Santo
do Dia – 23/5/66 .
Santo do Dia — 23/5/66 — 5ª feira
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A cidade de Blois, por sua especial devoção a Nossa Senhora, sempre foi protegida contra a heresia e outras catástrofes * Nossa Senhora sempre nos ampara em nossas aflições, ora livrando-nos delas, ora dando-nos força para suportá-las * Assim como fez com Nossa Senhora, Nosso Senhor transforma a alma contemplativa numa tribuna através da qual Ele fala ao mundo * Nosso Senhor quer ser procurado dentro de seu Templo que é Nossa Senhora * Pedir que Nosso Senhor viva e nós é pedir o espírito ultramontano * Devemos pedir, a Nosso Senhor vivendo em Maria, a graça de trilharmos perfeitamente as vias da vocação * O maior auxílio que Nossa Senhora nos pode dar é nossa santificação * Nosso Senhor quis receber de Nossa Senhora um culto todo feito de carinho * Nossa Senhora quer que sejamos, com Ela, como meninos
* A cidade de Blois, por sua especial devoção a Nossa Senhora, sempre foi protegida contra a heresia e outras catástrofes
Comemora-se hoje em Blois, na França, a festa de Nossa Senhora das Ajudas, e a respeito dessa festa há a seguinte nota aqui consignada:
A devoção a Santíssima Virgem da cidade de Blois, onde a heresia jamais penetrou, é grande e sincera…
É importante que a heresia jamais tenha penetrado lá, porque como os senhores sabem, houve um período de calvinismo agudo na França, em que mais ou menos em todas as cidades da França, no século XVI, o protestantismo penetrou em quantidade maior ou menor. Que Blois tenha ficado isenta dessa lepra é uma coisa excelente e digna de nota e que se relaciona adequadamente com a devoção grande que essa cidade teve sempre para com Nossa Senhora.
Seus habitantes reconhecidos a tão magnânima Senhora, deram-lhe o título de Nossa Senhora das Ajudas, pela proteção constante da Virgem que se faz sentir, não só nos tempos das heresias e pestes, mas também em outras circunstâncias trágicas.
Quer dizer, a cidade sempre reconheceu ser especialmente protegida por Nossa Senhora. Então, constituiu a invocação de Nossa Senhora das Ajudas.
Vem aqui um fato digno de nota:
Em 1784, as águas do Loire, que banha Blois, ameaçavam submergir a cidade.
O povo, unido, recorreu a sua intercessora, e durante a Missa, no momento da elevação, as águas começaram a descer rapidamente, até voltar o rio ao seu leito normal.
Os senhores sabem que é muito pouco explicável que uma inundação tão rapidamente desça assim. A inundação decorre de causas complexas, que atuam com certo vagar. De maneira que é difícil que uma inundação desça tão rapidamente.
Os senhores têm aqui a conjunção de duas coisas de que tantas vezes temos falado. De um lado, Nossa Senhora protegendo para coisas materiais, mas de outro lado, tomando essa proteção dada a coisas materiais como um meio para encaminhar as almas para a idéia de que Ela protege para as coisas espirituais.
Esse é o auxílio de Nossa Senhora. E esse auxílio se manifesta aqui especialmente no dom inestimável da ortodoxia que Nossa Senhora concedeu a essa cidade, preservada de modo insigne.
O pensamento de Santo Ildefonso, que está indicado para o dia de hoje é o seguinte:
O Virgem Maria, sois clemente em nossas necessidades, doce em nossas tribulações, boa em nossas angústias, pronta a nos socorrer em nossos perigos.
* Nossa Senhora sempre nos ampara em nossas aflições, ora livrando-nos delas, ora dando-nos força para suportá-las
Esta frase está muito bem calculada, muito bem pensada e por causa do seguinte: em relação às necessidades, é preciso ter pena, de onde vem exatamente a clemência.
A clemência é o por onde uma pessoa é tocada pelo infortúnio do outro, pelo apuro que o outro está passando. Então, torna-se generoso.
Nas tribulações, a pessoa quer doçura; quer dizer, ela quer encontrar um amparo, um apoio, uma palavra amiga na tribulação. E foi por que, por exemplo, Nosso Senhor quis que seus Apóstolos estivessem acordados e O vigiassem no Monte das Oliveiras.
É por que Ele queria apoio, queria a doçura da amizade na tribulação que Ele estava.
Nas angústias, Nossa Senhora é bondosa, porque, ele explica, porque nos socorre nas tribulações e perigos. Quer dizer, quando temos uma aflição, Nossa Senhora nos auxilia.
Há aqui uma capelinha, em São Paulo, que fica mais ou menos pelos lados da Santa Cruz dos Enforcados, e que tem um lindo título: Nossa Senhora dos Aflitos.
É Nossa Senhora enquanto tem pena, enquanto é clemente, é misericordiosa para aqueles que estão em aflição, em toda espécie de aflições.
Quando se trata de uma aflição que Ela pode remover sem diminuir com isso o benefício espiritual da pessoa, Ela remove. Quando se trata de uma aflição que, na sua sabedoria, Ela acha necessário para o benefício espiritual da pessoa, Ela arranja um jeito da pessoa ter mais força, de sentir a doçura d’Ela, de poder resistir melhor àquela aflição. Esta é a idéia que vem externada nesta e em tantas outras devoções a Nossa Senhora.
* Assim como fez com Nossa Senhora, Nosso Senhor transforma a alma contemplativa numa tribuna através da qual Ele fala ao mundo
Mais especialmente esta idéia vem externada na idéia de Nossa Senhora Auxiliadora, em cuja vigília estamos hoje. E para compreendermos cada vez melhor esta devoção, que está simbolizada na imagem que se encontra no altar de nossa capela, seria interessante fazer aqui o comentário dessa oração, que é uma oração composta pelo famoso Pe. Condran. Um padre de alta espiritualidade da França, e que foi completada por outro, que é M. Olier e enriquecida por Pio IX em 1853, com 300 dias de indulgência.
Esta oração foi objeto de um comentário especial do venerável Pe. Nieberman; mas também D. Chautard tem alguns trechos em que ele comenta lindamente esta oração.
Ele até comenta em função de um ícone grego que estava representado nas edições antigas do “D. Chautard”, mas que parece que as edições nacionais já não têm. É um ícone bizantino que representa Nossa Senhora com um olhar posto interiormente em oração, em que a gente vê que Ela está olhando idéias, está olhando conceitos, está olhando para o mundo do espiritual e do imponderável e não está olhando para fora para as coisas contingentes que A cercam.
Ela está de mãos abertas, que era a atitude de quem rezava na velha liturgia bizantina, e sobre o peito d’Ela aparece um círculo. Dentro desse círculo está o Menino-Jesus com o halo de santidade na cabeça, representado ainda muito mocinho, quase um meninote, com um pergaminho de rolo na mão esquerda e com a mão direita em atitude de quem está lecionando.
Isto é uma alusão à Encarnação de Nosso Senhor. Nossa Senhora, que tem em si o Menino Jesus — mas um Menino Jesus que enquanto vivendo em Nossa Senhora é um Mestre que ensina — que Ela se recolhe para ouvir os ensinamentos que Ele diz dentro d’Ela.
Por outro lado, por uma espécie de osmose, a atitude contemplativa d’Ela é um ensinamento que Ela dá a outros. De maneira que aqui a mediação se exerce magnificamente.
Quer dizer, o Menino Jesus ensina a Ela e através d’Ela ensina para fora d’Ela. O recolhimento d’Ela é um recolhimento docente, é um recolhimento que ensina. E o princípio que este ícone representa é precisamente o princípio de que, se temos vida interior e Jesus Cristo vive em nós pela piedade, pela vida sobrenatural, pela moral, pelo desejo de se santificar, pela fidelidade à ortodoxia, que é um imperativo do primeiro Mandamento que é amar a Deus sobre todas as coisas, quando isto acontece então Jesus se serve de nós como de uma tribuna, de um púlpito ou uma cátedra. E Ele em nós e através de uma osmose que se nota nas nossas palavras e que se nota em tudo, em nós Ele ensina a todos os outros.
Precisamente agora na fazenda, eu estava lendo uma vida de São Francisco de Sales. E o autor fazia observar que São Francisco de Sales escreveu alguns livros bons, alguns excelentes, como a “Introdução à Vida Devota”, e outro muito bom, sem ser tão célebre, que é o “Tratado do Amor de Deus”.
Pelas notas de sermões dele, eram exposições de coisas perfeitamente comuns da Doutrina Católica. E, entretanto, as pessoas não se saciavam de ouvir.
Um calvinista daqueles mais horrorosos foi ouvir o que ele dizia e depois interpelou-o dizendo o seguinte: “Ouvi o que o senhor disse. E o senhor quer que eu diga francamente? Não compreendo sua fama. Não compreendo sobretudo porque essas senhoras procuram tanto pelo senhor. Analisando o que o senhor diz, afinal de contas, escrevendo, muitos já disseram o que o senhor diz. O que há, portanto, de novo no que o senhor diz?”
Pois bem. O que havia era Jesus vivendo em Maria, e Jesus e Maria vivendo em São Francisco de Sales. Quer dizer, uma tal unção, uma tal vida interior, uma tal osmose da graça naquilo que ele falava que Deus falava através dele e dava fecundidade extraordinária.
De onde vinha a fecundidade? Exatamente deste fato: a presença de Jesus em alguém, a presença de Jesus e Maria em alguém, passando por osmose para outrem.
O Cura de Ars era exatamente assim. E D. Chautard conta que uma vez um advogado de Paris foi ver o Cura de Ars e depois voltou para Paris. Alguém perguntou-lhe:
— O que você viu em Ars?
Ele disse:
— É muito simples. Eu vi Deus num homem. Olhei para aquele homem e vi Deus dentro dele.
Então aqui está a idéia da “inhabitação” que não é uma “inhabitação” física, evidentemente, não tem relação nem sequer com a presença real, mas é o receber a graça e irradiar a graça que vem exatamente desta “inhabitação” de Deus e que Nossa Senhora teve com presença física, com presença real, com presença sobrenatural em todos os graus e modos possíveis de presença.
A oração que pediram para comentar — e em breve falarei de Nossa Senhora como Auxílio dos Ccristãos em função disso — é a seguinte:
O Jesus, que viveis em Maria, vinde e vivei em vossos servos: no espírito de vossa santidade, na plenitude de vossas forças, na perfeição de vossas vias, na verdade de vossas virtudes, na comunhão de vossos mistérios.
Dominai sobre toda a potestade inimiga em vosso espírito, para a glória do Padre. Amém.
* Nosso Senhor quer ser procurado dentro de seu Templo que é Nossa Senhora
O que quer dizer esta oração?
Jesus viveu em Maria e de Maria, Jesus se comunica aos homens. Nossa Senhora é o sacrário, é o santuário de dentro do qual todas as graças se difundem para os homens.
Ela é o templo do Espírito Santo, é o sacrário onde está Nosso Senhor Jesus Cristo, e então, por causa disso, temos que pedir a Jesus, enquanto vivente em Maria, porque Ele quer ser pedido, quer que se reze a Ele, dentro do templo d’Ele; e o templo d’Ele é Nossa Senhora.
Ali é que é preciso rezar a Ele.
Jesus enquanto vivo em Maria, enquanto vivente em Maria.
Pedir o quê? Que Ele venha e viva em nós. Ele vivia nEla, que venha e viva em nós. É o que devemos pedir a Jesus por meio de Nossa Senhora, enquanto vivente nEla.
* Pedir que Nosso Senhor viva e nós é pedir o espírito ultramontano
Viver em nós, o que quer dizer? É ter o espírito da santidade de Jesus Cristo. Quer dizer, ter o espírito de Nosso Senhor Jesus Cristo, que é um espírito todo ele santo, que é o espírito da Santa Igreja Católica, Apostólica, Romana.
E que é, portanto, o espírito ultramontano, que é, vamos dizer, a expressão mais característica e mais radical do espírito da Santa Igreja.
Então, a gente pede esse espírito.
Além disso, o que nós pedimos? Pedimos a plenitude das forças de Nossa Senhora. Quer dizer, Nossa Senhora é a Virgem forte, a Virgem combativa, é a Virgem que é intransigente e absolutamente inflexível diante do demônio, do mundo e da carne.
Nós devemos pedir essa força, que é intransigente, que é vigilância, que é combatividade e que é iniciativa dentro da combatividade.
Contra quê? Primeiro contra o que há de mal dentro de nós. Em segundo lugar contra o que há de mal fora. De maneira tal que sejamos leões rugindo contra o mal, como exatamente Nosso Senhor Jesus Cristo foi o Leão de Judá, e como é Ela de quem se diz que, sozinha, esmagou todas as heresias do mundo inteiro. Então, pedir a força d’Ela.
* Devemos pedir, a Nosso Senhor vivendo em Maria, a graça de trilharmos perfeitamente as vias da vocação
Depois, pedir a perfeição das vias de Jesus, Nosso Senhor é quem traça a via para cada um. E indica para cada qual a sua vida, ou melhor, a sua via.
E para nós indicou a via de nossa vocação.
Então, devemos pedir essa via perfeita, que Ele nos deu, que nos deu por meio d’Ela, devemos pedir para seguirmos com perfeição a via perfeita e que é a via de nossa vocação, tão clara para nós.
Outros não sabem qual é a sua vocação e rolam aí pela vida como seixos debaixo do rio. Nós, graças a Deus, sabemos qual é nossa vocação. A via para nós está clara. É pedir a graça de seguir essa via perfeita, de um modo perfeito.
Depois: “na verdade de vossas virtudes”, quer dizer, tendo a autenticidade de vossas virtudes. Não o “heresia branca”, que é virtude fofa, balofa, inconsistente, mas a virtude autêntica, verdadeira, sincera. Isto é que devemos pedir.
Então, repito: o viver de Jesus que está em Maria essa vida que se comunica em nós é ter o espírito de santidade, a plenitude da força, a perfeição do caminho e a verdade das virtudes. Isto é a vida de Jesus que se comunica a nós.
Isto é o que foi pedido para nós, em nós.
Agora vem o pedido de uma ação contra nosso adversário: “Dominai sobre toda potestade inimiga”, quer dizer, dominai o demônio, dominai as forças do mundo que tentam arrastar-nos para o mal.
Agora, vem a razão pela qual pedimos: pedimos para nosso bem, é evidente, mas pedimos para, no espírito de Jesus, para a glória do Padre Eterno, isto quer dizer, para maior glória de Deus. Nós queremos isto por amor a Deus.
* O maior auxílio que Nossa Senhora nos pode dar é nossa santificação
Que relação tem esse comentário com a festa de Nossa Senhora Auxiliadora? O maior dos auxílios que Nossa Senhora pode nos dar é exatamente o nos comunicar este espírito de santidade esta força, esta perfeição de via, esta autenticidade de virtudes, essa comunhão de mistérios, essa vitória contra o demônio, e comunicar-nos tudo isso para nossa santificação.
Quando nós rezamos essas três Ave Marias todas as noites, os senhores notam que a primeira intenção é pro sanctificatione nostra. Quer dizer, acima de tudo, mais do que tudo, mais até do que o êxito do apostolado, o que queremos é que cada um de nós se santifique. E depois, secundariamente, que todos nós nos santifiquemos em comum. E esta santificação, o auxílio de Nossa Senhora se opera por essa forma.
* Nosso Senhor quis receber de Nossa Senhora um culto todo feito de carinho
O que vem a ter com isso Jesus vivendo em Maria?
É para os senhores compreenderem bem este pensamento que está muito ligado à noção de Nossa Senhora Auxiliadora.
Nossa Senhora Auxiliadora — eu já disse isto, mas considero importante repetir — se apresenta a nós na imagem com o Menino Jesus no braço para indicar a relação materna que Ela tem com o Menino Jesus, que é aquela relação de intimidade absoluta, de atender as últimas e menores dificuldades de um criança, e atender com aquele afeto, com aquela bondade, que se tem para com o pequenino e o fraco. Não para com o grande e o forte, mas para com o pequenino e o fraco.
Os senhores já imaginaram o que representava para Nossa Senhora, Ela ver uma criança chorar? Ela perceber que aquela criança tinha frio, por exemplo, ou tinha fome e não sabia dizer como, e Ela saber que aquela criança era Deus?
Deus infinitamente poderoso, infinitamente nobre, infinitamente alto, Criador d’Ela, ali chorando dentro do berço e pedindo o auxílio d’Ela?
Quer dizer, Deus querer ser tratado por Ela, como sendo pequenino, querendo ser adorado enquanto pequenino. Não sei se percebem que forma de culto Ele quis d’Ela.
Ele quis um culto meigo, Ele quis um culto miúdo, quis um culto acessível, quis um culto todo feito de carinho, porque na essência divina d’Ele há um fundamento para isto. De tal maneira está entranhado na forma de relação de Nossa Senhora com Nosso Senhor esta idéia de que Ele era filho d’Ela e essa intimidade de relações.
* Nossa Senhora quer que sejamos, com Ela, como meninos
Isto fez de Nossa Senhora, a Mãe de todo gênero humano, Nossa Senhora Mãe de Jesus Cristo, Mãe de todos os cristãos é Mãe do Corpo Místico de Cristo. E em relação a cada um de nós, a posição de Nossa Senhora é de querer que sejamos com Ela como meninos; de querer que sejamos com Ela como o filho que é carregado no colo, e que pede a Ela toda espécie de coisa e a quem Ela dá muito mais do que pede, até o que não sabe pedir; mas a condição é de pedir para Ela com aquela intimidade, com a certeza de ser atendido por Ela, como se fôssemos uma criança de colo.
Esta é a condição e é a esse título que Ela nos auxilia.
É aquela multidão de auxílios, que são os auxílios que se dão aos pequenos e que é muito mais do que o auxílio que se dá a um grande.
Aqui está bem o traço filial da devoção a Nossa Senhora Auxiliadora e que estabelece exatamente uma linha de comunicação, de afinidade ou de identidade com a pequena via de Santa Teresinha do Menino Jesus.
É o menino, é a criança, é o pequeno que cultua por esta forma o com quem Nossa Senhora quer ter relações assim.
Aí se poderia dizer que o Céu é dos meninos e que quem não for pequenino não entra no reino dos Céus. Isto debaixo desse ponto de vista.
As almas mais grandiosas na Igreja, as almas mais majestosas, as almas mais fortes, as almas mais extraordinárias, sempre que falaram de Nossa Senhora, falaram nesse diapasão.
E mesmo quando disseram as coisas mais altas d’Ela, tinham bem em mente que Ela era a Mãe que queria tratar a cada um deles como menino; com aquela bondade, com aquela solicitude, aquele sorriso com que se trata um menino — para usar uma péssima palavra de hoje, mas aqui empregada no bom sentido. Aqui está um aperçu da devoção a Nossa Senhora enquanto Auxiliadora.
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