Conversa
de Sábado à Noite (Alagoas, 1andar)
– 11/4/1981 – Sábado [RSN 021] – p.
Conversa de Sábado à Noite (Alagoas, 1andar) — 11/4/1981 — Sábado [RSN 021]
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O estado de espírito das pessoas chegou a ponto de serem levadas por sugestões meio hipnóticas * Pode estar havendo uma hipnose profunda e habitual, ligada a discos voadores * Como se opera o jogo de influência revolucionária pessoal, mesmo à distância * Certos lugares têm algo de malfazejo imanente * O simples ver passar um carro esportivo pode trazer o tédio pela grandeza * O terrível do modorrento que perdeu a apetência interna da alma é “torcer o nariz” para os eremitas que são imunes e imunizadores * Para quebrar a carapaça do público, os eremitas precisam de algo mais, ainda não definido * A debilidade da Revolução se prova pelo NA-NE É hipnotizado, uma psy maconha que ela precisou estabelecer * O impasse polonês é o sintoma da falência do sistema criado pela Revolução
* O estado de espírito das pessoas chegou a ponto de serem levadas por sugestões meio hipnóticas
(Sr. Guerreiro:… de tal modo a opinião pública mudou, a impressão que eu fiquei, depois de oito anos que eu não ia a uma caravana, que me deu a impressão que todo o jogo tem que ser outro com a opinião pública. O senhor acha que é assim?)
Pelo que se passa na rua em torno de mim, pelo que eu leio nos jornais, pelo que me contam, eu sinto isto. Eu sinto que a coisa se passa de tal maneira, que, eu volto a dizer, você assistiu à reunião, você deve ver que eu ponho a hipótese, que fica entre a certeza moral e a hipótese muito provável. E até acho legítimo que às vezes a pessoa sinta a certeza moral sobre um tema, depois aquilo se esclareça ou ilumine um pouco e volte para o provável. Isso eu acho muito explicável, muito normal.
O fato é que eu tenho a impressão que a coisa chega a um ponto que é bater num telégrafo morse, uns sinais, tatá-tatá, que já determinam estados de espírito que vão levando as pessoas.
(Dr. Edwaldo: Há uma fórmula que quando um hipnotizador hipnotiza muito uma mesma pessoa, depois por uma sinal assim de hipnotizar, a pessoa cai em hipnose. Quer dizer, seria algo do gênero.)
Aliás, a hipnose tem coisas dessas.
(Dr. Edwaldo: No começo, porque a pessoa na primeira vez se não quer, ela não se deixa hipnotizar.)
Seria algo do gênero. Ouvi dizer que a pessoa quando não quer, nunca se deixar hipnotizar.
(Dr. Edwaldo: É, ao se deixar hipnotizar, ela tem que se abrir por dentro.)
Mas a hipnose deve trazer uma solicitação para a pessoa se deixar hipnotizar. Deve ser, porque é tão irracional querer deixar-se hipnotizar, que a não ser mediante uma solicitação, eu não creio que uma pessoa se deixe hipnotizar.
(Dr. Edwaldo: E à medida que ela se deixa hipnotizar, as hipnose subseqüentes são muito mais fáceis, a ponto de ficar inclusive [reduzida] a um sinal.)
Um zumbi! Completamente zumbi!
Por outro lado, sugestões — não é bem hipnose, mas sugestões — coletivas. Aliás, seria preciso usar aqui também a palavra sugestão. Hipnose e a sugestão são coisas distintas, mas ambas caberiam no caso: sugestões coletivas.
Papai contava, antes da Primeira Guerra, quando ele esteve em Paris, um mágico, um prestigiador, etc., chegou a um teatro com uma hora de atraso, e o pessoal: “Ah! Ah!”. Ele disse: “Eu não vejo razão para isso. Confiram seus horários”. Todos olharam os relógios e viram o horário que ele queria que vissem.
Naturalmente o pessoal percebeu e começou a bater palmas porque era a entrada dele na…
O que se passa é mais ou menos assim como esse sugestionador. Fez as pessoas verem no relógio uma hora que não estava marcando. Isso explicaria um pouco.
* Pode estar havendo uma hipnose profunda e habitual, ligada a discos voadores
Nós aparecemos, ou a propósito do nosso nome, o nosso nome, há uma desgraça que é de sugestão ou de hipnose. Quando se menciona, por exemplo, simplesmente o nome TFP, já isto determina nas pessoas uma desgraça.
O que define, aliás, uma elite, porque o pessoal que não se deixa sugestionar é um pessoal que, debaixo de um certo ponto de vista, é escol. Claro que não estou aludindo a escol social; é escol como valor de alma, como categoria.
Agora, até que ponto é distinto a sugestão de hipnose? Até que ponto a sugestão não é senão uma hipótese muito passageira? Talvez até profunda, mas efêmera por essência. Até que ponto a hipnose não é uma sugestão profunda e tornada habitual, contínua? Também não sei!
O que é que cobra faz com a rã, ela sugestiona ou hipnotiza? O que é que é isso?
O fato é que eu tenho a impressão de que nós estamos andando em plena sugestão ou hipnose.
(Dr. Edwaldo: O senhor tanto comentou ao sinal do discos. É nessa linha?)
Inteiramente!
(Dr. Edwaldo: Uma reação comum a todo mundo, é as pessoas vêem os discos e depois não comentam o fato. Isso era muito comum. Casos espantosos inclusive dentro do Grupo, pode-se apalpar com as mãos.)
E um dos que viram o disco, talvez tenha sido você, não me lembro quem foi, foi um eremita do Êremo de Elias, que disse o seguinte: que ao ver o disco tinha a sensação seguinte: “É evidente que não é senão um fato natural”.
Isto foi bem a sensação que eu tive quando uma vez eu vi uma bolinha no ar e o povo reunido dizendo que era disco. Eu olhava aquele reflexo, uma espécie de reflexo de alumínio, e pensava: “É bem uma coisa natural”. Depois eu pensava: “Por que é que eu estou afirmando que é bem uma coisa natural?”.
(Dr. Edwaldo: O senhor daquele disco que apareceu lá no Rio Grande do Sul em Harmonia, na cidade onde morava, e que não era disco. Apareceu nas fotografias um disco enorme de uns trezentos metros, a mãe dele viu a foto, e o povo passando. Entrou e não falou com o marido.)
Por exemplo, esta ação que essa senhora sofreu é parecida com a ação que se desenvolveu em torno de nós a nosso propósito.
(Sr. Guerreiro: Isso é tão impressionante, que a gente se pergunta como é que a gente vai lutar contra isso tudo. Como é que o senhor vai cortar essa gelatina que cobre essa gente toda?)
A imagem da gelatina é muito boa.
(…)
… no fundo do mar uma série de cadáveres em pé. E quando batia uma corrente de submarino, os cadáveres todos se orientavam de um jeito ou de outro. É isto exatamente!
Por isso que quando você falou de gelatina… é terrível, mas é isso.
* Como se opera o jogo de influência revolucionária pessoal, mesmo à distância
(Sr. Fiúza: Não teria alguma coisa mais difusa na seguinte linha: as pessoas fazerem mal umas às outras pelo simples contato, quem é pior está com mais poder de fazer mal do que a melhor, pelo simples contato, sem falar nada?)
Portanto, não a partir de um Uri Gueller?
(Sr. Fiúza: Talvez a partir de um Uri Gueller. Mas já está de tal maneira difuso na Humanidade, que poderia com a pessoa do Grupo que sair e for ter contato aí fora. Se ele não estiver muito prevenido e muito bem guardado, de si já recebe um…)
Eu acho que você formularia ainda melhor sua pergunta se você ao invés de falar em pessoa melhor ou pessoa pior, você dissesse que quem é mais revolucionário exerce essa ação sobre quem é menos revolucionário. Aí a pergunta batia bem no ponto.
(Sr. Fiúza: Exatamente isso!)
Aí eu responderia o seguinte:
Quando eu falo do Uri Gueller, eu falo de duas possibilidades. Uma é uma coisa à distância, mas outra coisa é esse sistema de onda, que, a partir de uns mais sensíveis, um homem superemissor contagia, sem que talvez os que estão comunicando saibam, uma porção de outros. Seria uma espécie de comunhão dos precitos.
* Certos lugares têm algo de malfazejo imanente
(Sr. Fiúza: Pelo simples fato de se olhar para as pessoas na rua, se sente uma influência ruim.)
Eu concordo com você.
Agora, aqui há uma coisa muito curiosa que é a seguinte: isto está se fazendo sentir muito mais, mas sempre houve algo disso, e você pode notar às vezes trechos de rua, lojas, coisas assim que têm alguma coisa assim de imanente, que é uma coisa tremenda.
Por exemplo, eu sinto alguma coisa assim no trecho de rua que vai da Av. Angélica até a Bahia na Rua Alagoas. Há alguma coisa que mora ali e que é profundamente malfazeja. E quando eu resmungo contra os automóveis que têm sempre uma encrenca por ali, no fundo é a minha impressão que os automóveis… em parte se explica porque tem prédio muito alto lá , mas que em parte não se explica, que aquilo é resultado de uma presença malfazeja qualquer aninhada ali. Possivelmente nesse Edifício Parquita lá, aquela luzinha, aquilo tudo
(Sr. F. Antúnez: A luzinha que o senhor fala?)
Aquela luzinha, por exemplo, no terraço. Toda noite a partir de certa hora tem no terraço bem alto — por que no terraço? — um desse “abat-jourezinhos” de louça ordinários, uma luz acesa. Ultimamente parece que tem acendido menos. Mas assim umas coisas.
Por exemplo, há uma loja de brinquedos ali. Aquela loja de brinquedos, a gente passa e vê brinquedos de criança, não tem importância. Me dá a impressão…
(…)
* O simples ver passar um carro esportivo pode trazer o tédio pela grandeza
… que não tinha de dado conta claramente, mas não quero reduzir tudo a isso. Mas é compreensível que um rapaz que estivesse indo para a Rua Pará para assistir uma reunião de sábado à tarde, vendo passar dois ou três automóveis esportivos e coisas dessas, perdesse a apetência da grandeza da Reunião de Recortes que ele ia assistir. Porque são estas almas assim que sentem o tédio da grandeza de que falava hoje o Vitor Hugo.
Bom, tudo isto caminhando para o Gueller e para o que você falava de gelatina ou da água.
Isto se tornou tão geral, tão geral, que submerge as pessoas. Tudo é assim.
(Sr. Guerreiro: Porque só ultimamente o senhor levantou a hipótese Uri Gueller? Porque se passaram os fatos de Curitiba?)
Não. É porque os fatos que se passaram em Curitiba me deram uma demostração palpável — como que demostração, mas palpável — de uma realidade que muitos dentro do Grupo ficariam escandalizados em admitir.
(Sr. Fiúza: Num almoço há uns três meses atrás o senhor levantou o assunto.)
É, de quando em quando essa idéia vinha.
(Dr. Edwaldo: O assunto guru vai nessa linha.)
Largamente, largamente.
* O terrível do modorrento que perdeu a apetência interna da alma é “torcer o nariz” para os eremitas que são imunes e imunizadores
(Sr. Guerreiro: O senhor não podia entrar um pouco nesse assunto? Porque a gente sente que isso tem um tal nexo com a luta RCR, luta anjos e demônios, profetismo e antiprofetismo, são profundidades tanto mais altas quanto mais baixas tais subtilezas, que… eu senti muito nesta campanha, o aviltamento da Opinião Pública é uma coisa impressionante.)
Está ao zero, hipnotizados, mas totalmente, não existe mais.
(…)
O curioso, meu filho, é o seguinte: é que se vocês vão prestar bem atenção, encontram que muito “tirolês” e muito modorrento é assim porque ele recusa o convite que lhe é feito de fora para dentro, mas ele deixou que o convite lhe roubasse a apetência do que dentro se dá para ele. É terrível.
Por isso é que falei há pouco do automóvel esportivo, da flâmula, etc. Passa um automóvel, o sujeito não entra no automóvel, ele até mais provavelmente esquece que o automóvel passou, mas o automóvel passando com consentimento dele, roubou dele a vontade dos píncaros em que ele ia para a reunião.
Resultado: ele chega na reunião…. e o que terá encantado a você é que os eremitas, o pessoal novo é, até aqui, pelo favor de Nossa Senhora, imune dessa ação. Há mais: são imunes e imunizadores.
(Sr. Guerreiro: Irradiam ação contrária.)
Irradiam ação contrária.
Aí a gente começa a respirar, entende como que é, etc., porque eles irradiam essa ação. Também é por isso que muita gente torce o nariz para eles, porque não querem receber essa imunização. Estão viciados, então não querem.
Com a devida prudência, consideração e tudo o mais, mas o não querer o óóóó na reunião, no fundo é não querer a imunização.
Não parece evidente?
* Para quebrar a carapaça do público, os eremitas precisam de algo mais, ainda não definido
(Sr. F. Antúnez: Essa irradiação, essa imunização é certo que vem da união com o senhor. O senhor falava da batalha, da adaptação do Grupo, etc. A única solução para conseguir vencer essa batalha não seria em torno da raiz da união com o senhor e em torno do nome do senhor, etc?)
Veja bem o seguinte:
Você teve ocasião de analisar o contato deles com o público, o contato dos enjolras como o público. O público não é mais fechado para nós do que para eles. O público faz pura e simplesmente NA-NE para eles. Apesar da inocência relutante deles, da alegria deles e tudo mais, o público faz NE-NE e trata como se não visse nada.
Quer dizer, eles têm, segundo a idade deles, o tempo de vocação deles. Tomados como um bloco, graças a Nossa Senhora vão indo muito bem. Mas para quebrar essa carapaça, é preciso algo a mais dentro desta linha do que o que eles têm.
(Sr. F. Antúnez: É, eu digo nessa linha.)
É dentro dessa linha, mas é preciso algo a mais.
(Sr. F. Antúnez: O que é esse algo a mais?)
Também não sei, porque eu estou conversante e explicitando tudo isto mais recentemente, não estou com as impressões no ponto de se externarem a respeito disso.
* A debilidade da Revolução se prova pelo NA-NE hipnotizado, uma psy maconha que ela precisou estabelecer
(Sr. Fiúza: O geral dos jesuítas tomar aquela atitude, a gente vê que eles… há uma ação de extermínio de lado a lado, eles estão jogando tudo.)
Estão jogando tudo.
(Sr. Fiúza: E que a ponta de lança do senhor agora é o livro e a campanha em torno do livro, mas que eles não têm por onde. O clero não pode apoiar o governo, o governo não pode atender ao clero, se atola muito mais… cai na ilegalidade.)
Concordo inteiramente com você.
(Sr. Fiúza: Nem um nem outro. Estão inteiramente sem ter o que fazer.)
Você imagine que você agora me pedisse uma descrição do Reino de Maria e eu dissesse: “É uma coisa enorme, magnífica, tão grande, que eu não nem sei dizer o que é. Todos os homens como que ficarão sem vontade de hipnotizados pelos anjos, e quando passa um anjos, todos os homens como autômatos dizem: ‘Hosana, Hosana!’”. É um desaponto medonho.
Agora, isto é a Revolução, o que eles conseguiram. Para eles que querem fazer adoradores conscientes e intencionais do demônio, isto é uma frustração do outro mundo.
Não concordam?
Aí você vê a debilidade deles.
Aquela carta do Pe. Arrupe superprovavelmente é dirigida a nós. Quem é que faz anticomunismo de fundo religioso? E quem é que impede a ação deles? O Casseb? Hora Presente?
(…)
(Sr. Fiúza: Eles estiveram com os artigos do senhor quinze dias na mão.)
Não tem dúvida.
Agora, quer ver uma coisa que serve, não digo como contra-prova, mas quase tanto, de que estamos prejudicando e atrapalhando muito a eles?
Agora no Êremo, na caravana, você deve provavelmente ter sentido o que vou dizer agora. Em parte as reações deles de NA-NE conosco são como quem diz: “Eu estou neste eflúvio gostoso e sinto que você vai me querer tirar dentro dele. Não quero! E por isso não te olho”.
Você não sentiu alguma coisa disto?
(Sr. Guerreiro: Muito isso. É muito assim. Esse é o ponto que é o ponto que evita que a Opinião Pública se desloque para o nosso lado, e a Opinião Pública não quer saber do comunismo “tout court”, não quer saber. Daqui a cinqüenta anos, do jeito que vai o negócio, não sei se engano, ou é otimismo meu, mas alguns querem o comunismo. Não há mais gente ardido para o comunismo como havia antes, uma coisa esquisita. E o que fica mesmo é esse fenômeno que o senhor acaba de descrever.)
Lá vai. É repugnante. E esse eflúvio age como uma psy maconha. O sujeito está nessa ação e vai.
* O impasse polonês é o sintoma da falência do sistema criado pela Revolução
Eu vou me deitar agora porque tive o dia muito cheio e estou um pouco cansado. Mas vejam o seguinte: eu não dei na Reunião de Recortes porque a gente não pode fazer reuniões que não terminam, mas numa palavra eu apresentei a vocês o caso polonês como feito essencialmente para impor ao mundo uma convergência chamada modelo polonês, que deveria ser uma forma de comunismo um tanto atenuado na aparência, mas fundamentalmente o comunismo. Pouco depois viria um piparote e o comunismo inteiro, ou virava para a 4ª Revolução inteiro, dependendo da encruzilha. Até insistentemente eu falei nessa direção, devem se lembrar disso.
Agora, enquanto o caso da Polônia tinha caráter ideológico era possível tentar tocar por aí. Mas uma vez que eles apelam para a bancarrota, a falência do regime fica tal, que a gente não vê como eles podem falar sequer para um meio termo. Porque se o que está lá é de tal maneira mortífero, se ficar a meia distância entre o que está lá e o que está aqui, ainda é caminho da morte. Portanto, eles mudando de pista, eles tornam inviável o modelo cuja gestação eles estavam querendo.
Está bom, isto valeria para um ambiente racional. Hoje em dia não exclui que eles façam aparecer todo o podre da Polônia e depois proponham o meio termo.
A gente dirá: “Olhe tal raciocínio assim”. Ah!… e continuam naquela gostosura. Simplesmente não atendem.
Eu volto à metáfora do mar com os cadáveres de pé: é a Humanidade total.
Meus caros, vamos dormir.
Mais precisamente eu subjantei tanto, que eu estou doido de fome e preciso comer com alguma urgência, mas o que é?
(Sr. Fiúza: Mesmo assim é o próprio processo que deteriora. É preciso deixar o lado doutrinário e ideológico e fizer um regime de fome lá e o regime de fome aqui. Quer dizer, a própria Revolução metafísica deles é uma derrota deles e um suicídio.)
A bem dizer, a Revolução foge de dentro do processo e com isso morre. Seria como uma tartaruga que fugisse de dentro da própria casca. Quer dizer, está morta. Assim também a Revolução.
Meus caros, me permitam que eu vá à minha fome.
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