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Reunião do MNF
– 12.12.58 – Página
IHS
Advertência
Tipo de reunião: Reunião do MNF
Data da reunião: 12.12.58 – Sexta-feira
Este texto é anotação integral do que disse Dr. Plinio Corrêa de Oliveira, tendo sido feita por [...]. Recuperado do microfilme pela Comissão Plinio Corrêa de Oliveira, foi conferido com o original por por José F. Vidigal e/ou Renato Pezotti em 1995/1996. Houve apenas correção de ortografia, pontuação e gramática. As palavras entre colchetes [ ] foram introduzidas para melhor entender-se o texto. No lugar das palavras ilegíveis ou espaços em branco no original, foi colocado sinal de reticências.
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Reunião do MNF – 12.12.58 – Sexta-feira
O princípio da interpenetração e a Igreja dentro da "Arvore Porfiriana" de "luzes primordiais" ── A Igreja é o modelo de todas as sociedades * O princípio da interpenetração * Como se formam os grupos de elite * O princípio da complementação das camadas superiores dos grupos de elite * A luz primordial como fonte de estruturação do organismo social * A Igreja constitui uma sociedade de almas sobrenatural, muito mais elevada que a sociedade temporal, onde o Espírito Santo sopra livremente * A Igreja sendo sociedade perfeita será o modelo onde a ordem temporal vai se refletir * A "árvore porfiriana" das luzes primordiais dentro da sociedade ou Civilização Cristã
1º) A Igreja é uma sociedade perfeita, não só no sentido técnico, quer dizer, uma sociedade completa, que não depende de nenhuma outra, mas também, num outro sentido, de que fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo, apesar da miséria dos homens que a compõem, ela tem um grau de excelência maior do que a sociedade civil, ela é muito mais bem organizada, ela é muito mais alta, mais elevada intrinsecamente. Razão pela qual ela reúne em si, de um modo arquetipicamente todos os princípios inerentes a uma sociedade. E é por isso que ela é o modelo de todas as sociedades enquanto sociedades. E por esta razão todas as regras de sociedade que nós acabamos de estudar agora, se realizam na Igreja, adaptadas à natureza especial da Igreja, se realizam na Igreja ainda de um modo mais excelente.
Assim, podemos dizer que na Igreja nós podemos encontrar certos elementos que são como que cortar o bolo em fatias diversas. De um lado, aquilo que é o elemento propriamente hierárquico da Igreja, distinção entre Igreja docente e discente, depois os vários graus da hierarquia, etc., etc.
Depois poderíamos considerar a Igreja segundo outra fatia do bolo, nas suas grandes famílias espirituais; depois, segundo outra fatia do bolo, poderíamos considerar nos seus grandes blocos nacionais que legitimamente existem dentro dela, como realidades espirituais e não apenas como realidades temporais. Assim, por exemplo, a Igreja Latina e a Igreja do Oriente correspondem a duas grandes famílias de povos que são duas grandes famílias de almas humanas e que, por isso mesmo, são duas grandes famílias espirituais e com realidades eclesiásticas próprias. Donde, a Igreja do Ocidente ── que corresponde ao Sacro Império Alemão ── e a Igreja do Oriente ── que corresponde ao Império Bizantino com a pluralidade de ritos que dentro dele existiram. E poderia haver Igreja chinesa, Igreja japonesa, etc., etc., formando outras famílias dentro da mesma Igreja universal. como depois nós, por um processo de pinçagem poderíamos escolher, por exemplo, dentro da Igreja, os santos que foram, por exemplo, especialistas, vamos dizer, em tal tipo, os santos, por exemplo patronos de operários...
(...)
...estilistas nos vários lugares
(....)
...essa pinçagem dentro da Igreja.
* O princípio da interpenetração
(AX: O princípio da interpenetração é aquele segundo o qual as várias sociedades e os vários elementos colocados nas diversas alturas dessa árvore porfiriana, se interpenetram. Assim, por exemplo, entre o pastor e nobre inferior não existe um hiato mas, o mais alto dos pastores pode estar em freqüente contato com o nobre inferior, ou, pelo menos, com cavaleiros, com elementos intermediários que tendo um movimento contínuo de aperfeiçoamento no qual os extremos se tocam. O princípio da interpenetração vale também para as relações que existem, por exemplo, dos cumes entre si, dos diversos cumes: militar, social, literário, etc., esses vários cumes têm também relações entre si, mas então, do princípio de interpenetração.
Novamente, dentro de cada pequena sociedade, de classe social mais elevada ou mais baixa, existem os elementos de elite e esses elementos de elite também estão muito relacionados com aqueles que, ali dentro, não são de elite. E assim, em vários campos dessas gramas poderíamos estabelecer esse princípio da interpenetração.
* Como se formam os grupos de elite
Pelo princípio da formação dos grupos de elite faz-se da seguinte maneira: quando, por [cissiparidade?] se formam os elementos de elite, esses elementos de elite procuram conviver entre si porque similis simili gaudet, quer dizer o igual gosta do igual. Agora, para outro lado, as camadas de elite de vários grupos diferentes gostam de viver...
Estávamos dando os princípios marginais da exposição que vinha sendo feita. Queremos saber por que dentro de um determinado grupo social, além de se destilarem os elementos de elite ── o que já vimos ── como é que esses elementos formam um corpo. Diremos que esses elementos formam um corpo por este lado: o semelhante se agrada, se regozija na companhia do semelhante e, por causa disto, os elementos semelhantes que são da elite, procuram-se a si mesmos e formam uma determinada camada.
* O princípio da complementação das camadas superiores dos grupos de elite
Por que razão as camadas superiores dos vários grupos sociais, por sua vez, procuram-se para formar um meio geral maior? É por dois motivos:
1º) Porque os elementos, as elites dos vários grupos sociais, enquanto elite, são semelhantes entre si e, por isso, elas se procuram entre si, pelo princípio de que o semelhante se rejubila com o semelhante. Mas há uma outra razão. É que esses vários grupos sociais, além de serem semelhantes entre si, são, por algum lado, dessemelhantes e se rejubilam naquilo que os completa. E, então, o dessemelhante se rejubila naquilo em que harmonicamente ele se encontra. Parece uma contradição mas não é. É inteiramente verdade.
Bem, por causa disso, pelo princípio de complementação que anunciamos há pouco, por onde a parte incompleta clama por completar-se e clama por aquilo que a completa, então as várias elites clamam por se encontrarem, por se complementarem umas nas outras. Então é pela conjugação desses elementos que se faz.
* A luz primordial como fonte de estruturação do organismo social
O Adolpho pede que eu registre um princípio que está muito implicado nisso tudo, que é o seguinte: a relação disso com a luz primordial. Quando as luzes primordiais e o sistema planeta-satélite num povo é harmônico, todo esse processo de encaixe se faz razoavelmente, de maneira a constituir um todo. Mas quando a luz primordial não existe, quer dizer, no seguir a...
(...)
... malucos, falsos e por isso não há esse encaixe de planetas e satélites, é impossível formar estruturadamente todo esse organismo de que acabamos de falar.
* A Igreja constitui uma sociedade de almas sobrenatural, muito mais elevada que a sociedade temporal, onde o Espírito Santo sopra livremente
Gostaria de passar para um complemento nº 3, que é o seguinte: mostrar que pelo fato de que a Igreja é a mais alta de todas as sociedades, nós, na ordem universal, podemos considerar um termo médio entre o Céu e a Terra porque, exatamente, é o próprio de Deus não fazer vácuos absolutos entre as várias graduações do que Ele queria; e esse termo médio é exatamente a Igreja Católica, entidade que existe real e juridicamente no Céu, existe também na Terra e existe no Purgatório.
Então, poderíamos dizer que a Igreja Católica é uma sociedade de almas sobrenatural e, por causa disso, muito mais impalpável, muito mais elevada do que a sociedade temporal. É por causa disso mesmo que todas as regras de ordem que existem nela existem de um modo mais sutil, de um modo mais... menos penetrável e o Espírito Santo sopra mais livremente nessa esfera mais alta. O que não quer dizer nem um pouco que seja uma zona em que a ordem é menos autêntica, mas é, pelo contrário, pela maior nobreza da zona a ordem é mais etérea, mais difícil de perceber, ela pousa com mais solidez sobre menos colunas e nesse espaço aberto o Espírito Santo sopra livremente, é verdade, [mas] loucamente nunca. E o louco e o livre, em Deus, são completamente diferentes.
De maneira que então sopra com uma suprema ordem, estabelecendo esse conjunto de contrafortes soberbos que dão a esta ordem um brilho ainda maior do que a gente poderia imaginar.
* O fundamento do princípio da complementação
(A.X.: Quarta observação: o Dr. Plinio, há pouco, disse que muitas vezes essa convivência de pessoas de elites diferentes dentro de uma nova elite, digamos de cume, se faz em função de certa dessemelhança. Mas ele mesmo disse, certas dessemelhanças harmônicas ou afins. Isso é muito importante porque novamente introduziu o traço de semelhança dentro dessas dessemelhanças. Por quê? Pelo fato de que essas dessemelhanças, de algum modo, se completam, de algum modo são uma mesma visão de objetos diferentes enfim, pelo fato de que elas [são] afins, há nelas um novo traço de união.)
* O amor sobrenatural produzido pela Santa Igreja gera efeitos tipicamente de caráter temporal
Observação colateral nº5: nós poderíamos para o estudo da lei do amor, pegar ── se a expressão não fosse irreverente ── pegar com a boca na botija, quer dizer, a causa, enquanto dela vai saindo o efeito, pegar a lei do amor funcionando no seguinte:
A Igreja Católica que é a própria fonte de todo amor, dando origem a um efeito temporal que é o fruto do amor gerado pela Igreja.
(...)
... Igreja Católica. Nós teríamos uma corporação de carpinteiros, na qual haveria, pela força das coisas, uma espiritualidade algo um tanto "carpintária", quer dizer, acomodadas à condição da vida de um carpinteiro, e depois nós veríamos uma técnica da carpintaria em estilo de trabalhador, de cooperar e de conviver em oficina, aliás, em boa ordem:
1º) O estilo de conviver em comum em oficina, o estilo de trabalhar e, daí, uma técnica de carpintaria, em aspectos de móveis, estilo, que seria o produto temporal desse amor gerado pela Igreja Católica.
Então nós teríamos aqui um pequeno flash da lei do amor, toda ela sobrenatural e espiritual produzindo um efeito típico de caráter temporal.
* As afinidades e dessemelhanças têm sua origem na lei do amor incutido pela Santa Igreja
Observação nº6: Em tempo oportuno conviria completar as idéias que nós temos sobre a lei do amor estudando exatamente o problema das afinidades e dessemelhanças harmônicas e das atrações que daí nascem e que constituem um dinamismo natural do amor dentro da sociedade, que deve ter seu símile no mundo das almas e, depois, no mundo da vida espiritual, da vida sobrenatural. E é uma espécie de lei de gravidade ou lei de magnetismo, de movimento magnético dentro das esferas do amor.
* A Igreja sendo sociedade perfeita será o modelo onde a ordem temporal vai se refletir
(Dr. Paulo Brito: Observação nº7: Como a Igreja é uma sociedade perfeita, toda ordem temporal inclusive essa árvore porfiriana que nós demos na ordem temporal, é um reflexo. digamos assim, da Igreja e mais ainda, do Corpo Místico de Cristo. Logo, poder-se-ia dizer, ou melhor, fazer como que uma árvore porfiriana a mais genérica de todas no plano superior que seria no plano sobrenatural e no plano natural, digamos, a árvore porfiriana do plano natural teria, naturalmente, uma relação muito íntima, embora as ordens fossem distintas e tivessem objetos próprios. Uma dessas relações o Dr. Plinio acabou de dizer, seria por exemplo, nas corporações de ofício em que a ordem sobrenatural inclusive a graça iria modelando mesmo um estilo ── digamos ── uma corporação de ofício de carpinteiros. Tudo isto de acordo com certas outras ordens naturais, por exemplo, carpinteiros da Alemanha fariam, bafejados pela ordem sobrenatural, pela graça que assistiria essa corporação, móveis num certo sentido diferentes da corporação de ofício dos carpinteiros da França. E assim poderíamos dar uma série de exemplos dessa interpenetração de ordem. No entanto, o princípio de que a árvore porfiriana, digamos, do corpo místico é a fundamental e a mais importante porque está num plano superior, continua de pé e que esta árvore porfiriana se entrelaça com a árvore porfiriana da ordem puramente temporal.)
* Os vários níveis da hierarquia na sociedade se interpenetram, emergem um no outro
Observação nº8: Eu gostaria de dizer o seguinte: que a relação que existe, a respeito da árvore porfiriana etc., a relação que existe entres os vários níveis da hierarquia da sociedade, uns sobre os outros é tal, como foi dito há pouco, que o ápice de cada nível como que emerge no outro. Porque apresenta uma relação, uma semelhança interessante com relação às várias ciências subordinadas respectivamente entre si. De maneira que o ápice de cada ciência já participa da uma ciência de nível superior. E por aí vemos a harmonia do universo como estabelece correlações curiosas em todas as partes onde o espírito humano possa voltar-se.
* As relações entre as pessoas a partir da visão global que elas possuam
(A.X.: Observação nº9: Ontem nós estudamos muito um problema que hoje foi esquecido: qualquer pessoa colocada num determinado ponto da luz da árvore porfiriana das luzes primordiais, deve observar e imitar as pessoas e as sociedades que estão em torno dela. Por exemplo, um ourives de Paris deve observar muito, deve contemplar os outros ourives de Paris, numa certa medida outros ourives de algum lugar da França, também os nobres, as pessoas de outras classes burguesas superiores daquela região; mas não normalmente uma pessoa deve, de um determinado ponto da luz da árvore porfiriana contemplar pessoas que estejam muito distantes daquele ponto. Assim, por exemplo, não é próprio a um ourives de Paris estar contemplando, convivendo, com ourives, digamos, do Oriente, porque ele não poderia compreender a arte de ourivesaria do Oriente. Nós então estabelecemos o princípio de que para as pessoas das classes inferiores, a convivência deve se restringir às pessoas que a cercam. Para as pessoas de classes superiores, nós podemos ── para os nobres sobretudo ── compreender uma convivência internacional. Portanto, as relações internacionais são próprias das classes mais elevadas.)
* Museu internacional só deve ser útil para os espíritos capazes de ver isso sob um ângulo universal
Em aditamento ao que dizia o Arnaldo: também a questão dos museus. Museu internacional só deve ser útil e aconselhável para os espíritos capazes de ver isto debaixo de um ângulo universal. Um museu regional é muito mais útil para os espíritos que estão imersos nas preocupações regionais.
* A "árvore porfiriana" das luzes primordiais dentro da sociedade ou Civilização Cristã ── A "árvore porfiriana" das luzes primordiais na sua linha mestra
[A partir desse ponto não está claro são são palavras do Senhor Doutor Plinio ou do A.X.]
(A.X.: Terminada a gravação do problema da formação das elites no campo intrínseco e no campo psicológico, nós passamos para um outro assunto relacionado com este, mas distinto, e que é o problema de como a luz primordial se estratifica e se organiza dentro de uma sociedade em gêneros e espécies. O problema parece que deve ser todo ele estudado porque se presta a muitas deduções e complementos; deve ser todo ele estudado, tendo-se como fundo de quadro o que se poderia chamar árvore porfiriana das luzes primordiais. Nessa árvore porfiriana das luzes primordiais, deveríamos estabelecer o seguinte: no cume, como uma espécie de gênero superior das luzes primordiais, teríamos a idéia de Cristandade, porque todo o homem da civilização ocidental tem um quê próprio do filho de uma cristandade no qual ele [se] comunica com os demais. Esse seria o gênero supremo dentro dessa luz primordial, dentro dessa luz porfiriana das luzes primordiais.
Abaixo desse gênero supremo viriam então as primeiras diferenças específicas e que determinam a luz primordial francesa, italiana, a germânica, inglesa, espanhola, etc., etc. Dentro ── vamos tomar a linha francesa ── dentro da luz primordial francesa nós começamos uma série de especificações novas, sempre, portanto, pelo acréscimo de uma diferença específica nova e acabamos construindo uma verdadeira árvore porfiriana que termina, digamos, no indivíduo e mesmo no indivíduo da classe social mais baixa.
Por exemplo, um simples pastor ou no filho do pastor dentro da França. Essa seria, digamos, a árvore porfiriana considerada na sua linha mestra porque isso sofre, por causa do velho princípio da pluralidade de campos dentro dos quais o homem age, isso sofre uma interferência que escapa à simples categoria de arvore porfiriana. Por exemplo, o seguinte: numa determinada faixa pode entrar uma apetência, um desejo, um traço, portanto, de luz primordial, que esteja fora dessa linha que vem da Cristandade até embaixo. Pode entrar, por exemplo, o gosto pela xadrez, O xadrez, naturalmente, não é algo que entra como um gênero dessa árvore porfiriana. É uma interferência, mas uma interferência que pode existir nas camadas mais altas ou nas camadas mais baixas. E pode até difundir ali dentro de modo irregular. Ter, por exemplo, uns poucos representantes numa classe alta, muitos numa classe média, mais ainda numa classe baixa. Por exemplo, o soldado japonês, que é sabido gostar muito de xadrez, enquanto o soldado de per si não.... isso não é próprio da carreira militar e nem é próprio do homem simples.
* Como podem se interprenetar as diferentes camadas de luz primordial
Diante dessas considerações vemos que podemos cortar o bolo em três lados:
1º) Digamos pelo seu corte principal, em que o aspecto político-social é muito evidente. Tomamos, antes de mais nada, a mais alta nobreza, depois..... tudo isso em função da nacionalidade, depois a nobreza mais baixa, depois a burguesia e assim por diante, indo até a plebe.
Podemos fazer um segundo corte no bolo, que seria não mais em função ao de certa estratificação que é comum a várias árvores como.... diversos países, por exemplo. Então, .... ramos das árvores porfirianas. É por exemplo, o corte do bolo na linha Ourives. Tudo quanto diga respeito à ourivesaria na França, na Alemanha, na Itália, tem entre si algo de comum. E é possível cortar o bolo desse lado.
E, 3º elemento, podemos cortar o bolo de alguns lados que são insusceptíveis de classificação porque não são determinações uniformes. Por exemplo, pela música, ou pelo xadrez, são elementos que interferem dentro das árvores porfirianas [e] não correspondem à classe social. São apenas um aspecto que nós destacamos, aspecto que é acidental em quase todos os elementos [que] o têm, e que permitem, então um corte, digamos, inteiramente transversal e irregular dentro da árvore porfiriana.
Para indicar esses três cortes, o Adolpho dá um exemplo que me parece muito bom. No primeiro caso, do corte segunda as linhas político-sociais, é como se se cortasse com faca no sentido vertical. No segundo, no caso dos ourives, das profissões é como se se cortasse com faca no sentido horizontal. E no terceiro, no caso do xadrez, não é um corte com faca, porque não há uma linha divisória do xadrez e do não xadrez, mas como se se pegasse com pinça um e outro elemento dentro dos diversos corpos sociais.
Grava, então essa árvore porfiriana das luzes primordiais como num fundo de quadro, nós vamos agora ditar várias observações anexas e que decorrem disso.)
A. R. M.