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Santo do Dia — 28/4/1965 — 4ª-feira

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Monstro do igualitarismo recepcionado no Palácio Aposólico; não há palavras para vituperar; festa de São Luiz Grignion de Montfort, “nosso” santo.

* Recepção ao monstro do igualitarismo * O nosso santo

São Luís Maria Grignion de Montfort

* Recepção ao monstro do igualitarismo

Acho melhor não comentar nada. Quer dizer, que a luz recebe com tantas honras… [falta palavra] …trevas e que prostituem a palavra do Palácio Apostólico, dizendo que ali foi recebido um representante da União Soviética e que se fala que um Marquês de Foguers foi esperar esse monstro de igualitarismo à entrada, e que depois levou até o palácio e que depois teve permutas de presente e de medalhas etc., etc. E essa naturalidade que ao se referir ao fato, isto tudo é uma coisa que não tem comentário possível. Quer dizer, as palavras são insuficientes para comentar, há certas coisas que apenas o silêncio comenta condignamente, não é? Em outras palavras, é para dizermos melhor o seguinte: há certas coisas que só Deus tem as palavras suficientes para condenar e para fustigar, não é? Ele falará pela voz da “Bagarre”. Quando nós ouvirmos os uivos da “Bagarre”, nós poderemos nos lembrar de coisas assim, não há mais nada para dizer.

Isto se deu exatamente no dia da festa. Hoje é 28, na vigília de dois grandes santos: um, São Paulo da Cruz, Confessor, que se consagrou a pregar por toda parte, com singular caridade, o mistério da Cruz. Fundou a Ordem dos Passionistas, que fazem voto de propagar a lembrança da Paixão, século XVIII.

E especialmente o grande, o grandíssimo santo, São Luís Maria Grignion de Montfort, autor do “Tratado da Verdadeira Devoção”, Doutor, Profeta e Apóstolo da Contra-Revolução. Sua relíquia se venera em nossa capela. Século XVIII.

* O nosso santo

À medida que o tempo vai passando, cada vez mais nós vamos podendo considerar São Luís Maria Grignion de Montfort o nosso santo. Nós não podemos ter a honra de podermos dizer que ele seja nosso fundador, mas ele é nosso mentor, ele é o foco de onde se acendeu o pavio do qual nós todos temos as nossas luzes. E ele é, portanto, para nós, o que um fundador é para sua Ordem Religiosa enquanto intercessão no Céu.

[O microfilme parece estar incompleto]

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