Conversa de Sábado à Noite (Alagoas, 1º andar) – 10/9/94 – Sábado – p. 8 de 8

Conversa de Sábado à Noite (Alagoas, 1º andar) — 10/9/94 — Sábado

A vocação se faria notar muito mais se não fosse abafada como o é continuamente * Nós a estamos continuamente apertando e impedindo que desabroche * Tudo quanto há de mau no mundo e tudo quanto há de bom e de santo na Igreja e na TFP não se quer ver para não ter que romper fundamentalmente * O que vocês fazem uma vez que entendem o que eu digo? Em última análise esmagam * Desagrada ver que o bem é tão santo e o mal é tão ruim; é preciso pedir “un grand pardon” * Uma situação híbrida faz sofrer muito mais do que um gesto de doação * À força de esmagar se está na posição de não compreender a vocação nitidamente * Quando a asa do anjo bateu em mim, eu me abri, pela bondade de Nossa Senhora, eu me abri de fato * Nós ficamos dependentes de certa intercessão para obter que as comunicações obstruídas se desobstruam * Estar numa atitude de respeitosa expectativa, que só vive da esperança e da confiança * Em tudo que se toma conhecimento, ver à fundo o mal e o bem que tem * Esse “Grand pardon” eu o dou de todo coração; mas eu sinto que o que estava em mim de dar está dado

(Sr. Gonzalo: Vou ver se consigo ser rápido. Fiz um jornal falado para eles…)

Para quem?

(Sr. Gonzalo: Para todos, sobre o MNF de ontem.

[Comentários sobre as graças do MNF do dia anterior.]

Não está gravando, não é?) […])

Não sei se o senhor podia tratar um tanto desse maravilhosíssimo patamar em que o senhor vive.)

Eu não entendi o que você disse, que Grand-Retour e…

(Sr. Gonzalo: Se nós conseguíssemos ser colocados nessa visão do senhor, aí o Grand-Retour se daria. […]

Sim, não tem dúvida.

* A vocação é uma participação com o Fundador; se faria notar muito mais se não fosse abafada como o é continuamente

Agora, a dificuldade consiste no seguinte: é que me parece que… você fala num declive assim, eu não entro na análise da coisa. Mas me parece que em algum modo, pelo próprio fato de vocês terem vocação, a vocação contém em si um certo elemento disso que você fala. E se vocês tomassem consciência do que é verdadeiramente na alma de vocês aquilo que admiram tanto em mim, vocês veriam que em parte isso não é tanto uma coisa que existe em mim e não em vocês, mas é uma coisa que existe em mim e existe em vocês também pelo fato da vocação. E que vocês abafam isso muito mais do que propriamente dizer que vocês não possuem. É uma realidade que há em vocês e que vocês abafam continuamente. E que se não abafarem se desenvolve em participação comigo, porque a vocação já é uma participação comigo. O que vocês notariam muito mais se vocês não abafassem. E que seria preciso, portanto, estudar um pouquinho a questão de como é a vocação em vocês e como é que é o abafamento, para falarmos do mesmo português.

Não sei se o que estou dizendo é claro.

* A vocação, nós a estamos continuamente apertando e impedindo que desabroche em nós; o contrário nos faria ver quanto se está distante do mundo fora

Quer dizer o seguinte, a vocação é mais ou menos…

Eu vou empregar uma comparação muito prosaica mas ela é muito didática e enquanto tal ela traz vantagens.

Vocês conhecem uma espécie de brinquedinho de papel de japonês para criança. Vendem num saquinho, numa coisa qualquer assim, uma porção de papeizinhos todos dobrados e redobrados e redobrados uns sobre os outros. E dá-se para a criança esses papeizinhos e põe-se um prato desse de sopa com água e manda a criança jogar esses papeizinhos dentro d’água. A água vai penetrando nesses papeizinhos e eles vão se abrindo. Então são flores, são coisas assim do estilo oriental com cores bonita e vivas. São desenhos de toda ordem que enchem a superfície do prato. E a criança fica muito contente com isso, etc. Depois se joga isso fora e pega outro pacotinho, põe e são outras figuras, etc.

Essas figurinhas japonesas todas encolhidas, a gente nunca diria que elas têm em si tudo quanto em contato com a água se poderia imaginar. E assim também a vocação nos é dada com umas primeiras noções muito elementares, muito simples de uma porção de coisas. Mas à medida que a gente vai vendo, se a gente não abafa, aquilo vai se abrindo como esses brinquedinhos japoneses. E a gente verifica que são flores, são objetos que estão na nossa alma, são, portanto, noções, são sensações, etc., que tem muito mais do que a gente imaginaria. Mas nós estamos continuamente apertando e não querendo que isso desabroche em nós. Do contrário se perceberia muito mais a participação que há entre vocês e eu. Vocês veriam muito mais uma coisa que lhes horroriza, mas que é muito salutar: vocês perceberiam muito mais quanto estão distante do mundo aí fora, que é uma outra coisa da qual não querem tomar um conhecimento inteiro.

E, portanto, a tratar do assunto com inteira objetividade, seria preciso entrar nesse ponto.

Eu pergunto se o que eu estou dizendo é claro, se…

Diga, meu filho.

(Sr. F. Antúnez: Está perfeito.)

Eu entendi que você estava me fazendo um sinal de que…

(Cel. Poli: Eu não entendi como é que entra aí a o problema de nossa separação com o mundo.)

Vocês veriam também…

(Cel. Poli: Ah sim, entendi.)

Agora, como é que vocês podem de algum modo medir o que eu estou dizendo e se darem conta do alcance do que eu estou dizendo? É uma pergunta.

* Tudo quanto há de mau no mundo e tudo quanto há de bom e de santo na Igreja e na TFP não se quer ver para não ter que romper fundamentalmente

A resposta à pergunta é a seguinte: vocês tomem em consideração que vocês estivessem a essa hora não aqui, mas num clube, num clube ou num outro tipo de reunião assim, e que eles estivessem inteiramente à vontade conversando sobre o que quiserem. Se vocês tivessem uma idéia bem intencional do que eles são e de como são, vocês sentiriam ainda muito mais a distância que tem em relação a vocês do que vocês sentem quando falam agora.

Por exemplo, se eu falo de um clube, vocês imaginam um clube, imaginam a noção que têm de um clube. Mas a noção que têm do clube não é a noção verdadeira do clube, porque vocês estão continuamente apagando, diminuindo…

(Sr. Gonzalo: Tirando as agravantes.)

Exatamente.

E por esta maneira o clube verdadeiro, tudo quanto há de mau no mundo, por exemplo, vocês não focalizam porque não querem. E também tudo quanto há de bom e de santo na Igreja, e na TFP, e na vocação que vocês possuem, vocês também não querem ver até que ponto é santo, para não ter essa ruptura fundamental que se deve ter embora mantendo exteriormente cortesias, etc., que são indispensáveis para o convívio.

Vamos dizer, por exemplo, o seguinte.

Qual é o outro exemplo que eu poderia dar a esse respeito assim concretamente?

Vamos dizer…

(…)

mas é o subconsciente consentido.

(Sr. Gonzalo: Um subconsciente segunda natureza.)

Segunda natureza, mas consentido, a gente quer e se agarra nisso.

E isso é que se trataria de esfrangalhar.

* O que vocês fazem uma vez que entendem o que eu digo? Em última análise esmagam

Então, por exemplo, quando eu falei a vocês a respeito de toda a formação de minha vida interior, de minha alma, etc., eu notava o seguinte: que se eu fosse expor isto numa roda fora do Grupo, fora da TFP, ninguém compreenderia, eles julgariam estar entendendo uma outra coisa e diriam que estão compreendendo, mas estavam de fato entendendo uma outra coisa.

Agora, vocês entendiam o que eu estava dizendo.

Entendiam por quê?

Porque alguma coisa disso vocês viveram, vocês tiveram, vocês passaram, vocês esmagaram.

(…)

Pode parecer muito duro.

(Não!!)

(Sr. Gonzalo: É bom que o senhor diga isso senão fica no ar.)

É, fica no ar e não compreende. Começa a procurar o caminho da vida espiritual mais ou menos como um cego. A gente diz para um cego aqui dentro desse salão: “pega lá o Gabriel José”.

Ele vai parar ali junto ao Coração de Jesus. Não encontra nada.

E assim não, nós entendemos a coisa como é.

Porque, por exemplo, o que eu disse a vocês a respeito de toda a caminhada minha, eu disse a vocês a pedido de vocês, foi uma coisa que se uma pessoa não tivesse uma certa experiência daquilo, não entenderia.

Mas agora, o que vocês fizeram uma vez que entenderam — porque aqui é o futuro da coisa —, o que vocês fizeram é em última análise esmagar.

(Sr. Gonzalo: Esquece voluntariamente para esmagar.)

Exatamente.

Eu quero saber…

(Sr. Gonzalo: Está claro.)

Mas está igualmente claro para todos aqui ou gostariam de uma exposição, uma explicação, alguma coisa?

(Cel. Poli: A causa desse esmagamento.)

* Causa desse esmagamento: desagrada ver que o bem é tão santo e o mal é tão ruim; é preciso pedir “un grand pardon”

A causa desse esmagamento é não quererem… lhes dói, lhes desagrada ver que o bem é tão santo e que o mal é tão ruim. Desagrada-lhes. Vocês preferem achar que não é. Por quê? Porque se vocês virem que o bem é tão santo e que o mal é tão horrível, e se vocês tiverem uma noção do demônio próxima do que ele é, e uma noção de Deus próxima do que Deus quereria de vocês, vocês ficariam automaticamente a léguas deste mundo assim. E isto vocês não querem. E é preciso pedir a Nossa Senhora este querer. Porque aqui é preciso pedir para ela o que se poderia chamar — para usar uma expressão francesa que fique na proporção consentâneo com o Grand-Retour, é preciso pedir a Ela un grand pardon. Mas perdão gratuito, que Ela lá nos altos páramos, nos supremos páramos onde Ela habita, Ela por um movimento que é originário d’Ela e que Ela pode despertar em vocês pela ação da graça, alguma coisa toque do que ficou como que quebrado.

Antes deste toque, ficará alguma coisa em que nós não nos compreendemos.

(Sr. Gonzalo: É a maior tragédia que pode acontecer. É uma sensação de que não entendemos o senhor. […] O que interesse é entender e querer…)

Entender e querer, e efetivamente tornar-se outro.

(Sr. Gonzalo: É muito triste sentir que isso não é assim.)

Ah muito!

(Sr. Gonzalo: A gente pode tapear, mas no fundo apanha muito por causa disso)

* Uma situação híbrida faz sofrer muito mais do que um gesto de doação

Apanha e depois vocês sem se darem conta disso sofrem muito mais agüentando essa situação híbrida em que estão, do que num gesto de doação. O gesto de doação evidentemente dói, se não doesse vocês já teriam feito. Mas esse gesto de doação seria uma doação libertadora. Enquanto vocês estão numa espécie de doação para o pólo oposto e escravizante.

(Sr. Gonzalo: […] Algo de infernal existe nisso.)

Mas é claro.

(Sr. P. Roberto: O senhor disse na outra reunião que algo desse cansaço do pólo oposto em que nós vivemos, podia se transformar, por causa de consolações nessa união da qual o senhor está falando. Agora, o que é que desencadearia isso?)

* À força de esmagar se está na posição de não compreender a vocação nitidamente

É o seguinte: à força de esmagar, de esmagar, e de esmagar, vocês acabaram perdendo até a noção…

Você imagina uma pessoa que está ouvindo uma música, então está ouvindo nitidamente os sons que se sucedem na ordenação que devem estar, etc. Isso é quem está em relação à música numa distância conveniente para a audição.

Agora, por uma razão qualquer, uma pessoa se afasta dessa música a tal ponto que houve um certo barulho distante e percebe que naquele teatro onde se está, está alguém tocando uma música, ou uma orquestra está tocando uma música, mas não chega a diferenciar um som do outro, nem o movimento da música no total como é, diferenciar uma coisa da outra. Ouve música.

Nós estamos plutôt nesta posição e não na posição de ouvir os sonos e compreender nitidamente, etc.

(Sr. Gonzalo: Sendo que alguma vez se ouviu.)

Alguma vez sim.

(Sr. Gonzalo: Não quanto se deveria…)

E se ouviu…

Vamos dizer, uma vez a gente ouviu e ficou encantado, mas à medida que a música ia tocando, nós íamos compreendendo implicitamente o que é que ela nos pedia e aí a gente ia abafando, ia se colocando mais longe da música.

(Sr. P. Roberto: Às vezes uma asa de Anjo como que nos levava até lá.)

Isso, é tal e qual, tal e qual.

* Quando a asa do anjo bateu em mim, eu me abri, pela bondade de Nossa Senhora, eu me abri de fato

Mas depois vinha a recusa à vista de experiência de que assim a gente estava se afastando demais, vamos dizer, daquilo que se poderia chamar de casa paterna. Podia se chamar por metáfora, não é?

Eu me lembro de ter ouvido - eu, dirigidos a mim - os chamados do mundo para querer me integrar dentro dele, eu me lembro disso perfeitamente e me lembro naturalmente, das solicitações e das atrações que havia dentro disso. Mas Nossa Senhora me ajudou, eu recusei. Sobretudo quando a asa do Anjo bateu em mim, eu me abri, pela bondade de Nossa Senhora eu me abri de fato. Não foi o que sucedeu conosco. Então ficaram essas coisas assim.

Isso se pode ver muito nitidamente no que diz respeito às relações…

(…)

* Nós ficamos dependentes de certa intercessão para obter que as comunicações obstruídas se desobstruam

colocada como todos os intercessores e intercessoras muito abaixo da grande intercessora, imensa, incomensurável que é Nossa Senhora, mas sempre procurando a Jesus por Maria, a Jesus por Maria. E obtendo para nós que recorremos a ela uma espécie de — ao menos eu que julgo observar nas pessoas que se conectam especialmente com ela — sensibilidade especial para compreender melhor algo daquilo que nós recusamos, e é algo daquele golpe de vista primeiro, daquela percepção primeira. Isso nos levou até certo, etc., e nós ficamos então dependentes dessa intercessão para obter que as comunicações obstruídas se desobstruam.

(Sr. P. Roberto: Ela viveu essa comunicação.)

Viveu. Ela teve e teve em alto grau. Daí também a atração, o encanto, mas encanto só para alguns, para outros não. Outros inteiramente cegos para isso. Não vêem. Não é?

(Sr. Gonzalo: Odeiam.)

Odeiam.

(Sr. F. Antúnez: Além do “Grand pardon” haveria algo para preparar a alma e se colocar pelo menos na sintonia para que essa música entre, para entrar nessa participação nessa visão do senhor?)

* Estar numa atitude de respeitosa expectativa, que só vive da esperança e da confiança

Tem o seguinte, meu filho, há, mas eu acho que o papel do Grand pardon é tão maior do que o que nós podemos fazer, que há um certo perigo que nós fazendo uma coisa desse tamaninho, nós julguemos que é isso, e que nossa parte é isso e que a parte de Nossa Senhora é isso. Porque faz parte dessa nossa visão errada que nós engradeçamos tudo que fazemos e vejamos com notas pequenas tudo que os outros fazem, inclusive o que Nossa Senhora faz.

(Sr. F. Antúnez: Então o negócio é espera mesmo.)

É. Mas esperar não é ficar sentado na cadeira ouvindo cochicho. “Vamos ver Nossa Senhora… está bom, está dependendo d’Ela, então eu posso até nem pensar nEla. Oh delícia!, eu vou começar a pensar na delícia”.

Quer dizer, é uma atitude de respeitosa expectativa, que só vive da esperança. Da esperança e da confiança.

(Sr. Gonzalo: E tratando de fechar os ouvidos ao cochicho.)

Fechando os ouvidos ao cochicho. O que concretamente quer dizer o quê?

* Em tudo que se toma conhecimento, ver a fundo o mal e o bem que tem

Procurar pelo menos em tudo quanto a gente vê e que a gente toma conhecimento, ver a fundo e inteiramente o mal que tem e o bem que tem, certos de que nós sempre vamos tentar diminuir isso. Esse ponto é ao meu ver capital.

Vamos dizer, por exemplo, a reunião de hoje. A reunião de hoje sobre o curso da Revolução, as coisas todas, pelo som das palavras que eu pronunciei, tomando palavra por palavra, todo o mundo concordou inteiramente com a apreciação que eu fiz daquelas coisas. É claro. Eu não creio que tenha havido um naquela sala que achasse que aquilo não é daquele jeito.

Mas o problema não é esse, é quando eu digo: “isto é um perigo gravíssimo”, para mim isto é uma fórmula que… algo que eu diga a esse respeito, é perigo mesmo e gravíssimo mesmo. Para nós é perigo gravíssimo, mas é bem claro que como a regra geral dos acontecimentos é que tudo acabe dando certo, nós vemos isso com um otimismo totalmente infundado, e que nos leva a achar que é muito virtuoso que eu diga contra isso tudo quanto eu diga, mas que no fundo Deus não está tão desagradado com isso, isto não ofendeu tanto assim a Deus, e que eu vi tudo com uma lente de aumento. É assim.

Então, vamos dizer, por exemplo, aquele ato do Parlamento europeu a respeito do “casamento” de homossexuais, todos somos contra aquilo, não tem dúvida nenhuma e até somos tanto quanto é possível. Mas é evidente que a carga diabólica daquilo é muito mais claro em A,B,C do que em D,E,F.

(…)

Por quê? Porque é assim. As almas procederam desta maneira diante dos fatos e está acabado.

(Sr. P. Roberto: Esse “Grand pardon” não tem que ser um pouco do senhor para conosco?)

* Esse “Grand pardon” eu o dou de todo coração; mas eu sinto que o que estava em mim de dar está dado

Sim, meu filho, e eu o dou de todo coração. Mas eu sinto que o que estava em mim de dar está dado. Mas o modo de vocês considerarem esse Pardon já é um modo…

(Sr. Gonzalo: Oco.)

Oco. O que é que a gente pode fazer?

(Sr. Gonzalo: O pedido de perdão é meio oco.)

O pedido de perdão é meio oco.

(Sr. Paulo Henrique: E depois todos têm uma noção de que o senhor perdoa, que o senhor promete e perdoa mesmo. Mas nós deveríamos ter um procedimento de alma condizente com esse perdão antecipado, que o senhor se predispõe a nos dar. Nós somos ingratos. Somos córneos, somos duros: não vai dar em nada! Esse otimismo estúpido que o senhor se referiu há pouco.)

Estúpido, meu filho, porque não há outra palavra, e perfeitamente revolucionário. Porque o que a Revolução nos diz dela mesma é isso: “não, deixe, nós vamos escangalhar tudo, mas tudo se recompõe. Vamos agora fazer o papel dos punks em Hanover, quebra tudo, etc., porque é engraçado. Dentro de um ano, a alemoada terá trabalhado e terá consertado tudo. Não tem importância”.

Essa é a idéia que nós formamos das coisas.

(Sr. Gonzalo: Até que um castigo nos pegue pelo caminho.)

Aí é que está a história.

Olha aqui…

(…)

*_*_*_*_*