CSN – 10/9/88 – Sábado . 7 de 7

CSN — 10/9/88 — Sábado

Nova “Sorbonne” se prepara na América Latina contra a TFP — Nessa hora, ter confiança nas palavras de vitória do Senhor Doutor Plinio

(GL - RR muito grave, situação terrível, acachapante.)

É, que só tem esperança pelo sobrenatural.

(GL - Mas nisso está o sr. em luta e sabemos que o sr. vence. Agora, para onde vamos?)

A pergunta é cheia de propósito e muito direita. Eu queria, como começo, tornar claro o seguinte, que talvez eu náo tenha dito com a necessária clareza. Eu tratei tão pormenorizadamente do caso do Brasil porque é um caso muito frisante, de um curso de coisas que a meu ver mais ou menos se fará por toda parte. É um exemplo, depois um exemplo para o qual eu tinha muita documentação hoje, mas de uma coisa que, com essas ou aquelas alterações, se fará por toda parte. E mesmo o exemplo que eu dei dos EEUU com o desarmamento e o Canadá, indicava de um modo ou de outro que essa entrega de pontos pelos que estão em cima era geral e onimoda.

(JC - E impressionante foi o telefonema que o sr. recebeu do sr. JH. Sem ter assistido o SD, ele falou sobre a Colombia.)

Disse que a Colombia está afundando. Literalmente está afundando.

* Como se constroi uma revolução: preparação na sombra, avanço, derrubada de barreiras, recuo, nova preparação

Agora, quanto à pergunta, voce quer saber a sorgente, eu preciso recuar um pouco no tempo para voces todos verem como a coisa se constrói.

Voces talvez se lembrem que quando houve a Sorbonne, eu disse que de fato essa revolução se encolheria, se encolheria nas sacristias e que depois das sacristias ela se expandiria de novo. Portanto, a idéia genérica de que nós iríamos pelo menos para um ponto tão distante como a Sorbonne está hoje em dia, ou “de aquel entonces” quando eu disse, esta idéia estava genericamente presente no espírito de todos nós em virtude desta RR.

O que eu talvez tenha dito, talvez não tenha dito é o seguinte: que o rendimento da operação Sorbonne foi um rendimento enorme para eles, e indicava um metodo novo de fazer que era verdadeiramente uma revolução cultural. E essa revolução cultural girando pouco em torno de temas políticos e mais de um imponderável em que se debatia um modo de ser do homem, um modo de ser, de agir, se debatia o tipo da alma humana, que era quase uma revolução ambientes/costumes, essa revolução tem como método por excelencia, segundo eles fazem indicar, um tempo de preparação e depois uma explosão em que as coisas correm muito, voltam um pouco para trás mas deixando mil barreiras quebradas por onde a coisa pode voltar à carga e caminhar para frente.

Então essa coisa assim: Primeiro, preparação na penumbra, ou no escuro. Segundo, explosão que derruba rapidamente as barreiras de uma sociedade que parece estável, ou pelo menos de alguns pontos que parecem estáveis na sociedade. Terceiro, reação da sociedade, inferior, na realidade, ao tamanho da derrubada de barreira que houve. Quarto, uma preparação longa de nova explosão cultural, por meio de tudo o que tem sido a quarta revolução. Depois nova explosão.

* Esse é o melhor método

Esse é o único meio que eles dão a entender que usam, que se pode encontrar mais ou menos usado em coisas da Revolução Francesa, e de uma ou outra revolução — alguma coisa disso se encontra — e que, sobretudo, eu não consigo cogitar um método melhor.

* Portanto, está se preparando uma nova “Sorbonne”

Donde eu não afirmo que haja método melhor mas eu afirmo que é provável que não haja método melhor. Donde então eu levantar uma probabilidade remota, que eu naquele tempo não descrevi - e posso dizer porque não descrevi - uma probabilidade remota de que uma nova Sorbonne se repetirá.

* E desta vez na América Latina

Por que eu não disse?

Porque eu encontrava tanta incredulidade em admitir, da parte do meu auditório, que essas coisas se repetissem nas quietudes do Brasil e da América Latina, naquele tempo muito mais quieta do que hoje em dia, que eu achava temerário fazer uma previsão que chocasse tanto as vivencias daqueles com quem eu estava falando. De maneira que é possível que eu tenha feito confidencia a um ou outro, a um grupinho a respeito disso, é possível. Mas eu não falei disso assim, com esse método, em RR, porque me parecia temerário.

Agora, isto é que estava na minha cabeça, essa velha noção, quando eu ultimamente tenho observado, visto os acontecimentos. Sobretudo a situação brasileira e, por nexo, mais imediatamente a situação colombiana; a situação chilena, conforme aquela coisa de lá, que eu acho muito incerta; e a situação paraguaia se, de um momento para outro, morrer o Strossener, o que pode acontecer a qualquer hora.

Diante disso tudo, eu fico muito desconfiado de que se prepare uma coisa assim e não uma mera revolução política como estamos pensando mas é com uma espoleta política, por ex., as dividas, a inflação, as roubalheiras, qualquer coisa assim servir de espoleta política para, de fato, uma coisa de uma envergadura muito maior. Por ex., vamos dizer, estudantes da Faculdade de Direito fazerem uma coisa política de protesto contra qualuer coisa. Mas depois a policia tem uma falta de jeito e invade a faculdade. Então se espancam algumas moças, então sái toda uma coisa a respeito de direitos humanos, manifestações de rua, sobre direitos humanos. Outra inabilidade da polícia, sái outra coisa assim. Então, de coisa em coisa, desembocar para uma coisa muito mais ampla, muito mais vasta.

* As CEBs são feitas para esses movimentos culturais, ideológicos, e não políticos

Se voce toma em consideração as CEBs e a natureza das CEBs, elas são muito mais um movimento feito para desencadear fenomenos dessa natureza do que fenomenos políticos. As CEBs não são tão políticas, elas são mais anti-culturais. Não são políticas no sentido de usar a política para uma reforma de estrutura sócio-economica. O que é estrutura política - parlamentarismo ou não, coisa assim - não entra na preocupação das CEBs, mas, usar os meios, as estruturas políticas — quer dizer, Congresso, Presidente da República e tal, os poderes de estado — para imporem uma reforma sócio-economica com conotação cultural muito forte, por ex., RA, RU, RE, tem uma conotação cultural colossal.

(GD - Cultural e não social?)

No seguinte sentido: é que ela impõe uma sociedade mais igualitária. E nisto é cultural.

Se voce quiser eu digo uma revolução ideológica, a RA o é eminentemente, a RU, a RE o são idealmente. E, enquanto tais, culturais. Depois tendo como consequencia modos de vida, estilos de vida, etc., muito mais plebeizantes do que os anteriores. E, portanto, enquanto tais culturais.

* À vista dessa previssão: chegou a hora?

Então, diante deste cáos, eu sou obrigado a me perguntar se aquilo que eu, no meu interior, previa - era impossível que não previsse, era evidente que tinha que prever - se chegou a hora.

Vendo o audio-visual, recordando-me de aspéctos daquele tempo, refrescando a memória, tomando mesmo alguns elementos novos que eu não conhecia, etc., eu sou levado a achar provável que sim.

* Sim, porque o caos atual prepara uma perturbação muito grande

Por que? Porque todo esse cáos parece feito para uma perturbação muito grande. E essa perturbação, pelo seu carácter sócio-economico, tem repercussões culturais colossais, e deve desfechar normalmente num triunfo cultural igualitário, com derrubada de certos monumentos, queima de certas coisas, enfim, toda uma série de coisas que devem ser feitas.

Mas então é essa construção, que não nasceu inteira de meu cérebro ultimamente, mas que toma — “nova et vetera” — um dado muito velho, mas sempre igualmente atual, e aplica a uma realidade que vai tomando cores cada vez mais carregada.

* Ou, tal vez, prepara um continuar do caos que desfecha num ritual de ilogismo?

Agora, pode ser também que a caminhada de uma revolução psicológica, e neste sentido cultural, seja outra. É ir mantendo nessa indecifrabilidade dos acontecimentos, nessa indefinição dos acontecimentos, nesse perpétuo vizinhar tranquilo de riscos abismáticos uma desordem de espírito, mais ou menos prolongada e com apareencias de tranquilidade, que desfecha em certo momento numa espécie de rito do ilogismo triunfante, uma coisa assim, um estertor do ilogismo triunfante, numa aberração, numa coisa qualquer que pode ser feita. Então eu levanto uma hipótese de como isso poderia ser feito, uma hipótese entre muitas, uma hipótese concreta para se poder pegar com as mãos a coisa.

Essa hipótese não convém falar fora daqui porque senão começam nascer as caraminholas, as previsões da enjolrrada, previsões falsas, infantis, etc., não convém. Isso deve ser conversado com gente de peso.

* Hipoteses: um novo “caso Cavalcanti”… 

Mas, pode vir a dar-se o seguinte: voces se lembram daquele caso daquela senhora Pierotti, que serviu de pretexto para aquele negócio do Cavalcanti, Silvio Caldas, aquela coisa toda, Silvio Santos, etc. Bem, podia pegar um caso daqueles, por ex., que é um caso absurdo, mas soltar o caso. Agora, soltar de que maneira?

Soltar assim: ir para um tal espetáculo de televisão… chocou profundamente, a Sra. Pierotti chorou muito, o filho dela ainda não apareceu, tal vizinho que mora em frente da TFP disse que ve esse rapaz aparecer tarde da noite dentro da sede da TFP — é mentira, mas… — e então haver um movimento das coisas mais inesperadas. Por ex., existe aqui uma série de clubes chamados Clubes de Amigos do Bairro, que eu julguei que fosse um movimento completamente morto. Por um “enquête” que saiu aí de quais são as organizações mais influentes, a “enquête” dava — a gente não deve tomar essas “enquêtes” sem discussão mas — a “enquête” dava esta organização como a mais influente de São Paulo.

Argumentandi gratiae” vamos admitir que, por ex., eles podem dizer que o menino Pierotti apareceu na sede deles, fugido de dentro do SB. Lingua não tem osso, qualquer calunia pode sair…

Agora me interessa o ponto assim. Os clubes de bairro começam a movimentar comissões de mães para fazer uma marcha de senhoras sobre a SRM, porque estão alarmadas e querem protestar contra a inoperancia das autoridades civis que já deveriam ter tomado providencia, e querem fazer um “sit in” em frente a sede até que nós entreguemos o menino. Agora, o menino não está conosco. Portanto, não podemos entregar por mais boa vontade que tenhamos. Então começam a forçar a porta, querer arrombar para ver, a gente já está sabendo que eles vão entrar para depredar, para queimar, para insultar, para fazer coisas insuportáveis. A gente já está vendo que também a polícia não vai agir.

Esse aquece-aquece coincide com uma greve. Vamos dizer, a greve dos camioneiros, qualquer coisa assim, metalúrgicos, qualquer coisa, a greve, por ex., dos condutores de onibus. E esses todos estão reunidos numa assembléia no Largo de São Jose do Belém, ou no Largo São João Batista, do Belém. E, condoidos com a situação das mães, recebem uma comissão de mães que hipotecam solidariedade a eles - a greve deles é justa - mas também eles vão agradecer a elas e hipotecar solidariedade a elas. E começa então um quebra-quebra, um queima-queima da TFP. No meio dessa agitação, matam alguns de nós.

* … que acaba na toma do poder por uma ”anti 2DTFP”

Daí a coisa engrossa. Uma autoridade inábil declara que foram comunistas que fizeram isso, que é preciso punir, e sái uma agitação no Brasil inteiro não permitindo isso porque “organizações retrógadas como a TFP não teriam direito de existir, já fizeram mal demais, etc., etc”. E aí, com base nisso, uma espécie de organização extrema contra a TFP, uma anti-TFP luzir, aparecer, e tomar a direção das coisas. Terá seu lider, isso, aquilo, tatá, tatá.

Voces estão compreendendo como daí pode sair uma revolução cultural. Quer dizer, isso tem que nos por muito pensativos. E voce compreende bem que não seria ponderado eu explicar tudo isso hoje a tarde na RR, inteiramente inadequado.

* Havería um ataque contra a SRM, não o SB

(GD - Aquela agitação toda noite no SB, já vai mais de 3 anos.)

A qualquer momento dá, por ex., no seguinte: amanhece um homem morto na calçada do São Bento e se diz que foi durante a noite alguém do SB que matou. De fato foi um deles, mas eles não vacilam para matar um homem. É como matar uma mosca.

(GL - A opinião pública está desgostosa mas dizer revoltada, não parece.)

Revoltada não. Mas se eles conseguirem umas 500 ou 600 pessoas para fazer essa configuração, embombadas pela mídia, com coisas a lá Sorbonne, “ardeu a sede da TFP”, coisas assim, eu acho que é uma coisa que na qual se pode pensar se vale a pena fazer. E eu acho que eles estão preparando para ver se consegue. Não acho que eles estejam resolvidos a fazer. Daí minha dúvida. É exatamente o que eu penso.

Eu acho - devo dizer entre parentesis - que eles não atacariam o SB, atacariam a SRM, porque é muito mais conhecida pelo geral da cidade como simbolo da TFP do que o SB. De outro lado porque no bairro do SB tem muita gente que conhece o SB e que uma simpatia de lagartixa tem pelo SB. Mas não é a questão da SRM, onde o público é muito mais sapo, odeia muito mais, não tem sido convidado para visitar, nem pode ser porque iria gente em trages inimagináveis… (…)

Não pode ser. E arder o palacete da TFP seria muito mais simbólico.

(MN - Com todo mundo vendo e aplaudindo.)

Aplaudindo. Predios de luxo com gente aplaudindo.

* Como montar esse ataque no clima de consenso

(PH - Nesse clima de consenso como se cria isso?)

Essa distensão e consenso nascem da propaganda, nascem muito menos de um apetite profundo da opinião. A opinião apenas aceita isso. Se a propaganda virar do outro lado, a opinião não aceita. E sobretudo o que tem é que todo mundo consensual não é consensual em relação a nós. O consenso é uma conspiração entre os revolucionários.

(PH - Mas se querem fazer o consenso, que vantagem eles tem de criar essa tensão?)

Vamos dizer que me matem numa coisa dessas. No fim, 15, 20 dias depois dizem: “é verdade, foi uma coisa excessiva, etc., prova como a gente não deve extremar as posições como fazia a TFP, ela provocou esse extremo pelo extremismo dela mas que é só mesmo numa posição consensual que as coisas andam bem. Não tenhamos outra TFP que não teremos outra monstruosidade dessa”.

(PH - Fariam o alali final com a TFP e depois…)

Exatamente. Não sei se esse castelo de hipóteses está armado.

Bem, depois tem outro problema: se essa hipótese se apertar, o que faremos nós?

* Que atitude tomar-mos nessa ocasião?

Eu tenho a impressão de que nós deveríamos nos retirar da SRM… (…)

* Unirmo-nos ao ato de confiança na vitória do Senhor Doutor Plinio

O modo de nos unirmos inteiramente nessa eventualidade é se unirem, em primeiro lugar, ao meu ato de confiança, procurando realizar nas suas almas a serenidade confiante e, tanto quanto eu consiga, lúcida, para dirigir as coisas.

E aqui se situa - segundo ponto - a explicação do porque eu insisti tanto em que essas coisas são articuladas. A idéia de uma resistencia a uma coisa dessas por meio de uma jogada política qualquer que apareça e que essa jogada é capaz de desarticular tudo de um momento para outro, é um recurso muito grande para a confiança. E isto só parte da convicção de que é articulado.

O tempo inteiro eu tinha como finalidade primeira essa. Como finalidade segunda, habituar os espíritos aos raciocínios, à destreza necessária para acompanhar o jogo, etc.

* Confiança na palavra do Senhor Doutor Plinio de que é uma articulação, não um movimento de O.P.

(GL - É uma confiança no Sr…)

Confiança na minha denúncia de que isto é articulado e artificial e, portanto, desmontável a partir de um ponto cúpula que se atinja por meio de uma negociação. E é bem claro que, à medida em que os fatos se forem desenrolando, eu vou me perguntando a mim mesmo que negociação é possível fazer. Agora em sêco não aparece, mas é uma coisa que desde logo vou pensando.

(GD - Por que o sr. fala em negociação e não em medida contra o adversário? Negociação dá impressão de uma tratativa com o adversãrio. Também é isso que o sr. está considerando?)

Também. Mas é muito menos provável que eu consiga nesse quadrante. E depois, a medida contra o adversário tem um perigo… (…)

proclamar nossas posições a espera de que um mal supremo traga “in extremis” a cristalização suma de um grupinho mínimo e a entrada da Providencia, é o ato de confiança.

(GL - Esse grupinho é de filhos do Sr., porque só ficaram atras do processo R por causa do Sr.)

É verdade. (…)

* A via láctea de medrosos e encolhidos que seguem a TFP, e que faz da TFP uma potência

em que havia só a Pará, ou o Legionário, eu noto uma espécie de resistencia em não tomar em consideração o seguinte: que a coisa se faz propriamente, a ação da TFP, pela soma, ao longo dos tempos, de uma verdadeira via láctea de pessoas que vão atrás da TFP, medrosas, encolhidas, etc., mas que constitue uma espécie de luz difusa que cerca a TFP, que seria um erro contar apenas com os CCEE, mais os sócios e cooperadores. É um erro. Há uma coisa muito mais vasta e é aquilo que poderiamos chamar o renome da TFP e meu. E que isto é que faz da TFP uma potência.

A corola desta flor somos nós, não tem dúvida, mas essa flor tem pétalas. E nós não podemos abstrair da existencia das pétalas no considerar a flor.

Vamos dizer, por ex., em Rib. Preto, em Curitiba, em Minas, no RGS, no Chile há uma porção de gente que tem conhecimento da existencia da TFP, não só da chilena mas da brasileira, tem conhecimento dos nossos livros, de nossas obras, de nossas coisas, vagamente sabem que existe, tem assim uma figura do que nós fazemos tão contrastante do que se faz que de fato freia.

Mas freia em que sentido? Não é que para os acontecimentos. Freia muitas pessoas que acompanham de longe, com menos boa vontade, com menos bem do que se nós não estivéssemos presentes.

Tanto é que voce pega uma avenida central de qualquer uma dessas cidades que eu acabo de mencionar, começa perguntar a gente aí: “Voce sabe o que é a TFP, voce sabe quem é Plinio Corrêa de Oliveira?”, voce encontra muita gente que sabe.

Agaora, isto é a luz difusa da TFP, mas são os ganchos por onde ela atrapalha a R, que continua a andar. Não é achar que para, mas anda. Anda mal a vontade, embaraçada, como um sentenciado que tem amarrado no pé a corrente com a bola, ele anda, mas em que condições ele anda?

É engraçado que as próprias sedes tem seu papel dentro disso. Por ex.,houve há pouco tempo atrás… (…)

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