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Titulo: Exame de Conciencia e Humildade
Data: 25-09-1968 -- 4 Feira -- [SD 146]
Da sêrie: Santos do Dia
Conferencista: Prof. PLínio Corrêa de Oliveira
Local: Auditório de Santa Sadedoria
Esta anotação correspondio a palavra por palavra àconfêrencia proferida por Prof. Plínio Corrêa de Oliveira tendo a anotação sido feita por Walter Cabral de Andrade, em 2/12/68,e conferenciada por min em 12/12/68
asignatura…[iligivel]…
…direto dos
próprios pecados, como sendo uma das pricipais manifestações da humiladade. Humildade é aquêle que conhece a verdade. E quando nós queremos conhece a nós mesmos, aonde nós devemos pòr mais atenção é nos nossos pecados,porque as nossas qualidades nós conhecemos com muita facilidade até a dificuldade os senhores sabem qual é não é? Não é de saber se elas existem mas é de fazer delas uma idea um pouco engrandecida não é? Bem mas o conhoceremos os nosss próprios defeitos aqui é uma coisa completamente difernte. As pessoas não gustam de clarar seus defeitos até o fim. Não gostam de considerar tôdas as agravantes de seus próprios defeitos. Não gostam de saber até onde seus defeitos podem levá-las. Por exemplo há um princípio que uma vez eu externei numa reunião menor do Grupo e um membro do Grupo deu um gemido quando eu externei esse princípio, êle disse o suguiente: Ai! como isto é contrário ao meu temperamento de brasileiro e depois êle acrescentou como é desagradável ouvir isto. E o princípio é tão comun é tão simples. Em nós e em torno de nós está contìnuamente subindo ou descendo, nada nunca está parado, em nenhum minuto de nossas vidas nós podemos dizer que nossa vida espirutual ficou imóvel porque não é verdade, a inmobilidade não nos é possível. Ou nós estamos progrendindo ou estamos decaindo, podemos fazer sig-sags mas parados nós não estamos e mesmos essas oscilações em forma de expiral em torno de um eixo, essas oscilações não são como gente penas assim…
(…)
…para cá depois sobe desce não, não é isso não, o fato da gente ficar muito tempo oscilando, vamos imaginar que o gráfico de nossa vida espirutual fôsse como unm serrote, imagine um serrote com todos os dentes iguais a pessoa que naquêle sobe e desce, naquêle sobe e desce ela está subiendo e está descendo, ela está adquirido o hábito cada vez mais profundo de não tomar uma linha firme, quer dezer ela está ficando cada vez mais fraca, é como um indivíduo que andasse assim cambalando, êle diria eu veja no total ando bem…não você está se habituando a cambalhar. Quer dizer, você pensa que não está decaindo porque não caiu, você está se habituando a cambalhar e quanto mais você fica cambalhando mais dificil fica para você depois andar dereito. E quantas pessoas vivem cambalhando na vida espirutal e não se convencem de que isso apenas elas decaem nas pessoas toman [maos] hábitos não é ? Como es desagradavel ouvir isto, cmo é desagradavel a gente ser convidado a olhar os próprio defeitos de frente e comprender o seguente: cada um de nós, cada um,sem exceção de ninguém desta sala, sem exceção dêste mundo,só uma pessoa concebida sem pecado original foi Nossa Senhora estaria isenta disto, ou uma pessoa comfirmada em graçae purificado do pecado original desde o primero instante de seu ser como foi São José, estaria isento disso. Cada um de nós têm um germen dentro de si, as tendências para o pior pode vir a ser um facínora.
Existe em cada um de nós potencilamente um facínora como existe também um Santo e muitas pessoas que dizen pensam que o facínora é um seguito que nasceu facínora ou que já nasceu perto da facinorasidade, não, a maior parte dos facínoras eram homens como nós que cederam, cederam, cedearam e rolaram até onde rolaram. Os senhores precisaríam um día, é pena que nós não podemos fazer isto mas assistirnos juntos atrás de uma vitragem ou qualque coisa e eu fazer com o senhores o comentário, o desfile pessoas penitenciarias. Eu já estive mais de uma vez para conferência ou para visitas na penitenciária, a gente vê passar aquela gente, a gente antes de ir a panitenciaria a primera vez pensa que vai encontrar, não sei Zé Boca Negra depois Yá Yá Maconhas com a cara, não , não é não, é gente da nossa massa, com caras às vêzes bondosas.
Eu não posso me esquecer do sorriso modesto quando me apresentaram o Pistone que foi um homen que matou a mulher, serrou e guardou numa barrica ou uma mala, eu não me lembro bem.
Bem, o capelão me disse: Esse aqui é o famoso Pistone.
Aquêle famoso foi dito de um modo tão elogioso que não pude deixar de estender a mão, e êle com o gorrinho, amável, assim modesto como quem diz: Bom, eu não quero esmagá-lo com minha gloria, o grande Pistone sou mesmo eu. A cara dêle era de um carpinteiro qualquer, de um açougueiro, de um padeiro, de um carniceiro.
Se êle entrasse num armazém e pidesse para comprar fiado, no armazén onde êle se fia levava a quentia dêle pela boa cara que êle tem. Alguem dirá, mas é êle finge. Êle não finge não, êle é da massa de tôdo mundo. É desse todo mundo que saem os Pistones e daí vem os desastres, vem as catastofres, vem as coisas é que nós não queremos nos convencer disto, nós não sabemos, nós não temos em vista que isto é assim e o resultado nós facilitamos e de quando em quando um mete o pé …[falta palavra]… e vaí até onde vaí, chegarté as chamas do inferno, êsse é o negócio. Bem, aqui está um trecho de Josefa Menendez que alguém me deu a respeito dêsse asunto.
“Se uma alma se humilhar mesmo depois de se ter deixado levar pelos maiores pecados ela retirará lucro. O orgulho porem irrita a cólera de meu Paí -- é Nosso Senhor que fala -- pois á coisa que Êle odeia com ódio infinito. Busco almas que saibam humilhar-se para reparar o orgulho, procure fazer muitos atos de humildade sem olhar para o que te gustam Se soubesse quanto me agradam”. Para nós compreedermos como isto é em Deus nós podemos imaginar o sigiente: Vem uma pessoa e nos fas uma distinção muito desagredável, muito penosa, vamos dizer, por exemplo, que é um amigo e que êsse amigo nos calunia, fala mal de nós e pior, êle nos calunia.abusandode nossa intimidade. Ele chega e diz: eu que sou intimo de fulano posso atestar que êle me fêz tal confidencia assim. Êle não fêz conferencia, êle não pensa daquêle modo, aquêle individuo realmente é meu íntimo e êle aproveito da intimidade para me apunhalar. Bem, agora revelo-se a coisa,eu venho a saber êsse homen depende de min, o resultado êle não tèm remédio senão chegar para min e dizer, me desculpe. Agora imagine se êle chega para min: Bom, Plinio você sabe, é dessas coisas eu fiz uma burrada e falei mal de você mas com certeza você não leva isso a mal, há há há , tá acabado. Qual e a minha posição diante dêsse homen se eu sou um idividuo sério? É dizer a êle : eu não acieto essa desculpa, porque isto nãoé modo pedir desculpa. Você fêz em relação a min uma coisa atroz, você mentiu, você calunio abusou de minha intimidade para fazer isto, eu não posso aceitar essa suas desculpas assim. Não! Mas você compreende, isto qualque algum faz, meu velho tapas nas costas. Seu velho não, que negosio é èsse? Pula …[ilegível]…daqui. E evidente, porque é um pedido de perdão, é um ultraje, eu não posso aceitar, se eu sou um homen sério, eu não posso aceitar êsse pedido de desculpa. Vamos supor um outro que chega para min e diz: Plinio, eu estou arrepentido, eu estou arrepentido, eu caluniei você eu não deveria ter caluniado. Aliás, e uma cosa que eu lamento, eu tenho êste defeito de caluniar os outros eu já uma vez caluniei tamben uma pessoa: eu digo quem é? Ah! Um sujeito que eu conhecí no trem e pouco despois falei mal de dêle eu me lamento, agora repito a mesma coisa em relação à você. Eu deco escutar êste individuo? Não. Eu digo você não esta pedindo perdão …[ilegível]… o que você fêz a êle que era desconhecido com o que você fez a min seu amigo. Você se aproveitou da intimidade para me caluniar, que dizer, você fez uma traição e uma coisa é a traição e outra coisa é a simple calúnia,vocè deveria ser honesto e reconhecer o pecado que você cometeu em tôda a sua extenção você não teve probidade de alma você não viu seu pecado de frente e por causa disto eu não posso ele desculpar. Agora chega um terceiro e diz Plínio eu estou com vergonha de comparecer na sua presença, eu não teria direito a estar na sua presença, o que eu fiz com você não faria com ninguém, eu o caluniei a calánia é um pecado infame mas a minha miséria é tal que eu abusei da intimidade que você me concedeu e tive êste crime do qual eu tenho que pedir perdão, eu o apunhalei, eu aleguei a condição de teu amigo para fazer crer uma calúnia contra você . Eu sei que eu não tenho nem sequer direito ao seu perdão nas eu venho de sua generosidade que tenha pena de min você, pode fazeer de min o que quiser e se algum dia você tiver pena de min e …[ilegível]…, eu direi que é ema bondade sua porque eu não mereço. A êste eu me sinto …[inclinado?]…a perdoar, a êste eu direi meu amigo você esta perodoado, eu véjo que você mediu sua falta inteira, que você a viu de frente, que você cometeu e a você eu perdôo. É assim, é essa conduta de qualquer homen sério diante de uma ofensa que recebe. Agora, se essa é a conducta de um homen sério o que dizer de Deus Nosso Senhor. Que vê, cujo olhar penetra, diz a Escritura, até os nossos rins, que dizer sonda o que nossa alma tem mais interno de mais íntimo, Deus vê com infinita facilidade e com infinita limpidez. Bem, agora o que é que eu posso fazer para obter a misericórdia dêle senão êsse primero ato, tomar os meus pecados e olhá-los de frente e dizer Senhor eu pequei contra Vós porque fiz tal coisa e tenho tal agravante e depois tenho tal outra e depois tenho tal outra mas, eu conheço minha miséria e tenho receio de não ter visto tudo, ajudaime a ver tudo dai-me algem que me repreenda, que me censure e que me ajude á ver o mal que pratiquei contra Vós porque eu pequei contra Vós, eu venho Vos pedir perdão e como eu sei que eu sou indígno de comparecer diante de Vossa preceá porque eu sou um réu, eu não ouso levantar os meus olhos até Vós, mas eu me socorro e me valho de Vossa Mãe que é minha Mãe e porque tôdas as mães rêm tôda espécie de condesendências até com os piores filhios, eu por meio Dela levanto os meus olhos até Vós. Agora, isto é um modo de pedir perdão que atrai a misericórdia de Deus é o que está escrito aqui - essa é a humildade. E é o que está escrito na parabola que Nosso Senhor ensinou de fariseo e do publicano. Do fariseu que estava chieo de pecados mas que chega lá e diz: que eu estou contente porque eu não sou como o comun dos homens, eu façe isso, aquilo e aquilo; umas prácticas exteriores de piedade. Mas não queria reconhecer por orgulho o mal que havia nêle. Bem, o publicano estava no fundo da Igreja entre o templo, êle não tinha a audácia de entrar inteiramente, êle estava com a cabeça vergada e dizia pouco mais o menos isto: meu Deus tende pena de mim porque eu sou um pobre pecador eu não tenho, eu andei mal. Eu sei, eu não presto, mas por Vossa misericórdia tendo pena de mim - diz Nosso Senhor; o pubicano saiu justificado porque da igreja foi ó homen que reconheceu seu pecado - O fariseu não reconheceu seu pecado, o resultado êle saiu mal visto. Agora, eu acredito eu creio não ser , eu creio não eu não posso pôr Saint Simon numa coisa tão séria, eu estou certo de que eu não estou errado eu estou persuadido de que não estou errado e um persuadido que não deixa margen a nennhuma dúvida, que nossos dias para fazer uma estatíca favorável, 99% das pessoas não tem o hábito de olhar os seus próprios defeito, assim 99% das pessoas não olhan os seus defeitos assim. Começa que nunca sondaram os seus defeitos até o fundo, honestamente com probidade não. Exame de conciência para elas é pegar uma lista de perguntas e ver que atosfêz e se os atos não constituim pecados a pessoa está contente com o que fez. Ela não olha para a sua tibieza, ele não olha para suas raízes de pecado, para suas más inclinações que retém no progresso da vida espiritual , que afastam de Deus que tornam frágil aquêle estado de graça que às vêzes é um castelo de cartas que cai pelo primero piparote, porque? Porque não têm esta forma de probidade interior pòr onde a pessoa verdadeiramente quer ver seus pecados. Não tem, nem se eses ensina isto. Se o Conego José Luiz m permitir dizer: 99% das pessoas não se olham assim, 999 por mil padres não ensina isto e eu estou dando uma estatística mito gentil por se tratar aqui da presença do Cônego José Luiz. Porque dizer o que eu estou dizendo assim espechicado e de comprimido não têm perigo. Começa por aí que não ensinamos pais a mostrar isto aos filhios. Os pais não querm ver os filhos e não querem mostar aos seus filhios os defeitos que têm. Se alguem chega para 999 por mil dos pais e diz cuidado porque seu filho tem tal defeito a reação do pai é essa: o que você tem com isso. Agora que educação da isto, que firmeza de alma sai de uma pessoa incapaz de se analizar com serenidade?. Os senhores sabem essas análise severa de si mesmo o que se chama? Chama-se humildade. O humilde é o homen que se analise implacávelmente. E como ninguém que se analise implacávelmente pode ter a certeza de que se analise implacávelmente? Porque quem se analisa, percebe a sua própria miséria e comprende como é fácil estar enganado, todo homen sério pede a Nossa Senhora continuamente a garça de ver seus próprios defeitos. Dirá: eu não examine mas não encontrei nada. Meu caro, os piores defeitos a gente examina e não encontra, são os outros que sabem e quando a gente vai mostrar os outros dizem que não ví. Quer dizer, quando os outros querm mostrar nossos defeitos nós dizemos que não tenho.
Quer dizer, no que dá isto? Dá exatamente no que eu estou dizendo: uma forma de moleza, uma forma de incoerência, uma forma de complacência para consigo mesma que afasta as graças de Deus.
Afastando as garças de Deus o que têm? Tibieza, depois semiconcentimientos e depois decadência. Não, não tem remédio e por que? Porque a gente não quís ver seus defeitos de frente. Então; se a gente fala meu Deus dai-me, minha Mãe dai-me, alcançaime de Deus a graça de um exame implacável de mim mesmo, isto causa antipatia. A gente dizendo minha Mãe alcaçai-me a graça de um exame humilde de mim mesmo, isso não causa antipatia mas é porque a palavra humilde vem com umas conotações de moleza, umas conotações de cumplicidade porque é uma palavra que foi adulterada. A verdadeira humildade é a obsevração implacável da realidade e quanto maís implacável tanto maís humilde e é assim que nós devemos pedir nos olhar. Então eu não conheço grâça mais preciosa na vida espiritual do que essa graça de irmos até o fim da análise dos nossos própios defeitos, é esta graça de nossa doação á Nossa Senhora. Eu de fato deia Nossa Senhora, se eu adquirir a graça de me analisar a mim mesmo implacávelmente.
Os senhores sabem o que faz o indivíduo que se decalra escravo de Nossa Senhora e que não se analisa implacávelmente? Êle faz o papel de Ananias e Safira. Porque êle chega para Nossa Senhora e diz eu sou vosso escravo eu Vos dei tudo, meus bons interiores e exteriores os de meu corpo e minha alma, êsse …[ilegível]…, miserável pecador, bá bá, bá bá, bá bá…[pagina ilegível]…
E com isso fica dado o nosso Santo do Dia