fato do Batismo tem a tendência a taborizar
(Sr. G. Larraín: A gente vê que o Thau é muito isso. O Thau é propriamente a capacidade de taborizar.)
De taborizar.
(Sr. G. Larraín: Por onde muita gente que não entende as coisas, mesmo que tivessem o bom espírito do senhor, é porque as pessoas que não têm Thau não vêem isso.)
Não vê. Mas de fato toda a alma que foi batizada, pelo fato do Batismo, tem a tendência a taborizar.
(Sr. G. Larraín: Mas o Thau deve dar uma força e uma capacidade de levar ao auge isso, que é extraordinário.)
(Sr. P. Henrique: De dourar isso.)
De dourar isso, que é uma plenitude.
(Sr. G. Larraín: O senhor disse que havia uma coisa mais ainda. Quando estava falando da taborização disse que ainda tinha outra coisa.)
Sim, é o seguinte:
Haveria depois algo que seria, com Deus, com Nosso Senhor, a pura divinização.
Como Deus poderia aparecer, por exemplo, para Moisés e Ele disse a Moisés: “Se tu me vires de frente morrerás”… Quer dizer, há uma tal coisa em Deus, que se for visto de frente Moisés morre; assim também há uma tal coisa no homem taborizado, que se ele for visto de frente ele rechaça tudo.
Aqui está o fundo da coisa, o fundo do problema.
(Sr. G. Larraín: O senhor vê isso sempre ou não? Porque a gente vê que o senhor vê tudo assim taborizado e daí para cima. Por exemplo, a visão que o senhor tem de Nossa Senhora, e de Nosso Senhor então nem se fala, o senhor não falou disso ainda, nesse patamar, digamos.)
Não.
(Sr. G. Larraín: E evidentemente que tudo o que a Igreja ensinou até agora o senhor não é que não aceita, aceita de coração cheio e tudo, mas isso não impede que haja outros andares nesse prédio.)
Sim.
(Sr. G. Larraín: Por exemplo, sobre Nossa Senhora e sobre Nosso Senhor, a gente vê que como que sente a divindade d’Ele. A gente não pergunta por “poquice” de um lado, e de outro lado porque falta a graça, mas isso se nota estando com o senhor. Eu não digo continuamente, isso também não sei como é, mas que o senhor vê muito a divindade d’Ele, vê.)
* Uma visão da divindade de Nosso Senhor continua e participativamente
Eu diria numa primeira reflexão que vê continuamente e participativamente.
Não é, portanto, um ver em estado puro, mas é ver continuamente e participativamente.
(Sr. P. Henrique: O senhor poderia dizer um pouquinho mais a respeito do participativamente?)
No seguinte sentido: que a gente quando vê coisas assim, por exemplo, em Deus, vê, mas não vê puro, vê alguma coisa que está nEle e que Ele participa ao que não é Ele.
Não sei se isso…
(Sr. P. Henrique: Está claro, senhor. Se o senhor pudesse ainda ilustrar, para mim eu ganharia. Porque eu chego a alcançar o que o senhor está dizendo, dessa participação, mas queria ter isso de uma maneira mais sensível.)
Eu usei dois advérbios: participativamente e um…
(Sr. G. Larraín: Continuamente e participativamente.)
Continuamente e participativamente.
* Ilustração desta afirmação “continuamente e participativamente”
Você imagine uma pessoa — o que eu vou dizer é muito terreno. É de tal maneira terreno, que desencanta até um pouco, mas há disso — que esteja colocada numa aurora na baía do Rio de Janeiro. Então pode continuamente e participativamente ver o que eu estou dizendo.
O que é continuamente e o que é participativamente?
Esse continuamente quer dizer uma coisa na qual a minha alma pode ficar, morar, demorar, pode viver só lá; isso é continuamente. Participativamente é que esse ver participa de algo da própria natureza que a gente está vendo.
(Sr. P. Henrique: Ou que concorre para aquilo que está acontecendo.)
Isso.
(Sr. G. Larraín: E participa.)
(Sr. P. Henrique: É um elemento que Deus como que quis depender pela graça para que aquilo acontecesse.)
É, e queria que fosse participativamente. É uma coisa dada por Ele, estendida a partir d’Ele.
(Sr. F. Antúnez: Faz participar também. Não é uma coisa assim dada só para ver de longe, é uma coisa como que envolve, pelo que eu estou entendendo.)
É isso.
(Sr. F. Antúnez: Como que envolve e atrai, não sei.)
Envolve, atrai e tudo o mais.
(Dr. Edwaldo: É assim que as coisas falam de Deus.)
Então vamos dizer que uma pessoa embarque numa embarcação boa de manhã e comece a percorrer aquilo. Ele não pode, mas é de um não poder não “podidamente”, não é possível ele ficar naquilo participativamente e continuamente se não for o fato de que ele é fiel àquilo. Continuamente ele deve estar em contato com aquilo uma vez que ele está lá, e participativamente é como quem cheira o cheiro de uma flor.
(Sr. G. Larraín: E que Ela gosta, por sua generosidade, por sua própria essência, de participar ao outro do seu perfume.)
Exatamente.
(Sr. G. Larraín: É como um senhor que convida a outro a uma mesa excelente. Ele quer que participe dessa excelência dele.)
Exatamente.
(Sr. G. Larraín: E isso em concreto? Por exemplo, nós estamos aqui numa reunião com o senhor, o senhor está vendo a todos nós, mas essa visão contínua de Nosso Senhor e essa participação se dá em que sentido? Na impostação de alma que o senhor tem nos fundos de quadro que tem continuamente? Porque que o senhor está tratando conosco, está. Agora, que é muito secundário em relação evidentemente a ter algo na alma por onde está sentindo uma certa coisa da graça pela qual Nosso Senhor se torna presente. […] É um lado misterioso, mas muito misterioso lindíssimo.)
É uma coisa diferente.
* O dinamismo desta participação
É que essa participação não deve ser declarada ou considerada como necessariamente estática. Ela é dinâmica e está numa espécie de dinamismo estático ou de um dinamismo — não está bem isto — que está sempre dinâmico. Por causa disto, a pessoa que está engajada nesse processo, está sempre olhando para mais, para fora e para cima. Quer dizer, não pára.
(Sr. F. Antúnez: E depois o senhor faz participar também. Não é só que o senhor seja participativo daquilo, mas o senhor faz participar às pessoas que são do senhor. Não sei, é uma comunicação que há.)
E tanto quanto eu posso, eu ponho em funcionamento.
(Sr. G. Larraín: É imensamente.)
(Sr. P. Henrique: Eu cito com alguma freqüência, acho que é de Bossuet, que a História gira em torno dos justos. Se há um justo justíssimo foi Nosso Senhor Jesus Cristo, que foi Homem-Deus. Agora, há outros justos por participação. Então a gente vê que desde os possíveis de Deus que o senhor passou a existir, a História toda vem girando, gira e continuará a girar em torno da pessoa do senhor, como girou em torno de outros também. É um eixo dourado inigualável em toda a História. Quer dizer, a História terminaria caso não fosse a correspondência e fidelidade do senhor. Isso é para agora e para sempre, não é?)
Para agora e para sempre.
(Sr. P. Henrique: E para traz também marcou, porque as coisas vieram em função da existência do senhor. Isso é uma coisa lindíssima que enche o universo, enche a História.)
Só isso é que enche.
Eu gostaria de dizer uma coisa que é a seguinte: é que se uma pessoa estudar bem o Céu empíreo, adquire nisto umas certas possibilidades que são ainda maiores.
Porque se você começa a pensar no Céu empíreo, Céu empíreo, de fato você o que pensa é neste mundo com adjacências extraordinárias, que é um modo de chegar ao Céu empíreo. Então, aí, é uma coisa fantástica.
Agora, meus caros…
(Sr. G. Larraín: Maravilha a reunião.)
Gostei muito da reunião.
Vamos rezar.
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