Conversa de Sábado à Noite (Êremo de São Bento) – 21/3/1981 – Sábado [ACIV – 81/03.22] (HVicente) – p. 7 de 7

Conversa de Sábado à Noite (Êremo de São Bento) — 21/3/1981 — Sábado [ACIV — 81/03.22] (HVicente)

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(Sr.–: O panorama que o senhor descreveu na Reunião de Recortes de hoje foi ocasionado pelo livro “Sou católico”.)

Quer dizer, que papel teve o “Sou católico” nisto? É uma pergunta que se pode fazer. Mas,a resposta da pergunta é a seguinte: Pode ter tido um peso muito grande, mas — daqui a pouco digo qual é esse peso —, mas é das tais hipóteses, com os dados de que dispomos no momento, é apenas uma possibilidade como mil outras coisas são disponíveis. Portanto, a gente pode levantar quando está fazendo uma exposição espontaneamente, por própria iniciativa.

Eu compreendo que alguém me pergunta, por exemplo, ao João: “Se uma pedrada de fora for desfechada contra um vitral desses, tem possibilidade de resistência ou não?” Compreende que o João responda à pergunta, mas não compreendo que o João, mostrando a sala a um visitante, diga: “Olha, esses vitrais são refratários à pedra.” Porque a possibilidade de uma pedra está tão na periferia do que se cogita a respeito do vitral, que fica um pouco extravagante entrar com isso.

Então, a pergunta não seria extravagante. Ele responder a pergunta não é extravagante. Ele levantar a hipótese é extravagante. Não sei se o zig-zag está claro?

Então eu respondo à pergunta: Pode ser que dado o desejo...

(...)

...que é tanto possível assim, a gente vê que tantos outros fios que se entrecruzam para determinar o sim e o não, que este fio se perde num emaranhado e nós acabamos não sabendo bem até que ponto ele de fato pesou ou não. Isto cai no limite do possível.

O ponto de partida do raciocínio, no Brasil é claro. O ponto de chegada do raciocínio — porque liga com isso [a] questão da opinião pública nos Estados Unidos, nos dias de hoje é o que existe. Eles vão operar o dia de hoje como dia de hoje, não vão operar o dia de hoje como o dia de amanhã. Então são os Estados Unidos, é o Canadá, sãos os países da Europa, portanto, também a Inglaterra, é o magma todo da Ásia, o caos despovoado, misterioso ou escravizado da África, tudo o mais, tudo o mais, são tantos fios que procedem de tudo isso que aí a gente diz: É possível que seja assim. Não tem outros dados.

Então meus caros, digam.



[No microfilme Este J. deve ser o Sr. João Clá como fica insuado pelo Sr. Dr. Plinio mais embaixo.]



Meu J., você não vai às reuniões de sábados à noite porque eu não quero, mas tem cadeira cativa, de maneira que...

(Sr. J.: O senhor falou no Santo do Dia de hoje sobre o temperamento…)

Há pouco, agora?

(Sr. J.: É. Esse êremo nasceu estudando “O que somos nós”, bem podendo chamar “O que sou eu”…)

Oh!!! Garanto-lhe que não me passou a idéia pela cabeça. Não passou.

(Sr. J.: O senhor falava que era tudo fruto do temperamento do senhor, muito temperante, tendente à moleza…)

Sim!

(Sr. J.: Tendência que todo homem nascido com pecado original tem. Enfim, temperamento temperante. Tudo o que veio depois tinha por base esse temperamento. Agora, a ação preternatural dela que nos transforma. Agora, isso é uma experiência que se tem, mas não se tem noção clara de como é isso, como é possível.)

A pergunta está muito habilmente empacotada, e a embalagem é de luxo e habilíssima, mas no fundo a questão é a seguinte: “O senhor não poderia falar a respeito do senhor, pelo menos falando de Da. Lucilia e nos traços comuns que tem com Da. Lucilia?”

Vamos fazer o seguinte: Seria muito de Da. Lucilia, não por habilidade e jeitos que não era o modo de ser dela, mas pelo gosto da conciliação, de florir as coisas, sem desatender não atendendo, etc., em fazer uma certa composição entre as coisas.

Eu preciso começar a dizer o seguinte: Propriamente o que eu disse ao Yve, deve ter sido uma coisa um pouco diferente. Mas, no ponto de partida de uma longa série de conferências, é como ponto de partida de um jato de água. Uma pequena inclinação para cá ou para lá, na chegada do jato indica, produz uma diferença muito grande.

Assim também, no ponto de partida de uma conferência, eu devo ter dito quem cronologicamente falando, no começo da minha atitude estava a disposição de meu temperamento. Isto é verdade porque eu antecedo ao meu pensar. E, nasci com meu temperamento e não nasci com o meu pensar. De maneira que isto é verdade.

Não é, portanto que, na ordem da importância, meu temperamento tenha estado acima de tudo, porque acima de tudo deve estar o homem, para o varão, o pensamento dele e sobretudo deve estar a Fé. Mas, é a idéia de que cronologicamente o temperamento antecede ao resto. Então, dando a história, pareceu-me de contar a cronologia por aí.

Com certeza eu fiz isso — não me lembro assim de um modo taxativo — mas eu fiz isso para ele, para tornar compreensível a um francês essa coisa que, com a mania sociológica de explicar tudo por vias sociológicas, para ele seria muito difícil compreender, que é como um grau de espírito contra-revolucionário que ele, por assim dizer, quase não encontrava na França, ele poderia encontrar tão longe. E, corresponde ao que eu ouvi da madame de Pontfarcy, que acabava nisso, que no começo dos contatos conosco, ela e a entourage dela, no meio o Yve também, tinham pensado que fosse de nossa parte uma atitude de pessoas que vem de là-bas, querendo se dar importância, entendendo as coisas, de História, etc., etc., que tudo fosse, portanto, meio postiço. Que foi no contato conosco que se persuadiram de que era uma coisa que nascia do fundo de nossa convicção e que tinha muito de pensamento originário nosso.

Várias vezes, conversando com eles, eu via a pergunta que eles não formulavam, mas eu via aparecer no olhar deles: “Onde é que ele leu isso?” Porque eles se perguntam uns aos outros: “Onde é que leu isso?”

Eu tinha vontade de urrar: “Eu não tenho tempo de ler!” Admiro muito quem lê, mas tenho tempo para ler algo, sim, é claro, mas muito menos do que eu gostaria de ler. E, portanto, não me perguntar donde eu li. Isso eu pensei, está acabado, aqui está.

Então para explicar ao Yve como é que poderia ter nascido uma formação que era uma formação doutrinária tão diversa, de alguns aspectos do caráter brasileiro, do temperamento brasileiro sobretudo — que ele notava muito — eu tive que dar a ele essa explicação.

Lembro-me do Yve falar a respeito — ele passou uns dias no Rio também — da admiração dele pelos chauffeaurs do Rio de Janeiro. Ora, uma cidade que tem tanta coisa bonita para ver como é o Rio, quer como panorama, quer como monumentos antigos, ele, como bom francês de nossos dias, com certeza admirava mais do que tudo os arranha-céus que sobem e a pujança do Rio cidade, tão diferente do Rio panorama.

Bem, que ele fosse logo manifestar o único ponto, admiração pelos chauffeurs! Ele falou do panorama dizendo que o panorama não era contestável. Dizer só isso é muito pouco, muito pouco. Ela deveria ficar sem ter o que dizer, diante do panorama do Rio. Não. “Eu não discuto”, deixa de lado e vai admirar os chauffeurs?

Eu perguntei: “Mas por que os chauffeurs?” Ele: “É uma coisa extraordinária. Como eles guiam no meio desse trânsito desordenado efervescente, dessas cidades sul-americanas, e como eles levam várias notas de dinheiro na mão com uns papelinhos…”

Naquele tempo isso era verdade. Ao menos naquele tempo era. Não sei o Rio que o W pegou, o Rio do W como é. Do meu FT, não sei como é, ainda mais carioca do que o W, não sei como é que é. Você é mais fluminense do que carioca. Você é propriamente carioca. Não me ocorre a presença de outros cariocas, infelizmente aqui no salão, talvez haja.

(…)

“… na mão. Na outra o cigarro, conversando com o passageiro e ainda dirigindo, uma coisa extraordinário como presença de espírito, como vitalidade, como mobilidade e como improvisação contínua.” Que é contrário do ploc-ploquismo do ensino secundário na França.

Se este chauffeur tivesse feito ensino secundário na França — é, meu FT, você não pode negar isso… — e ele tivesse feito o ensino secundário na França, cursado o ensino na França, ele perdia essas qualidades.

Agora, não é com esta forma de temperamento que se ia facilmente recompor todo o quadro RCR a partir do ambiente brasileiro. E era preciso uma explicação psicológica prévia para ele entender isso. Então tiver que dar o meu temperamento pessoal, o ambiente em que fui criado, etc., etc., sempre explicando que sou único e exclusivamente brasileiro, ele estava farto de saber.

Ele acharia muito interessante se eu dissesse que tinha um bisavó sueco, qualquer coisa. Voilá la explication! Não voilá não! Em campo raso e aberto é isso, não tem outra conversa!

Bom, daí a explicação temperamental. Agora, pode-se dizer a respeito do temperamento alguma coisa no seguinte sentido: Eu tenho notado por vezes, e muitas vezes que, desde que comecei observar outros, que quando se conhece o pai e a mãe; mais ainda, quando se conhece a família paterna e a família materna, sobretudo nos casos em que o pai e a mãe não são parentes, que são duas famílias inteiramente diversas que confluem para aquilo; e, mais ainda, quando são de nacionalidades diferentes, a gente nota uma espécie de encontro de águas como um rio que conflui para formar um terceiro rio.

Aquelas águas quando se encontram, se remexem, turbilhonam um pouco, vão para cá, para lá e acabam tomando um rumo. Mas, a questão é que — muitos estarão neste caso — acontece que nesse turbilhonar, o rio, as águas se homogenizam ao cabo de algum tempo e tomam um rumo. Mas, com os antecedentes de famílias muito diversas não é verdade.

Com antecedentes de famílias diversas, às vezes a gente vê no mesmo indivíduo aparecer o bisavô, aparecer o avô, aparecer o pai, ou é o bisavô paterno que sucede inopinadamente,a bisavó materna, dá assim uma espécie de remelexo que forma dentro da pessoa um enriquecimento do nacarado — sem dúvida — mas, não um enriquecimento da ordem, forma uma espécie de desordem e de entrechoque.

É possível, ou pelo menos não é impossível que alguns dos senhores até note isso em si mesmos. Às vezes está falando mais a família paterna, às vezes a materna, a nação paterna ou a nação materna, é possível que os senhores notem isso nos senhores mesmos.

Bem, debaixo desse ponto de vista, Nossa Senhora me proveu muito misericordiosamente a meu respeito, fazendo com que o temperamento de meu pai e de minha mãe, sendo embora profundamente diverso por alguns lados, era muito semelhante por outros lados, e que essas semelhanças entrassem quase sem entrechoque. Com a graça da Fé e da observância dos Mandamentos, naturalmente, isso toma a ordenação própria que deve tomar no católico.

E isto forma uma espécie de unidade de temperamento que dá muito mais facilidade em tocar as coisas do que se houvesse uma pluralidade de temperamentos presentes em mim.

(…)

cada um sente seu próprio temperamento fazer corcovas e dar pulos, dar saltos, ou fazer vácuos. Eu sinto de mim mesmo, diante das coisas, o que sentiria um espelho diante das coisas se pudesse projetá-lo: As coisas não me causam particulares emoções, seja o que for, não me causa particular emoção. Internamente, pela razão e pela vontade, eu posso gostar muito ou excluir muito. Isso dá em truculência de aplauso ou de porrete que se traduz em tudo.

Eu noto que se traduz até na minha inflexão de voz. Eu notei há pouco que, quando eu disse “de porrete”, quer dizer, estava porreteando. Mas, não é com temperamento.

Os senhores não podem calcular como, na hora do porrete ou na hora do aplauso, o temperamento está átono, sem vibração. Pode ser um desapontamento para os senhores. Mas, se é para falar disso, eu um pouco atendo ao meu J.. Eu não me elogio, mas me critico, eu me descrevo em alguns pontinhos.

De maneira que, ao pé da letra, emocionar, propriamente que me emociona — mas com que calma! — o que me emociona são dois gêneros de coisas: A Igreja globalmente tomada, mas especialmente nos aspectos que tem mais relação com minha vocação. Isso, verdadeiramente me emociona.

Mas, é a tal emoção não emocionante. Entre meu F, mandei quase arrancá-lo da cama, não é? Houve um zuppe, senta aí.

Por exemplo, muitos dos senhores aqui já me viram rezar no Coração de Jesus. Por exemplo, diante da imagem de Nossa Senhora Auxiliadora, ou na Luz onde gosto tanto de ir, ou qualquer outro lugar. Os senhores hão de notar, eu não me emociono. Posso rezar com muita atenção, com o espírito muito fixo naquilo, querendo muito o que eu quero; emocionar, não. Não me emociono. Cada um é de um determinado modo.

Então, o que é que eu sinto nesta ocasião?

É uma certa consonância muito profunda e que dá uma espécie de felicidade e de bem-estar que, curiosamente falando, não sei como descrever, não toca a sensibilidade epidérmica. Aquilo é calmo.

Como é que é? Se quiserem, por algum lado é mais acentuado do que a sensibilidade epidérmica de muitos. Mas, de outro lado é uma, como [que], insensibilidade. Descrever mais do que isso não sei, mas isso é assim.

A segunda coisa que me emociona, muitas coisas que tocam à mamãe, estão nessa linha.

Os senhores dirão: “E o Grupo?” O grupo está por demais ligado a mim e eu a ele para que eu sinta essa alteridade que eu sinto, por exemplo, em alguma medida com a Igreja, em medida maior com Mamãe. De tal maneira, eu me reflito no Grupo e eu reflito de algum modo o Grupo quer era um pouco como se perguntassem ao homem se ele se emociona a propósito de si mesmo. Não tem sentido. “Oh! Minha mão!” Não. Está aí a mão, faça dela o uso necessário, não mais reflita, está acabado.

Como é que… eu vejo que muitos outros não são assim, não tem essa estabilidade, não tem isso, e noto que essa estabilidade, tudo isso pode passar por sem-graçez, por insipidez. Nunca, nunca, nunca, nunca algo que tenha uma marca própria, que tenha uma originalidade que outro não tem, que tenha uma forma de dinamismo que outro não tem, mas é aquilo assim razoável e em jato constante.

Não me posso fazer outro, sou assim. Não colide com a lei de Deus, não há razão, portanto, para me alterar, tenho que me conservar como sou e carregar o fardo até o outro lado do caminho. Quero que no Céu haja lugar para almas assim… Não tenho mais nada que discutir.

Então às vezes, fico até sem saber o que dizer de pessoas que esperam de mim reações tristes ou alegres muito fortes, porque noto que não estou tendo. A reação que o outro esperava, não estou tendo.

Aqui pode ser uma reação assim: “Darei meu sangue por isso”, ou pode ser uma reação contrária: “Farei tudo quanto eu possa dentro da lei de Deus e da lei dos homens para acabar com isso.” Mas isso — não é na aparência não — na realidade psicológica profunda, as águas não se movem.

É preciso acabar? Está bom. Qual é a primeira providência? Vamos lá. É preciso, pelo contrário, defender? Pois não. Qual é a primeira providência? Vamos ver.

Bom, os senhores me olham assim…

[Vira a fita]

A minha resposta é: “Os senhores pediram, eu respondo.” Que proveito tirar, os senhores saberão, não tenho o que dizer a esse respeito. Mas, por exemplo, as marchas para os dois Êremos no Êremo do Amparo de Nossa Senhora.

Eu estava sentado sobre a cadeira de rodas, numa dessa. Noto bem, para várias coisas eu tenho o espírito ágil. Mas, agora vejam como meu espírito é lento para outras, o que tem uma certa relação com o temperamento, o dinamismo da inteligência. Eu tinha que ficar ali, não podia ir ao ar livre, estava muitíssimo resfriado.

Içavam-me sobre uma mesa para eu poder ver o panorama todo que o peitoril da janela, as travas do terraço, etc., atrapalhavam. Eu ficava com uma pena enorme dos que estavam comigo e ficavam obrigados a estar ali junto, porque do contrário… Só agora, está me passando pela cabeça que eu podia sentar em outra cadeira e que eles podiam ir para o terraço. Só agora. Os senhores vêem a lentidão do movimento do espírito. E, certamente eu teria feito, insistido se tivesse me lembrado, certíssimamente, é indiscutível.

Agora, eu estava lá e eles estavam ali, por assim dizer toureando a cadeira, mas esperavam de mim, nas horas de maior vibração, esperavam de mim um gêiser. Eu: “Ãh!”, calmo, quieto, olhando. Eu dizia: “Estou desapontando os rapazes, estavam esperando de mim uma…” não!

Um conselho inteiro, uma grande vontade de ver, de rever quantas vezes fosse, um bem-estar de alma enorme ali, um notar perfeitamente todos os imponderáveis que aquilo tudo apresentava, um retrospecto para nosso passado,, um golpe de vistas para nosso futuro, com tudo quanto isto tem que trazer para quem tem nossa vocação, não tem dúvida, perfeitamente.

É verdade. Mas, eu tenho certeza que, visto como eles me viam, de perfil ou de costas, eles não notariam um movimento de pálpebras sequer. O que dá uma companhia…

(Ahhhhhhh”)

(…)

se fez numa placidez tal que, agora me lembro disso, nesta zona de minha alma, ainda me emociono, menos do que naquele instante, porque me lembrei muitas vezes, mas ainda me emociono, mas os senhores estão vendo o que é essa emoção. Tão pobre de repercussão nervosa que é igual ao índice zero.

Bem, um outro teria mil repercussões interessantes. Desse lado não. Mas, o fato é que abri o guichet, mas olhe que foi um guichet que custou para fechar porque cada elefante passou por esse guichet sem que eu fechasse que era uma coisa despropositada, passou. Afinal, o guichet estava a ponto de fechar. Está bom, [ayez?] pitiè. Reabro o guichet.

Os senhores vêem que é por um lado emocional. Mas, sem vibração nervosa nenhuma, nenhuma, nessa calma. Daqui um minuto se quiserem, nós mudamos de assunto daqui há um minuto e tocamos para frente. Não tem nada. Vai tudo assim.

Nós vamos mudar de assunto. E, por que vamos mudar de assunto? Porque vou mudar de lugar. Vou para casa. Estou muito comprazido com a reunião.

O único sintoma temperamental disso que os senhores podem notar, é o tipo de vivacidade alegre com que estou falando, porque estou calmíssimo, calmíssimo, nervosismo não tem nenhum. Nem para ficar, nem estou torcendo para sair, nem estou torcendo para prolongar, é hora de ir embora, é preciso ir embora, está acabado. Não tem nem sim, nem não, nem torcida, nem nada, é hora de ir embora.

Portanto, meus caros, vamos embora, está acabado…Nessa calma. Vamos andando.

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Êremo de São Bento