Santo
do Dia (Rua Pará) – 18/11/1965 – 5ª feira
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Santo do Dia (Rua Pará) — 18/11/1965 — 5ª feira [SD 083]
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Mesmo sem conhecimentos a respeito dos bem-aventurados desta data, o Sr. Dr. Plinio os venera e pede sua intercessão * As basílicas de São Pedro e de São Paulo são as mais marcantes de Roma — Mesmo sendo o primeiro o príncipe dos Apóstolos, São Paulo teve um co-principado * O Sr. Dr. Plinio simula uma imaginária situação de inveja entre os Apóstolos nos primórdios da Igreja * Os exemplos dos Apóstolos mostram que não devemos ter espírito exclusivista, pretendendo autoridade e propriedade sobre os dons e encargos recebidos * Aplicação concreta para o Grupo: não devemos ficar nodosos com os dons dados aos outros, e quem tem autoridade deve saber utilizá-la; o mais importante é Deus ser mais bem servido * Não devemos ter apegos pessoais a qualidades ou incumbências * Devemos nos alegrar com o apostolado feito pelos outros, bem como pelas suas qualidades, como se alegravam desinteressadamente os santos, os quais se louvavam uns aos outros pela glória de Deus * O Sr. Dr. Plinio comenta um elogio que ele recebeu de uma senhora, associando com o tema do desapego que foi exposto
* Mesmo sem conhecimentos a respeito dos bem-aventurados desta data, o Sr. Dr. Plinio os venera e pede sua intercessão
Bem, amanhã vai ser a festa da dedicação das Basílicas de São Pedro e São Paulo Apóstolos, e hoje é festa do Bem-Aventurado Roque Gonzales e companheiros, mártires do Rio Grande do Sul, jesuítas.
Eu devo confessar, para minha grande confusão, que eu não sei absolutamente nada a respeito dos bem-aventurados. Que roguem por mim e aos quais eu presto o meu culto aqui, mas absolutamente nada. Não tenho idéia. Não sei como é que eles morreram no Rio Grande do Sul, se foi coisa das missões. O que eu me confundo muito e aliás acho que a matéria nos importa muito, porque eles provavelmente deviam ser brasileiros ou portugueses vindos ao Brasil.
(Sr. –: …)
Ah, naquele tempo era o Uruguai? E o que houve com eles?
(Sr. –: …)
Em que século?
(Sr. –: …)
Quem é que tem notícia disto aqui?
(Sr. –: …)
Ah, naquele tempo da Guerra das Missões, aquelas coisas?
(Sr. –: …)
Três, é? Mas é uma coisa importante, hem? É sangue de mártir num território hoje brasileiro, não é?
Agora, se sangue de mártir é semente de cristãos, isto naturalmente diz respeito. Onde este território estiver incorporado. Aquele território imediato, mas onde estiver incorporado. E quando se costuma dizer que o Brasil não tem santos, ao menos se pode dizer que o Brasil tem mártires. Embora naquele tempo não fosse Brasil, ainda assim diz algo [a] respeito do Brasil. E seria realmente muito interessante que alguém conseguisse dados a respeito disto, que alguém fornecesse.
(…)
* As basílicas de São Pedro e de São Paulo são as mais marcantes de Roma — Mesmo sendo o primeiro o príncipe dos Apóstolos, São Paulo teve um co-principado
Bem, quanto à dedicação das basílicas dos apóstolos São Pedro e São Paulo, nós sabemos que embora São Pedro seja príncipe da Igreja, o apostolado de São Paulo foi um apostolado de tal maneira importante e marcou tanto a cidade de Roma, que a visita a Roma … [inaudível]… dos apóstolos, os apóstolos São Pedro e Paulo, de tal maneira a presença de São Paulo marcou Roma.
E realmente eles têm em Roma aquela grande basílica de São Paulo fora dos muros, que foi … [inaudível]… de Pio IX, que foi reconstruída … [inaudível]… onde está até um mosteiro beneditino onde esta um amigo nosso, … [inaudível]… morreu.
Estas basílicas de São Pedro e São Paulo são, por assim dizer, as basílicas que marcam mais em Roma. E esta é a festa da dedicação, [em] que a gente celebra a consagração das igrejas, em que elas foram dedicadas, etc.
O que nós poderíamos dizer a respeito disto?
Seria interessante a gente ver aqui como são as obras de Deus e como as coisas de Deus são pouco geométricas. Porque a gente deveria dizer que São Pedro, sendo príncipe da Igreja, São Paulo não tinha muita coisa que fazer lá. E segundo as coisas funcionais de hoje, São Pedro até devia andar com um mau olhar para São Paulo, aparecendo com todo o seu brilho, toda a sua fogosidade, toda a sua capacidade, não é verdade? Aparecendo lá e quase que obscurecendo um pouco a figura de São Pedro, que era … [inaudível]… uma pessoa menos inteligente que São Paulo.
Pode-se dizer que São Pedro, príncipe da Igreja, fica um pouco obscurecido por São João de um lado e por São Paulo de outro lado. São João porque ele era o príncipe, mas o bem amado era o outro. São Paulo porque São Pedro era o príncipe, mas homem … [inaudível]… bem era o outro. De maneira que ele fica assim meio imprensado, meio comprensado precisamente entre os dois outros.
E esta espécie de co-principado de São Paulo na própria Roma indica como estes desígnios da Providência a respeito da almas, como isto é uma coisa rica, como é uma coisa cheia de aspectos inteiramente insuponíveis.
* O Sr. Dr. Plinio simula uma imaginária situação de inveja entre os Apóstolos nos primórdios da Igreja
Uma vez eu estava conversando a este respeito [e] estava mostrando como isto é contrário ao espírito do mundo moderno.
Os senhores tomem São Pedro. Os senhores imaginem que São Pedro, São João e São Paulo fossem pessoas … [inaudível]… Nosso Senhor a santidade de São João. Nosso Senhor toma um discípulo e diz: “Tu és meu bem amado”. Na hora de perguntar quem é o traidor, é São João quem pergunta. E ele pergunta encostando afetuosamente o ouvido dele no peito de Jesus, e Lhe perguntando: “Senhor, quem é?”.
Bem, na hora de designar o chefe, ele é posto de lado … [inaudível]… supôs que não iria. Resultado: … [inaudível]… em São João: “Ingrato. Ele não sabe reconhecer minha amizade. O mais dedicado a ele sou eu. No entanto Ele, por capricho, nomeia um tipo que já … [inaudível]… e que Ele previu que ia … [inaudível]… apesar disto porque não queria reconhecer, etc., e o nomeia”.
Está bom, entre São Pedro … [inaudível]… de São Pedro: “Mas que negócio é este aqui? Eu sou o homem de confiança d’Ele e o bem amado é outro? Ele não diminui meu prestígio, fazendo entender que tem preferência por um que Ele não nomeou como chefe? Como me arranha, como me tritura. Então, como é esta história? Eu sou o chefe do Colégio Apostólico e para saber quem é o apóstolo traidor eu tenho que perguntar para um outro, porque o outro é que é preferido d’Ele? Que incongruência existe dentro disto?”.
Agora, São Paulo. São João e São Pedro em face de São Paulo.
Judas trai, enforca-se, elege-se regularmente um outro apóstolo para ir para o lugar de Judas. Está bom, depois disto tudo vem o décimo terceiro apóstolo, que veio… vamos dizer, entrou de pára-quedas, entrou pela clarabóia, que ninguém supunha, ninguém sabia… … [inaudível]… vinte anos depois que encontrou com São Pedro, não é isto?
Bom, mas o mais curioso é o seguinte: Nosso Senhor vai para o deserto e dá toda uma instrução a São Paulo, sozinho no deserto. Explica toda a religião, etc., para São Paulo. Nosso Senhor já na sua vida gloriosa aparece e explica tudo para São Paulo. De maneira que São Paulo é apóstolo como os outros, tem as mesmas virtudes que os outros, mas ele ouviu tudo em outro lugar, em outra ocasião, em outras circunstâncias, de um modo completamente diferente e só vinte anos depois toma contato com o chefe do colégio dos apóstolos. E faz um apostolado brilhantíssimo.
* Os exemplos dos Apóstolos mostram que não devemos ter espírito exclusivista, pretendendo autoridade e propriedade sobre os dons e encargos recebidos
Quer dizer, se a gente fosse ver o que fizerem os outros, ou melhor, o que fizeram os doze, e depois o que fez o décimo terceiro… É o apóstolo das gentes.
Pega, por exemplo, um São Tomé, vai para a Índia, não consegue nada. Vão para cá e para lá, os apóstolos designados para fazer apostolado, conseguem muito pouco… … [inaudível]… apóstolo, no pleno sentido da palavra, mas daquela maneira — ele se chama abortivo — este consegue tudo. Depois vai e senta como que ao lado do príncipe dos apóstolos, no terreno do príncipe dos apóstolos, e brilha como sol. Não é verdade? Depois, ainda no dia do martírio são martirizados no mesmo dia.
Quer dizer, ainda aquela história… [inaudível]… Agora, por quê? Porque Deus, em relação aos dons d’Ele, aí sim, não gosta de espírito de privilégios ou propriedade privada, no seguinte sentido: ninguém é senhor feudal de Deus. Ninguém pode dizer: “Eu sou dono de Deus. Deus a mim deu isto, aquilo, aquilo outro, deu tudo quanto era dável. Portanto, meus caros, entendam: aqui estão as chaves e olha lá, hem? Ai de Deus … [inaudível]… porque foi concedido a mim, e está acabado”.
Quer dizer, isto Deus não tolera, Deus não suporta. As obras de Deus… … [inaudível]… simplicidade … [inaudível]… da parte de todos os seus privilegiados, muita … [inaudível]… verdadeira humilhação. E é isto que esta festa desta dedicação simultânea das basílicas deve nos lembrar.
Aplicação concreta para o Grupo. A aplicação concreta, por exemplo, é a seguinte:
Nós não devemos ter aqui o espírito seguinte: exclusivista, no seguinte sentido da palavra: tal apostolado não consegue … [inaudível]… Fulano não quis e o Dr. Plinio exigiu … [inaudível]… isto é meu, minha situação, meu setor, porque … [inaudível]… Também não quer dizer que basta o fulano querer se meter, que se meta. Mas é preciso obedecer à voz da Providência, que às vezes pede que não se meta, mas muitas vezes pede que … [inaudível]… É preciso saber qual é a hora de se meter, qual a hora de não se meter, e fazer tudo … [inaudível]… com a Providência. Mas quando a gente percebe que uma coisa é soprada pelo bom espírito, pela virtude, que a pessoa faz aquilo com desapego, com vontade de servir, a gente deve compreender que isto é legítimo, que é uma coisa direita, que a gente deve admitir isto, etc., porque assim são as obras de Deus. Não existem … [inaudível]… elas são abertas neste sentido da palavra.
* Aplicação concreta para o Grupo: não devemos ficar nodosos com os dons dados aos outros, e quem tem autoridade deve saber utilizá-la; o mais importante é Deus ser mais bem servido
Há uma outra coisa também que é nós compreendermos aqui a pluralidade de dons.
Deus, dentro do próprio movimento, dá muitos dons, ora a uns, ora a outros, ora a outros. E aqueles que estão colocados em situação de mando devem preservar a sua autoridade … [inaudível]… naturalmente a Deus, mas sabendo utilizar a sua autoridade para realçar … [inaudível]… Porque exatamente o papel é de estar continuamente chamando atenção para a pluralidade de dons que Deus dá dentro do movimento.
É o seguinte:
Ter muita alegria pelos dons que Deus fez aos outros. Muitas vezes a gente vê que Deus faz a um outro um dom que não faz à gente. Em vez de ficar nodoso, em vez de ficar triste, em vez de ficar aborrecido, em vez de ficar na pseudo-indiferença, sentir uma verdadeira alegria: “Que felicidade aquele estar fazendo tal coisa de que eu não sou capaz. Que felicidade que aquele outro faça tal coisa para a qual eu não tenho tempo. Que felicidade que aquele outro brilhe mais do que eu e faz mais ainda por Deus, de maneira que Deus é mais bem servido”.
* Não devemos ter apegos pessoais a qualidades ou incumbências
Quer dizer, esta ausência de apego pessoal nesta ordem é uma coisa importantíssima. Portanto eu vou usar uma expressão muito chué, mas é porque ela indica bem a coisa.
Quem … [inaudível]… um apostolado, muitas vezes se deixa levar — quero crer que subconscientemente — pelo espírito seguinte: “Eu vou mostrar para esta gente agora que eu recebi a incumbência de tal coisa, eu vou fazer tal coisa esplendidamente para entenderem de uma vez por todas o ‘chapa´ aqui o que é que faz. É um colosso. Eles agora vão compreender o que é que eu posso”.
Vamos dizer que dão, vamos dizer, a incumbência de lavar isto. Ah, isto vai aparecer da cor do veludo do Lísio que o Umberto trouxe … [inaudível]… cerúleo não tem igual. Porque quando eu lavo é bom que se compreenda que eu sou arquilavador e nada fica tão bem assim. Eu vou aproveitar a ocasião para deixar bem claro como eu sou para Fulano, sobretudo, que não me cumprimenta com a devida atenção. Para o Sicrano … [inaudível]… e ele é um pouco assim, ele diz: “Ah, sei…”. Ele não sabia. Fique sabendo então que eu sou o tal colosso. É claro. E para Beltrano, que é uma coisa engraçada, me corta sempre a palavra. Eu vou dizer uma coisa bem interessante, ele vai e me corta a palavra. Agora eu vou fazer ele ficar sem palavras … [inaudível]… e o Dr. Plinio perguntar:
— Eh, é? José Fernando, você comprou um pano novo.
E então diz:
— Não, Dr. Plinio, isto aqui é o veludo que dei para o Fulano lavar.
— Oh, Fulano, como você lava bem este pano! … [inaudível]… aquele, aquele e aquele outro … [inaudível]… se ele lava tão bem este pano, que outras coisas ele fará? Ele é capaz de governar um império. Porque ele lava um pano, como é que governará um império? Um homem sobremaneira extraordinário!
Então, estes estados de espírito a gente tem que aprender a ver na gente … [inaudível]… e ver neste exemplo de como Nossa Senhora … [inaudível]…
* Devemos nos alegrar com o apostolado feito pelos outros, bem como pelas suas qualidades, como se alegravam desinteressadamente os santos, os quais se louvavam uns aos outros pela glória de Deus
Como é que era São João? São João na Ilha de Patmos.
As visões fantásticas, etc., mas uma ilha que era uma ilha tortuosa daquele tempo. Patmos nunca foi uma grande ilha. Era uma ilhota … [inaudível]… pouco mais ou menos. Eu não quero nomear nenhum país … [inaudível]… Patmos é um verdadeiro Piauí. Se houver um piauiense aí … [inaudível]… Ele ouve falar de São Pedro que governa o globo inteiro e ele está em Patmos. Ele: “Que bom que Deus pôs meu irmão Pedro como base do edifício! Que felicidade que ele esteja governando tudo! E olhem com que santidade ele faz. Ele é respeitado por todos. Vou mandar a Pedro minhas homenagens para acrescer a de todos os outros. Que alegria!”. Isto é reação verdadeira.
São Pedro e São João ouviram falar de São Paulo … [inaudível]… no mundo, mas que satisfação! O que nós não conseguimos fazer, ele faz. Epístola para São Paulo, felicitando calorosamente. São Paulo e São Pedro ouvem falar de São João … [inaudível]… Olha, ver a Nosso Senhor é assim. A gente está perto dele … [inaudível]… aí é que eu senti a presença de Nosso Senhor Jesus Cristo o que é o discípulo bem-amado. Nada como ser o discípulo bem-amado.
Assim é o desinteresse dos santos, louvando-se uns aos outros pela glória de Deus. E é tão diferente do que muitas vezes pode acontecer na miséria humana!
Primeira pergunta:
Quando nós ouvimos contar do sucesso no apostolado de um irmão nosso, nós temos a mesma alegria? Temos a mesma compreensão? Quando há um sucesso no nosso apostolado, nós fazemos um ato de vontade para não pensar no nosso sucesso? O sucesso inebriante de apostolado depois dele ter sido realizado, é uma coisa, é um pensamento altamente perigoso. Conferência bem sucedida … [inaudível]… “Homem, a minha conferência… Aquela passagem, eu estava prevendo que ia ser aplaudida, como foi aplaudida. Bem, reconheçamos que não é tanto quanto devia ser, porque é um povo baixo aquele povo, de modo … [inaudível]… eu falei como eles não compreendem. Aliás, é próprio da mediocridade não perceber o mais alto vôo do talento. Mas algo sempre eles perceberam.
* O Sr. Dr. Plinio comenta um elogio que ele recebeu de uma senhora, associando com o tema do desapego que foi exposto
“Agora, aquela outra passagem, aquela senhora que veio me cumprimentar depois e que me disse que depois de Bossuet ninguém como eu faz conferência, coitada dessa mulher! Naturalmente é porque ela é uma snob. Então, depois de Bossuet ninguém é como eu!… Mas ela deveria ter dito depois de Santo Agostinho … [inaudível]… de São João Crisóstomo. Porque, afinal de contas, … [inaudível]… depois falava em francês, nem sabia falar português. Eu é que sou um colosso, etc., não é verdade?”.
Isto a gente deve evitar. Depois das conferências, depois das aulas, depois das reuniões, depois de ter dado o jornal-falado … [inaudível]… não estar remoendo os brilharecos que fez, nem estar vendendo o pelo do urso antes de matá-lo. Trabalhando pensando: “Bom, isto quando der resultado vai ser uma trombada. Deve dar alegria aos outros. Se não der alegria, eu ficarei triste pelos outros e não por mim … [inaudível]… ter servido exclusivamente a Nosso Senhor. E aqui está a sinfonia ou a pluralidade das coisas do apostolado”.
Ainda ontem eu percebi. Eu estava rezando lá fora e o coro, com o agrado para mim de sempre, estava cantando. Eu estava pensando: aquelas várias vozes que se levantam e que representam cada uma o seu papel é como um apostolado de vários talentos, das várias capacidades, das várias dedicações que se levantam e compõem uma harmonia.
Agora, o que é que nós diremos se a nossa … [inaudível]… no ré … [inaudível]… fosse mi, o dó … [inaudível]… fica pesado. O lá é inexpressivo. A guerra entre as notas, não é verdade? O que nós diríamos disto? É uma cacofonia.
Ora, nós somos as notas de uma música. Nós somos as harmonias de uma música. Nós devemos nos combinar para nos integrarmos, em vez de entrar este exclusivismo. Isto exatamente é que São João, São Pedro e São Paulo deram exemplos tão admiráveis, que na noite de hoje é cabível que se relembre isto.
Vamos então encerrar.
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