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CSN — 08/04/89 — Sábado

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Nossa vida tem horrores, mas é preciso ver as belezas que há dentro do GrupoCSN — 08/04/89 — Sábado

Nossa vida tem horrores, mas é preciso ver as belezas que há dentro do Grupo

Í N D I C E

* A explicitação da formação da opinião pública,

uma graça inesperada

Quer dizer, então, a aurora boreal toma outro aspecto, etc., etc. E como nós temos muita gente que não quer ver, eu me esmerei em tornar claro, para o bem deles, para eles não poderem recusar que é assim. Quer dizer, tem que entrar pelos olhos.

Aí, foi exatamente ao explicitar essa reunião que me ocorreram várias coisas, que antes não me tinham ocorrido. Mas você veja como é Nossa Senhora, quando Ela prepara essas coisas. Não me tinha ocorrido, ocorreu-me dias antes, antes não tinha ocorrido, aquela falta de comunicação própria ao comunismo, como evita que se forme uma opinião pública.

A realidade é essa. Eu não sei se a figura que eu utilizei, que é a comunicação viva de umas células com as outras de um tecido, tem base científica, ou não?

(Dr. EM: Se não tiver, fica tendo…)

Não, não! Porque eu de repente num artigo, numa coisa qualquer, eu preciso estar seguro do assunto.

(Sr. GD: Uma metáfora que seja adequada à realidade.)

É, mas que tenha base científica. Quer dizer, de uma célula para outra, num tecido, não existe um intercâmbio de líquidos, sucos… (Claro.) Foi disso que eu falei. O pensamento era esse: assim como numa célula há uma ação de cada célula sobre as outras, assim também na formação da opinião pública, existe uma transvasão de um indivíduo para outro, é o conjunto dessas operações de indivíduo a indivíduo, que formam opinião pública.

* Os relatos comprobatórios

E isso, aquele regime, etc., etc., torna impossível. Agora, o que me parece que foi muito bom, providencial, foi o depoimento concordante de DB e do Tost.

(Sr. CP: Ele fez um relatório bem feito, e um zelo dele em ter percorrido aquela distância.)

É. Ezeias (?) é muito longe de Buenos Aires. De maneira que o que ele percorreu para aquilo foi realmente um trabalho que ele fez. Depois, é monótono, Ezeias é monótono como todas as vias de acesso a aeroportos, aquelas luzes, aquele trânsito desempedido, etc., monótono. Pois bem, ele colheu a exata impressão que o DB trouxe da Bahia.

(Sr. GL: E do Sr. Carlos Alberto também, da Sra. da Alemanha.)

Também. Aquilo é talvez mais frisante. E mais ainda o caso do “telón” lá da Nicarágua.

(Dr. EM: E o exemplo do cego que o Sr. deu também…)

(…)

* Misérias da vida do Grupo

mas de moço já feito, ele acabou professor num Instituto de cegos, não sendo mais cego. Mas há coisas dessas! Bom, e depois ele vendo as maravilhas do Rio, que estavam no percurso dele, de olhos fechados, e provavelmente fazendo-se conduzir por um outro. É uma coisa de não se poder compreender. Era de estarrecer. Está bom, era o que fazia ele.

(Sr. PHC: Nós fechamos os olhos e nos deixamos conduzir pelas mãos da F.)

Olha aqui, o mesmo rapaz que tenha assistido a reunião de hoje, se ele ler um artigo do “OESP”, uma “Notas e Informações”, em sentido muito oposto, capaz de ficar meio abalado.

Bom, mas qual é a pergunta da noite?

(Sr. GL: Qual deve ser a manifestação de alma da Contra-Revolução para contra-arrestar a manobra revolucionária de hoje.)

(…)

TFP de dentro, você vê um aspecto, mas você não vê o aspecto que ela tem vista de fora.

(Sr. GL: Aquele jornal falado do Uruguai ontem à noite estava muito arejante, nesse sentido.)

Concordo inteiramente. Mas esse ar que se sentiu tão bem lá no jornal falado do Uruguai, esse ar se sentirá muito mais na hora de São Miguel, ou na hora… enfim, designem como quiser.

Agora, eu queria dizer exatamente isso. Que nós não nos damos bem conta do que, comparado com o mundo de fora, existe de incalculável dentro da TFP! E aqui então já de uma vez de incalculavelmente bonito. Quer dizer, num contraste tão flagrante com o que é o mundo fora, que esse contraste já tem de si algo de belo da hora de São Miguel. Algo que vem de Deus, de Nossa Senhora, direto, é uma luz que bate em nós, nós poderemos fazer o papel de uma superfície preta ao receber essa luz, e não de uma superfície como espelho, hélas, mas a luz bate! Quando a gente olha para a luz, a gente compreende.

Você tomar um grupo… Quantas são as pessoas que vivem em êremos e camáldulas, em São Paulo, hoje? (Entre 200 e 300.) 300 rapazes, em que se vê na cara os altos e baixos deles, não tem dúvida, mas esses altos e baixos, você vê que o que eles quiseram fazer entrando no êremo, e que eles querem estando dentro, é o êremo ideal, que eles não têm coragem de levar até o fim, mas é o êremo ideal.

* O sublime de tentar levantar o estandarte, ainda

quando não se consiga

Agora, você imagine um grupo de cruzados que tem contra si a moirama inteira! Estão cercados de todo lado, e que estão tentando levantar um estandarte que seja a mesma coisa do que a cruz com a serpente no deserto. E não conseguem, porque é pesado, também porque eles são fracos, porque o sol é quente, porque a areia é tremenda; o estandarte baixa ou não baixa, mas eles caçados pelo mundo inteiro, eles lá vão levantando, levantando o estandarte. O que se atesta pelo número crescente dos que vêm para ajudá-los.

Eu pergunto: essa cena, de si, independente da questão deles conseguirem no fim erguerem o estandarte ou não, se eles morressem naquele ato, não é uma coisa sublime?

(Sr. JC: Não tem dúvida nenhuma.)

Era sublime. Bem, mas isso é o que nós temos todo dia! Todo dia o que nós temos diante de nós é isso!

(Dr. EM: E não existe em outro lugar.)

Não existe. No mundo inteiro não existe coisa parecida… (…)

A gente vê, em comparação com um menino da Saúde que está acertando o passo, o que é. É uma coisa… (…)

tão extraordinário que, se nós conhecêssemos um menino desses, valeria a pena a gente ir até a ponta do mundo para pegar. (…)

Por isso que eu falei do estandarte que está sendo erguido, e já não está no chão. Há uma luta para levantá-lo inteiramente. E só a luta para manter separado do chão e rumo ao termo final, com vais-e-vens, já é sublime. Então, são uma série de outras coisas. (…)

* Nossa vida tem horrores, mas é preciso ver

as belezas dentro das quais nos movemos

Existe, e existe o extremo oposto, do modo mais exarcebado e em quantidade. Isso é a verdade. Então, esse futuro que esperamos está em vias de realização. Não é uma coisa que não entrou de nenhum modo. É uma coisa que está “entranda”. Sei que é um erro de português o que eu estou dizendo, mas é para exprimir com mais força o que eu estou dizendo. Então está “entranda”. E no que já há, nós podemos ficar pasmos!

E assim se poderia mencionar coisas, e coisas, e coisas… (…)

Mas eu tenho os olhos muito atentos para isso, evidentemente muito agradecidos a Nossa Senhora pelo fato. Porque é uma coisa colossal!

Eu estava notando hoje, o ASM cheio! E gente que eu nem sei quem é, e quem não é…

(Sr. JC: Não dá mais para saber o nome de todos.)

Não dá. Foi-se o tempo. Bem, ouvindo a história do passado da TFP, pequenina, e essa coisa, aquela coisa, prestando atenção, etc., com um interesse real. E olha que não era a parte animadora da história que eu estava contando, mas é uma parte em que eu dizia que a Providência permitiu que nós fôssemos metralhados. E é verdade, foi uma metralhadora em cima de nós, uma coisa tremenda.

Bem, eu estava pensando: onde no mundo, num sábado à noite, se encontram 300 rapazes, mais ou menos, para ouvir essa história como não se ouve uma novela de rádio? É muito bonito! Nós vivemos no meio de horrores, porque também tem horrores no meio disso… sed Judam non videtis? Bem, temos horrores no meio disso, é verdade, mas é preciso ver as belezas dentro das quais nós nos movemos.

Tome, por exemplo, uma coisa que é assim, não se pode negar. Tome o embasamento todo, e o feitio de espírito, e tudo o mais, do… (…)

* Os objetivos, em suas várias fases, do Legionário

e do Catolicismo junto à opinião pública

Para a época de ecumenismo em que nós estamos, se fosse fazer o Catolicismo do tempo do Legionário, simplesmente seria de um modo tático impossível. (…)

católica, verdadeiramente católica, eficaz, de boa apresentação, e que ao mesmo tempo tem tiradas contra-revolucionárias.

A questão é a seguinte, se você quiser ir até o fundo do negócio. É mais ou menos certo que gente como nós, nós atrairemos num número que não é grande, enquanto não chegar uma determinada hora. E, portanto, o Catolicismo do tempo do Castilho refletia uma coisa diferente, e no tempo do Legionário outra coisa diferente. O tempo do Legionário era a esperança de, para a massa dos católicos militantes, conseguir entusiastas da nossa posição.

Do Catolicismo já não era isso. Era conseguir que pessoas que tinham a potencialidade de ter um certo entusiasmo pela nossa posição, se conservassem. Porque as circunstâncias já não permitiam de encontrar entusiastas. E Catolicismo não encontrou. Entusiastas fora do nosso meio não encontrou. Ele fazia bem para nós. Nós tínhamos a alegria em ver que isso era dito para outros. Mas efeito sobre os outros, no Brasil, muito pequeno.

Bem, e com o desdouro seguinte. É que aqueles que diziam essas coisas, se manifestavam meio caipiramente atrasados, meio anacrônicos, em relação àqueles a quem eles falavam. O Catolicismo do Paulinho é um Catolicismo que se manifesta desejoso de conservar uma área de público de calçada para nós, e mais nada do que o público de calçada. E para o público de calçada de hoje, a porcentagem só pode ser essa.

Para a honra do Chile, eu devo dizer que, por exemplo, se eu dirigisse um jornal para o Chile, não seria como esse Catolicismo, porque eu acho que tem muito mais receptividade. Mas, no que diz respeito ao Brasil, é isso. (…)

É uma coisa mais de periferia. Como a área de opinião pública coberta pelo antigo Catolicismo é hoje coberta pela irradiação do Grupo como ele é, é preciso uma coisa mais de periferia do que a antiga. Então, esse Catolicismo faz muito bem.

É bom conservarmos, porque eu tenho esse defeito: julgar que tudo é evidente. Eu julgava que isso entre nós era inteiramente evidente.

(Sr. GL: Mas é completamente o contrário.) (…)

* A tarefa das TFPs de atrair para si as periferias

menos distantes dela

você precisa fazer um dia análise do seguinte. Do ponto de vista contra-revolucionário, o mundo extrínseco à TFP, o mundo que ainda se diz católico e é extrínseco à TFP — não é, portanto, o mundo pagão inteiro, mas é esse mundo — como é que ele é nos países hispanos, e como ele é no Brasil. Para se poder medir bem o jogo de cada coisa. Porque a tarefa imediata das TFPs, quer no muno hispano, quer no mundo luso-americano, a tarefa das TFPs é de atrair para si as periferias menos distantes dela.

* O exemplo da atração da TFP chilena

Eu dou um exemplo a vocês, para não ir mais longe. Chile. Vocês sabem bem a oposição de ferro em brasa que a TFP chilena move contra o Episcopado. A bem dizer não era possível maior. Há uma igreja lá que infelizmente eu não me lembro qual é o santo, ou a invocação de Nossa Senhora em honra da qual está constituída a igreja, mas há uma igreja onde, durante a Paixão e a Semana Santa, se faz todos os dias uma Via Sacra nessa igreja. E enche a igreja inteira, todas as vezes, de um pessoal meio católico e meio mundano. Que portanto, vive em Vina, em outros lugares, mas que conserva um resto de catolicismo para se julgar obrigado, cada um, a comparecer uns tantos dias desse período nessa igreja. De tal maneira que com essa porcentagem de comparecimento a igreja vive cheia.

(Sr. JC: Mais ou menos 450 pessoas.)

É uma coisa grossa. Depois, vocês precisam lembrar que, como a população do Chile é menor do que a nossa, essas frequências representam uma porcentagem mais alta do que representaria entre nós. Bem, reza-se o tempo inteiro nessa coisa, por decisão do padre, a Via Sacra composta por mim, em exemplares impressos pela TFP, onde está escrito que o autor sou eu. E comparecem rapazes de capa, levando a cruz, e o coro cantando, creio que o coro é nosso também. E faz a Via Sacra inteira, e todo mundo acompanha achando muito bem.

Isso aqui no Brasil seria inteiramente impossível. Em qualquer polegada do território nacional seria completamente impossível. O que indica que há uma média de aproveitabilidade dentro dessa gente, que eu acho que nunca vai ser da TFP, mas que em certas ocasiões dará apoio à TFP, e que é uma aproveitabilidade muito boa. Isso é um apostolado especial da TFP.

Bem, quanto disso existe no Brasil?

(Sr. Poli: É uma tristeza comparar.)

É uma tristeza comparar. Mas já que nós estamos falando de um jornal do Brasil, é preciso comparar. Vejam na Colômbia, por exemplo, os aplausos, os apoios, etc., aliás, não me queira mal, eu acho que na Colômbia talvez mais do que no Chile, os aplausos, os apoios, etc., etc., que a TFP recebe são uma coisa significativa, grossa. (…)

* Os ideais que tínhamos, de um jeito ou doutro

vão tendo uma realização marcante

(Sr. JC: …como já há elementos atualmente no Grupo para se ter a esperança dessa intervenção sobrenatural, espetacular.)

Não, para achar que a intervenção está em vias de começo, mas há muito tempo está em vias de começo. Esse é que é o negócio curioso. É um começo muito demorado, mas que vai indo cada vez mais para frente. Você quer ver como vai mais para frente?

Você toma o tempo em que você era da Aureliano, você era do Grupo de Curitiba, você do grupo de Minas, você do grupo do Rio, você do grupo do Chile, você estava nas Agulhas Negras, ou coisa que o dera. Nesse tempo, se vocês conhecessem um rapaz, ou dois ou três rapazes que resolvessem manter o silêncio camaldulense, por amor à vocação, eles seriam tratados por vocês como um santo.

Se vocês soubessem que eles usam hábito, e que vivem o tempo inteiro numa casa, etc., etc., vocês tratariam como um santo. Bom, os nossos não são esses santos, mas representam uma marcha considerável a esse rumo. Então, os ideais que nós tínhamos, de um jeito ou doutro vão tendo uma realização marcante.

(Sr. GD: Isso é um assunto fora de dúvida.)

Fora de dúvida. Sabendo analisar, é preciso a gente… Mais ou menos como quem pega um cristal, saber pôr na luz devida para apreciar bem o cristal. Mas isso é assim.

(Sr. Poli: E não ver assim, corresponde a uma distorção profunda da realidade.)

É, é uma omissão de um aspecto da realidade. Note bem, daí não se segue que eu ache que todo camaldulense nosso é um santo. Eu estou dizendo o contrário. A gente nota em alguns deles, não digo em todos, mas em alguns deles, a gente nota fendas lamentáveis; mas o fato de ter fendas não nos deve levar a esquecer das pedras entre as quais a fenda existe.

* A bela suportabilidade da pobreza

(Sr. Poli: O nosso pessoal camaldulense é aspirado por uma coisa superior que a vocação dá, e eles seriam muito piores se não estivessem lá.)

Ah, muito, muito. Uma prova disso você tem em como eles aceitam a pobreza. Que é uma coisa impressionante. E uma pobreza dura, ruim! Uma pobreza ruim!

(Sr. GD: Ruim no sentido de difícil.)

Árdua! Nesse sentido. É amarga, digamos, e tudo o mais. Eu soube, por exemplo, no Êremo de Elias, que havia tempo em que o pessoal comia tachadas de arroz para ter com o que engordar, porque não havia praticamente outra coisa para comer.

Bem, sabe que eu não recebo reclamações? Isso quer dizer alguma coisa! E assim, quantas outras coisas. Às vezes eu vejo, por exemplo, um ou outro rapaz de nosso grupo, pobremente vestido. Eu vejo que ele pelo que é, tudo o mais, deveria estar vestido de outra maneira. Se eu tivesse dinheiro, ou se a DAFN estivesse rica, eu imediatamente mandaria um bilhete: “Mandem vestir convenientemente Fulano”… (…)

prós e os contras, etc. Assim a gente poderia apresentar quanta coisa. (…)

* O sazonamento da Comissão Médica

Eu pergunto: aquela reunião era ou não era há algum tempo atrás uma utopia? Eu me lembro a primeira vez, há muitos anos atrás, eu conviquei um primeiro pré-ensaio das reuniões dos médicos, couberam todos dentro da Sala dos Reis Magos. E via-se que era das idéias que era preciso dar, mas que só iria florescer muito tempo depois.

Fez-se a reunião, todos concordaram, eu saí certo de que não teria lendemain, não teria dia seguinte. Não teve. Mas hoje, é ou não é verdade que a reunião dos médicos tem valor, e nos adianta muito, tem coisas ainda a caminho que são muito mais? Às vezes eu vejo aqueles rapazes exporem aquilo lá, falar, etc., com uma despretensão, com uma seriedade, tendo estudado bastante durante a semana, que é uma coisa que gente não pode deixar de tomar em consideração, e com muita consolação.

Hoje, por exemplo, me pediram para fazer amanhã à tarde a reunião complementar da de hoje. Não sei se vocês viram que eu descartei. E não sei se viram que razão eu dei: “não, porque tem a reunião dos médicos”.

(Dr. EM: O Sr. se lembra que começou com reuniões de 3 em 3 meses, mais ou menos.)

Foi assim, é? Você imagine! Hoje, se eu quisesse fazer 3 reuniões por semana, tinha público! Às vezes saem alguns pequenos defeitos. (…)

* Gente hoje em dia que canta o Ofício!

Eu vou com frequência à SRM, naturalmente, e o Arturo me pede sempre uma recomendação pela “Fanfarria”. Mas com torcida pela Fanfarra, e… E, per accidens, o FA me contou que não sei em que lugar aqui do interior do Brasil, cantaram e rezaram o Ofício dos Mortos, não sei pelo o quê. Não me lembro mais. Eu me manifestei espantado, e ele me disses que é frequente em grupos, e coisas aí do interior, e pequenas unidades, etc., saberem recitar o Ofício dos Mortos.

(Sr. JC: Cantar o Ofício de Nossa Senhora também.)

Cantar o Ofício de Nossa Senhora. Mas vocês podem imaginar um grupo hoje em dia, de gente que canta o Ofício?

(Sr. JC: O Pe. Royo Marin quando assistiu o Ofício em Nova York disse: “Isso aqui, não é que não existe; é que nunca existiu em lugar nenhum! Com essa disciplina, nunca houve na História!”)

Bom, meus caros, tudo isso dito, eu queria dizer uma palavra final…

(…)



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