Conversa
de Sábado à Noite – 31/10/1981 – [AC V –
81/10.24] .
Conversa de Sábado à Noite — 31/10/1981 — [AC V — 81/10.24]
Diante da guerrilha de surpresas do demônio a impossibilidade em prever o que ele fará e o que Nossa Senhora fará contra * Na vida do Grupo uma porção de surpresas impensáveis que pede uma confiança cega em Nossa Senhora * Nesta psy‑guerrilha do demônio a importância da impostação de alma diante da qual tudo pode mudar * Quando não se ama os princípios, não se ama também as pessoas que o simbolizam * A transmissão do tungstênio através de uma cordilheira de princípios onde os montes menores se apoiam nos maiores Estando * o sistema de palco já gasto como o balcão de pedras do ASM se tornou uma tribuna para declamações * A dificuldade em encontrar um palco que una o abstrato ao concreto; o que o balcão de pedras tem que soluciona este problema * O equilíbrio e perfeição da Igreja separando o presbitério por escadarias e grades * Na comunhão recebida junto à mesa do presbitério o traço de união entre a aristocracia e a plebe eclesiástica
Então meu Guerreiro, entre!
* Diante da guerrilha de surpresas do demônio a impossibilidade em prever o que ele fará e o que Nossa Senhora fará contra
(Sr. Guerreiro: O processo chegando ao fim, o senhor dizia que o demônio queria interferir naqueles que seguem o senhor para, com isso, afastá‑los do senhor. Então, daí viria a tal guerrilha do demônio que o senhor comentou hoje à tarde. Como o senhor consideraria que esses problemas passariam conosco? E com a Opinião Pública?)
Eu compreendo a pergunta. Compreenda a resposta. Quer dizer, eu acho a pergunta muito razoável, mas veja bem a resposta. Eu acho que é tão inesperado aparecer no fim de um grande combate uma guerrilha, um combate de séculos que se esvai em guerrilha, é uma coisa tão inesperada — de um lado — agora, de outro lado, o nosso adversário tem tantas possibilidades de pregar surpresas, que nós, eu não tenho meios de prever o que ele fará, como não tenho meios também de prever o que Nossa Senhora fará contra.
Por exemplo, isso: eu terminei a reunião passada muito preocupado por falta de ponta de trilho para a reunião de hoje. E resolvi por nas mãos d’Ela e não me preocupar com o assunto. Eu nunca imaginei que esse afluxo de notícias sesquipedais houvesse de pronunciar‑se nesse semana, nunca imaginei.
Eu nunca imaginei que o vidro fosse quebrado com o pontapé naquela hora, nunca imaginei que a quebra do vidro fosse essa, nunca imaginei que Nossa Senhora mandasse aqueles recortes naquela ocasião.
* Nessa guerrilha a defesa consiste num sistema de observação atentíssimo
Quer dizer, na guerrilha de surpresa [do demônio contra os bons] “nunca imaginei” é o lema. E a defesa consiste num sistema de observação atentíssimo para a gente saber o que é que mudou, como mudou e conhecer bem a anatomia e fisiologia da mudança para poder jogar a jogada na hora diante do inesperado, porque tudo acontece como a gente não imagina.
Como é? Não seria guerrilha se não fosse assim. De maneira que, no regime da surpresa, o que eu posso prever é só isso.
Eu sei que seria muito mais bonito, muito mais conforme meu temperamento, um grande processo que começa, que se desenvolve, se desdobra, etc., etc., como um losango que começa e a gente conclui no fim, muito mais bonito e eu gostaria muito mais. Mas estou colocado em situação completamente diferente. O que posso fazer?
Não sei se está claro para todos?
* Na vida do Grupo uma porção de surpresas impensáveis que pede uma confiança cega em Nossa Senhora
É preciso dizer que na vida do Grupo uma porção de coisas, não por guerrilha, mas por disposição de Nossa Senhora, tem sido assim surpresas diante do não pensado, do não sonhado. Uma porção de surpresas, uma depois da outra. A gente vai aproximando, — debaixo de certo ponto de vista é pior — o processo encaminha para um abismo e a gente continua viajar sabendo que daria algumas tantas rotações da roda, a gente está no abismo. A gente continua a rezar o terço, tratar de coisinhas, responder para um senhor do interior não sei de onde, o que falei hoje à noite, os senhores ouviram, responder para um senhor do interior da Bahia, uma carta, “tá, tá, tá”, ninharias, enquanto eu sei que o carro em que estou está para bater num poste daqui há cinco minutos.
Quando não se trata do lado físico do Desastre que produziu os resultados que os senhores sabem, mas do lado moral, espiritual, que a gente verifica que, quando chega perto do poste, Nossa Senhora faz o poste virar fumaça, o automóvel virar fumaça, qualquer outra coisa, a coisa toca para frente.
De maneira que eu estou muito adestrado a ir confiando cegamente porque a situação acaba se arranjando, estou muito adestrado, mas quand même é pesado!
* Assaltados por surpresas como por uma miríade de colibris
Os grandes processos monumentais… tudo quanto é monumental me agrada! Tudo quanto não é monumental, pode até ser magnífico, mas me encanta, mas… para dizer tudo numa palavra só: eu gosto tanto do vôo do colibri, mas se eu tivesse uma sala com muitos colibris, muitos beija‑flores, eu acabava me agastando; voa para cá, voa para lá, pula para cá, não senhor! Voe como a águia!
Aquela história do beija‑flor, vai assim “pizzz!”, aquele bico pontudo, sim senhor, voa no itinerário do bico, de repente para e vai para trás. O que é isso? O que está imaginando? É assim que ele faz.
Bom, alguém dirá: “Tem seu particular charme”. Isso eu percebo, mas para mim…
Agora, águia não. Voa, voa, está bem.
Nós estamos assaltados por uma miríade de colibris. É preciso lutar, não tem conversa.
Pareço não lhe ter causado muita alegria…
(Sr. Guerreiro: O senhor dizia que todo monumental agrada ao senhor. E como todo monumental tem regras, tem princípios…)
É, está na natureza do monumento, é um conjunto de regras que se desdobraram: isso é um monumento.
(Sr. Guerreiro: Então, posto que é assim, haveria umas tantas regras dentro desta monumentalidade na qual o senhor luta. E hoje à tarde o senhor dizia que a guerrilha é um recurso da Revolução para afastar do senhor aqueles que ainda o seguem. Não sei se está mal entendido.)
Não. É isso sim.
Ou eu me engano, ou essa pergunta muito florida, etc., dá no fundo na seguinte observação: “O senhor respondeu uma coisa verdadeira, mas assim como uma vitrine de vidro, não se atravessa, mas nós vemos que para lá da vitrine tem alguma outra coisa…
[Risos]
…e que alguma coisa o senhor poderia dizer”.
* Nesta psy‑guerrilha do demônio a importância da impostação de alma diante da qual tudo pode mudar
Eu tratei desse tema porque não tive remédio, mas propriamente eu não quereria ter tratado, porque se dá o seguinte:
Nessa guerrilha, minha impressão é de que, se a pessoa toma uma determinada impostação de alma, os mosquitos afluem e fazem toda a psy‑guerrilha de que estamos falando. Se a pessoa tomar uma outra impostação de alma, tudo muda. E que o problema está mais numa impostação de alma do que a gente pegar cada mosquito.
Eu não quis entrar em pormenores a esse respeito hoje à tarde lá no auditório de Jasna Gora porque isso iria para até não sei onde. E agora abordo o assunto com uma certa hesitação, porque o assunto é delicado. Mas acaba acontecendo que se a pessoa… Se a pessoa procura seriamente elevar‑se acima das cogitaçõezinhas da vida cotidiana, deixa de ser um homem cotidiano para ser um homem de grandes horizontes, e se ele procura nesses grandes horizontes, encontra o ponto certo para olhar: Nossa Senhora, “tal enquanto tal”, etc., eu tenho a impressão de que esta psy‑guerrilha, a dar‑se, — não tenho certeza que se dê — a dar‑se, se configura de um modo tão diverso e tão mais fácil que não sei o que dizer.
Se a pessoa não entra por aí, torna‑se um bicho de sete cabeças que não sei como ajudar.
Não sei, meu filho, se fui claro? Mas é assim.
Quer dizer, se a pessoa começa futricar: “Hoje tive tal tentação assim. Essa tentação é diferente de tal coisa. Com certeza é psy‑guerrilha…”. O sujeito já inventa para a tentação um ar parecido com a psy‑guerrilha que ele imaginou, porque é uma situação interessante estar na psy‑guerrilha. E acaba, além da mosquitada toda da psy‑guerrilha, ele acaba imaginando mosquitos que não pousaram nele. É em extremo delicado, quando a solução não é essa. A solução é outra.
Uma comparação ousada, mas quando o povo judeu estava vagueando pelo deserto, eles foram atingidos por uma doença que eles curavam olhando para uma cruz, na qual estava enroscada uma serpente. Era a prefigura de Nosso Senhor Jesus Cristo. E aí eles saravam.
A solução não era ir curando cada chagazinha, mas era olhar para a cruz. Agora, se a pessoa tem uma irremediável oposição a olhar para a cruz, eu não sei muito como arranjar para curar as chagazinhas.
O senhor compreende como isso seria complicado de dizer hoje à tarde.
* O Sr. João pede que o Sr. Dr. Plinio trate da “teoria do tungstênio”, suspensa deste 1967
(Sr. João Clá: O senhor em 1967 falava do tungstênio, um material “de lo” último, que precisa de não sei quantas pressões para virar filamento. Depois de virado filamento precisa ainda da corrente elétrica para produzir a luz. Essa problemática o senhor nunca tratou depois de 1967, mas vai na linha do que o Sr. Guerreiro levanta. Os homens providenciais só faziam algo porque recebiam o espírito de Nossa Senhora…)
Isso é claro.
(Sr. João Clá: Por sua vez, os que seguiam os homens providenciais só faziam algo quando estavam ligados aos homens providenciais…)
Que recebem o espírito de Nossa Senhora.
(Sr. João Clá: Agora, esse tema o senhor deixou em suspenso desde 1967 até hoje e não tratou. Ou compenetração no tungstênio, ou nada feito.)
É fora de dúvida!
(Sr. João Clá: Não sei se o senhor gostaria de atender o Sr. Guerreiro entrando por aí?)
[Risos]
(Sr. Guerreiro: o Sr. João Clá agradece.)
[Risos]
(…)
* Personagens históricos que emitiram princípios; ex. de Gengis Khan
…ouvi falar pouco, mas alguma coisinha ouvi. Se eu disser numa conferência: “Nem as hordas de Gengis‑Khan cometeriam tal selvageria…”, eu acho que noventa por cento do auditório não sabe quem é Gengis‑Khan, fica sabendo nessa hora. Quando for procurar numa enciclopédia quem foi Gengis‑Khan, vai entender melhor Gengis‑khan porque um de nós terá falado na conferência a respeito de Gengis‑Khan.
Agora, o que é que tem por detrás disso?
É que o Gengis‑khan verdadeiro, histórico, emitiu um certo princípio segundo o qual a ferocidade mais debandada, mais fulminante e que só se contenta depois de ter estraçalhado, é a regra da vida. E que a vida é dos poderosos que sabem estrangular.
Resultado: Gengis se escreve como se pronuncia, com dois “gs” travessão “Khan”. Se fosse escrever com “c” o nome dele se liquefaria. Ele é todo em K. Esse h é indispensável. Gengis‑Khan, numa palavra só Gengiskhan, se esvai. As letras correspondem… o grande princípio de reversibilidade que me agrada tanto, é indispensável nisso.
* Quando não se ama os princípios, não se ama também as pessoas que o simbolizam
Resultado: quando a gente implica com um princípio, por antipatia pessoal com um princípio, a gente, o princípio pode se incrustar na nossa cabeça à martelada de lógica. Nós gostaremos do princípio? Não! Nós somos escravos do princípio, ele entrou em nossa cabeça, tomou conta, porque tem direito. Mas nós não somos filhos do princípio. De tal modo que as pessoas que simbolizam aquele princípio, nós não gostamos dela.
Meu caro Guerreiro, meus caros titulares do salão azul, não sei se estou claro no que estou dizendo?
Mas por exemplo, eu vi na Europa em quantidade, — há alguns europeus aqui, devem provavelmente confirmar o que digo — eu vi na Europa em quantidade o seguinte:
(…)
* A transmissão do tungstênio através de uma cordilheira de princípios onde os montes menores se apoiam nos maiores
…sapientíssimos e santíssimos dela, dispôs as coisas de tal maneira que, assim como onde há um píncaro há uma cordilheira, assim também onde há uma grande representação de princípios, há montes menos altos que se encostam naquele e formam uma cordilheira.
Então, os senhores têm Carlos Magno, depois tem Roland, depois tem os pares, depois tem o cavaleiro medieval ideal, é uma legião de cavaleiros, tudo montanhas em torno do píncaro que foi Carlos Magno.
Assim, alguém pode ser elemento de transmissão de um tungstênio que já se deu. Não só pode, mas deve. Isto é o jogo do tungstênio.
Esse princípio é tão nobre e tão sábio, esse do tungstênio, que eu vinha conversando com o João Clá no automóvel a respeito de uma coisa:
* Estando o sistema de palco já gasto como o balcão de pedras do ASM se tornou uma tribuna para declamações
Nós estávamos comentando o quadro vivo que foi feito hoje no Auditório São Miguel em cima daquele balcão, e eu estava dizendo ao João que tinha gostado muito, estava muito bom, etc., estava fazendo comentário a respeito do assunto.
A essa altura foi ponderado que aquele balcão no Auditório São Miguel que é discutível do ponto de vista artístico, entretanto acabou tendo uma função por onde ele não é eliminável, é exatamente servir como uma espécie de tribuna para declamações de corpo inteiro, naquela altura. É a altura ideal para isso.
O Dr. Adolfo que desenhou o balcão, deu ao balcão uma bonita altura e uma bonita largura, mas que serve para o que ele nunca imaginou: para homens em pé ali fizessem quadro vivo e declamação. Nem ele imaginou nem eu quando inaugurei o auditório, não me passou pela cabeça, é uma tribuna, é uma mesa diretora dos trabalhos, está acabado, não tem mais nada o que dizer. Está bem.
Então nós estávamos comentando isso e aí comentamos que palco é uma coisa muito gasta hoje em dia. Quer dizer, tudo quanto se passa no palco, depois tem aquele buraco onde cabe a orquestra, a clássica conchinha onde está escondido um homem que todo mundo sabe que é o que está soprando o que está sendo dito.
Depois tem aquele buraco onde fica o violinista, aquela coisa toda e depois um espaçozinho e começa o público, é uma coisa gasta, João Clá concordou comigo, o palco está gasto.
Então falávamos se é bom ou não que o palco tinha sido gasto. Então estávamos comentando que, de algum lado é bom. Depois, de alguma lado não é bom. O palco, como nasceu?
* A dificuldade em encontrar um palco que una o abstrato ao concreto; o que o balcão de pedras tem que soluciona este problema
O palco nasceu nos séculos XVI, XVII, quando de teatro em sala; — antigamente [os] teatros eram nos parvis das igrejas, do lado de fora da escadaria — começou fazer‑se em sala e inventaram o palco. O palco corresponde ao período do abstrato. O ambiente do palco é um ambiente do irreal imaginado, onde se movem verdades e erros, torpezas ou virtudes, e fazem lá uma narração qualquer e a gente fica de fora, é o abstrato.
Agora, também é verdade que o homem do nosso século, louco pela civilização da imagem, pelos defeitos dele é mais intolerante com esse abstrato do que deveria ser, ele quer pegar em tudo, quer estar próximo de tudo, porque pensa pouco e precisa ter muitas impressões.
Então nós perguntamos qual é o ponto de equilíbrio entre o concreto e o abstrato, qual é o ponto ideal. E é muito difícil — em matéria de palco — é muito difícil encontrar.
Imaginem que os senhores tivessem que fazer esse quadro vivo num palco, perdia, acho que os senhores mesmos teriam menos animação de fazer, perdia. Ainda mais com aquele buraco embaixo, perdia, não vai.
Então, qual é a solução para o caso?
Aquela muralha é como um palco. Entretanto não dá impressão que o palco dá. Por que é? O que tem naquilo?
* O equilíbrio e perfeição da Igreja separando o presbitério por escadarias e grades
Então estávamos comentando que o ponto perfeito de equilíbrio, como tantíssimas vezes, dá a Igreja. Os senhores estudando o presbitério que fica mais alto que a nave central e a separação por uma escadazinha e a mesa de comunhão, aquela gradezinha, é a separação perfeita. De não se ter o que dizer uma coisa a esse respeito. Tão natural e tão simples que a gente não se lembra que aquilo possa ser perfeito.
Quem é de nós que pensou que isso é perfeito? Ninguém. Está ali, é natural como a respiração. Entretanto vejam a perfeição.
Os senhores imaginem todas as mesas de comunhão do mundo, por um decreto papal, serem aplainados todos os presbitérios e ficarem no nível das pessoas e suprimirem as mesas de comunhão. Não se consegue rezar, não se consegue assistir missa.
Agora, imaginem o contrário, que viesse um Papa “falsa direita” e mandasse acabar com os degraus que dão para o presbitério e ficasse aquela muralha assim, em cima a mesa de comunhão para se comungar em pé. Os senhores não achariam uma coisa desagradável? Acho que nem lhes agrada muito lembrar essa hipótese, é melhor deixar de lado.
Está bem. Vejam com que naturalidade, com que mão de Mãe e com que sabedoria de anjo a Igreja organiza aquilo.
* Na comunhão recebida junto à mesa do presbitério o traço de união entre a aristocracia e a plebe eclesiástica
Mais ainda, a barreira que separa a plebe eclesiástica que somos nós, da aristocracia eclesiástica que é o clero, é entretanto, um possantíssimo traço de união, porque a mesa onde a gente se ajoelha para eles nos darem o corpo e sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, quer dizer, aquela hóstia que eles vão depositar nos lábios de cada um de nós, esta hóstia, ele, normalmente se ajoelha diante dela; entretanto, nós vamos ser sacrários dessa hóstia. Vejam a união psicológica entre ele e nós. A hóstia ele consagrou. Terminada a cerimônia augusta da consagração, ele comunga e como que interrompe o resto da cerimônia e vai dar uma partícula para cada fiel que se apresenta. Que traço de união por cima dessa separação!
É tudo quanto significa aquela mesa onde a gente se ajoelha, móvel conveniente para que a comunhão se dê de um modo adequado. É uma verdadeira beleza. Ao menos a meu ver.
O que aparece aqui? Algo da fisionomia da Igreja Católica, algo da fisionomia da Fé Católica. E isto é quase, bem analisado, tem algo de parecido, como se nós tivéssemos uma visão.
Meus caros, essa é a reversibilidade. Fugit irreparabile tempus.
(Sr. João Clá: Esperemos a eternidade onde não há “fugit” nem “tempus”.)
Eu gosto de pensar que a senhora do Quadrinho já está nessa eternidade.
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