®OF10¯®PL58,61,50¯®TP0¯®BT1¯®PT113¯®LM2¯®RM63¯®IP5¯®JU¯®LS1.3¯®LL.2¯®WD2¯®OP2¯®SSN,pt=113,ju,fl,ll=0.25,ip=5,md=nm¯®SSAST,fc¯®SSP,pt=52,lm=13,ju,fl,ls=1.25,ll=0.25,ip=2,md=nm¯®SSL,pt=42,lm=13,ju,fl,ls=1.25,ll=0.25,ip=2,md=nm¯®SSPR,pt=52,lm=13,fr,ls=1.25,ll=0.25,ip=2,md=nm¯®SSLR,pt=42,lm=13,fr,ls=1.25,ll=0.25,ip=2,md=nm¯®SSPC,pt=52,lm=13,fc,ls=1.25,ll=0.25,ip=2,md=nm¯®SSLC,pt=42,lm=13,fc,ls=1.25,ll=0.25,ip=2,md=nm¯®SSS,pt=93,nj,ls=1.5,ip=0,2,ll=.15,rm=50,md=bo,hy=0¯®SSS1,pt=114,nj,fl,ip=0,2,lm=13,ll=.15,rm=46,md=rv,hy=0,al=1¯®SSS2,pt=113,nj,fl,ip=0,2,ll=.15,rm=36,md=bo,hy=0,al=1¯®SSE,pt=111,nj,ll=0.25,ip=0,0,lm=33,md=rv¯®SSR,pt=51,lm=13,ju,fl,ls=1.25,ll=0.25,ip=5,md=rv¯®SSA,pt=112,ju,fl,ll=0.25,ip=5,md=rv¯®SSDATA,pt=113,nj,fl,ll=0.25,ip=0,md=rv¯®SSC,pt=118,nj,ip=0,fc,ls=1.5,ll=.4,lm=8,rm=57,md=bo,hy=0,al=1¯®SSCC,pt=118,nj,ip=0,fc,ls=1.5,ll=.4,lm=8,rm=57,md=bo,hy=0,al=1¯
®USC¯Cap¡tulo X
®USCC¯Os atuais estatutos da TFP brasileira n„o podem ser utilizados como elemento de press„o para alterar a vida orgƒnica em nossa "fam¡lia de almas"®LBcap-10#¯
®USN¯®MDBO¯Como todos n¢s sabemos, a hist¢ria do Grupo de leigos cat¢licos fundado pelo Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio inicia-se propriamente em 1928, quando da entrada de nosso Pai e Fundador para o Movimento Mariano. Voltado para seu alto ideal de defesa da Civiliza‡„o Crist„, segundo os princ¡pios cat¢licos, tornou-se em pouco tempo o principal l¡der do Movimento Cat¢lico em S„o Paulo. Imediatamente aglutinou companheiros de luta em torno do ®MDRV¯Legion rio®MDNM¯ e, ap¢s a extin‡„o deste, em 1948, em torno do  ®MDRV¯Catolicismo®MDNM¯.
®USN¯Estreitamente unidos pelos mesmos ideais, conhecidos primeiramente como "Grupo do Plinio", ou ainda "Grupo do Legion rio", e mais tarde como "Grupo de Catolicismo", constitu¡am uma associa‡„o de fato, permanecendo nessa situa‡„o durante cerca de 30 anos.
®USN¯Ante o Direito Can“nico, essa associa‡„o de fato se encaixava no que ‚ classificado como associa‡„o particular de fi‚is (®MDRV¯Consociatio Privata®MDNM¯(®FN1 Ou segundo a terminologia adotada pela jurisprudˆncia can“nica firmada no regime do C¢digo de 1917, uma ®MDRV¯Confraternitas laicalis®MDNM¯¯)).
®USN¯Na qualidade de associa‡„o particular de fi‚is, n„o necessitava, como n„o necessita, de reconhecimento eclesi stico; o que n„o lhe retira a sua legitimidade, nem sua rica realidade como sociedade de fato, sendo como tal ®MDBO¯regida pelas leis do Estado®MDNM¯ (cfr.ÿ20Cƒnones 215, 225, 298, 299, 310 e 322).
®USN¯Em 1960, pareceu a nosso Pai e Fundador ser necess rio institucionalizar juridicamente, no plano civil, essa associa‡„o de fato. Foi assim que surgiu a Sociedade Brasileira de Defesa da Tradi‡„o Fam¡lia e Propriedade Ä TFP.
®USN¯Ao assumir uma defini‡„o jur¡dica perante a legisla‡„o civil brasileira a TFP n„o perdeu sua natureza origin ria. A rica realidade surgida do esfor‡o volunt rio, desinteressado e incessante em prol dos mesmos objetivos criara estilos de vida, v¡nculos e um relacionamento fraternal entre os membros do Grupo, que extrapolavam de muito, na pr tica, os parƒmetros estabelecidos pelos estatutos da nova entidade. E, desde 1960 at‚ hoje, a TFP continuou a existir daquela mesma maneira, inclusive enriquecendo sua vida orgƒnica.
®USS¯A "fam¡lia de almas" da TFP
®USN¯ precisamente referindo-se … TFP enquanto esse Grupo de amigos irmanados no mesmo ideal, e n„o … TFP, enquanto entidade juridicamente institucionalizada, que o Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio costumava defini-la como uma "fam¡lia de almas", numa linguagem n„o t‚cnica, mas que expressa melhor sua realidade viva.
®USN¯Pode-se estudar a evolu‡„o e defini‡„o desta tem tica em obras oficiais das TFPs, escritas pelo pr¢prio Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio ou elaboradas por outros membros do grupo com estudos especializados, sob estreita orienta‡„o dele.(®FN1 Cfr. R‚futation, 1979, p. 309; Torre„o I, 1984, pp. 319-320, nota 1; Servitudo ex Caritate, mar‡o/1985, pp. 157-160; Uma Voca‡„o Ä TFP e fam¡lias, 1986; Guerreiros da Virgem, pp. 19-20; Refuta‡„o … CNBB Ä 1989; Refuta‡„o CBV, pp. 40-41; Estudo submetido a canonistas romanos e ao padre Victorino Rodr¡guez O.P. e aprovado por eles, que figura como apˆndice … Refuta‡„o CBV, pp. 109-118; Texto preparado para o N£ncio Apost¢lico no Canad .¯)
®USS¯®MDBO¯Rela‡„o entre a fam¡lia de almas e as associa‡”es c¡vicas
®USN¯Foi essa mesma caracter¡stica de fam¡lia de almas, que favoreceu a expans„o das doutrinas, metas e m‚todos de a‡„o do Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio para outros pa¡ses, com a forma‡„o de 25 associa‡”es semelhantes … brasileira.
®USN¯Em cada um dos lugares onde pessoas se aproximavam da TFP brasileira, repetiu-se o fen“meno ocorrido em nosso pa¡s.
®USN¯Existem TFPs como institui‡”es c¡vicas, as quais, embora formem um conjunto de entidades co-irm„s com a TFP brasileira, s„o juridicamente aut“nomas, desenvolvendo independentemente uma atua‡„o p£blica em defesa da civiliza‡„o crist„ em suas respectivas p trias.
®USN¯Todavia, aquilo que sustenta e anima cada uma das TFPs locais ‚, em cada pa¡s, o grupo particular de pessoas, livremente associadas, preexistente … funda‡„o das sociedades c¡vicas.

®USP¯Eu creio que o primeiro a usar esta f¢rmula de que a TFP ‚ uma fam¡lia de almas, fui eu.
®USP¯Mas usei para dar a entender que nela o aspecto "fam¡lia de almas" ‚ ®MDBO¯preponderante®MDNM¯ sobre o aspecto "sociedade jur¡dica". Mas n„o ‚ que formasse outra sociedade. Mas t„o preponderante que, para dizer inteiramente a verdade, ela continuaria a existir se o aspecto jur¡dico desaparecesse. N„o por ser uma sociedade de fato, mas por ser uma fam¡lia de almas.
®USR¯(Dr.ÿ20Storni: E por ser a alma da sociedade.)
®USP¯Por ser a alma da sociedade, e por ser uma realidade que existe independente da sociedade de fato.(®FN1 Despacho Argentina de 19/11/90.¯)
®USS¯Do seio da fam¡lia de almas nascem os ˆremos, as cam ldulas e institui‡”es an logas
®USN¯Quem percorrer com aten‡„o a hist¢ria da Obra do Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio constatar  que, enquanto se fazia cada vez mais intensa a a‡„o p£blica da TFP, tamb‚m cresciam os anelos de perfei‡„o crist„, os quais, desde os prim¢rdios, caracterizaram o Grupo por ele fundado.
®USN¯Eis alguns tra‡os b sicos deste crescimento:
®USN¯As dif¡ceis condi‡”es do mundo moderno levaram muitos membros do Grupo, a buscar uma forma de vida em comum, como meio de m£tuo est¡mulo, aperfei‡oamento e perseveran‡a na luta, bem como prepara‡„o espiritual e intelectual para a atua‡„o externa.
®USN¯Nasceram ent„o, paulatina e organicamente as residˆncias de ora‡„o, estudo, recolhimento e trabalho chamadas na nossa linguagem dom‚stica "ˆremos" e as "cam ldulas". Neles se estabeleceram naturalmente e aos poucos, modelados pelo s bio governo do Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio, regulamentos ou ®MDRV¯ordos®MDNM¯, e se introduziram certas pr ticas que favore~ciam o estudo e a reflex„o, bem como a vida de piedade: silˆncio habitual (em determinados lugares ou em alguns hor rios), clausura em certa medida, uso de h bito, canto privado do Of¡cio de Nossa Senhora e outras ora‡”es em comum, etc., sob a autoridade de um encarregado, livremente aceita pelos residentes. Tudo isto no ambiente pr¢prio … dedica‡„o em prol dos ideais assumidos pelos membros, onde o ambiente, os usos e costumes tˆm uma nota pr¢pria ao esp¡rito da Funda‡„o.
®USN¯A ado‡„o de tais formas de vida influenciou a fundo diversos setores da TFP, dando ensejo ao surgimento de outros estilos de vida e de a‡„o, como os chamados "õremos Itinerantes", os "Ap¢stolos Itinerantes", os "Semi-õremos", que se encarregam de trabalhos burocr ticos e servi‡os diversos, etc. Esses progressos no estilo de vida foram vistos com boa vontade at‚ por aqueles que, por raz”es particulares, n„o podiam compartilh -los. Desse modo, tais progressos acabaram por exercer reflexos modeladores nos costumes da grande maioria dos componentes da TFP, influenciando em diversos graus todo o conjunto da entidade.
®USN¯Este primeiro ®MDRV¯‚lan®MDNM¯ teve, como todos n¢s sabemos, um arrefecimento e ap¢s 1975, fruto, como estamos convictos, do holocausto de nosso Fundador, veio uma renova‡„o da vida erem¡tica com o surgimento dos ˆremos S„o Bento II e Praesto Sum II que assim descreve o pr¢prio Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio:

®USP¯Agora, em determinado momento coincidiram duas coisas. Uma que vem de h  tempo se fazendo sentir cada vez mais: ‚ a press„o externa, por causa da marcha da Revolu‡„o Cultural externa, a press„o externa dos maus costumes, etc., cada vez mais terr¡vel. A qual levava em conseqˆncia que os membros daÿ20TFP sentissem mais necessidade de uma defesa interna do que sentiam antes. [...]
®USP¯E a Providˆncia aproveitou este mal para tirar da¡ um bem. Os mais fracos, os mais d‚beis, os enjolras sentiram a necessidade de ter uma vida comum, que lhes permitisse ter a fidelidade em condi‡”es mais acautelat¢rias, de pessoas do seu tempo e do Storni. E apareceu dentro da TFP, organicamente, uma coisa que atraiu enormemente a aten‡„o, que ‚ a vida erem¡tica.
®USP¯A vida erem¡tica e depois o exemplo dos eremitas tirou a TFP de um verdadeiro impasse. Porque a Contra-Revolu‡„o estava-se fazendo velha. Estava durando muito tempo a realiza‡„o de nossas esperan‡as do advento do Reino de Maria. Isso ocasionava uma certa decep‡„o, que por exemplo afetou muito os mais velhos da Argentina tamb‚m. Bom, e afetou de modo terr¡vel o Cosmin, por causa de quest”es de ®MDBO¯ambi‡„o individual®MDNM¯.
®USP¯Agora, ent„o, eu notava um desinteresse pela tem tica s¢cio-econ“mica, etc., um desinteresse muito maior do que antigamente. Isso correspondeu ao tempo da "®MDRV¯Bagarre®MDNM¯ Azul" em S„o Paulo. [...]
®USP¯O exemplo caracter¡stico da decadˆncia do interesse pelas coisas s¢cio-econ“micas, por uma prova‡„o espiritual Ä a id‚ia de uma durabilidade infinita de um mundo que eles tinham que combater [ideol¢gicamente e enquanto neo-pag„o], mas lhes apetecia Ä deu no c‚lebre exemplo da conferˆncia sobre a ida do Nixon … China, que eu preparei.
®USP¯Fui ao quadro negro porque me parecia que era a abertura de uma outra ‚poca. E eles receberam com tanta sonolˆncia, … tarde, que eu perguntei para v rios deles depois da reuni„o: "O que ‚ que teria interessado mais a vocˆs: a tese sobre o Nixon na China, ou se um gato entrasse por um daqueles basculantes que havia l , e pulasse em cima de minha mesa?"
®USP¯®MDBO¯Todos foram unƒnimes em dizer que lhes interessaria mais o gato.®MDNM¯
®USP¯E ent„o era preciso algo de novo. Come‡a a Providˆncia a atender essa crise fazendo entrar os enjolras. E fazendo com que os enjolras tivessem a necessidade dos ˆremos. E que os ˆremos aparecessem com uma vida nova dentro da TFP brasileira, ®MDBO¯desgastada®MDNM¯. [...]
®USP¯Agora, fundados os ˆremos, a aten‡„o de todos voltou-se muito mais para a vida erem¡tica, para essas coisas.
®USP¯E para que esse fen“meno prosperasse bem, era preciso n„o fazer tanta campanha, tanta encrenca fora durante algum tempo. Primeiro porque n„o resolvia o problema interno da TFP; e em segundo lugar porque para aquilo prosperar bem era preciso que eu estivesse com a minha aten‡„o muito voltada para aquilo, e todos tivessem a aten‡„o voltada para aquilo.
®USP¯Porque isso fez bem para todo mundo. ®MDBO¯E salvou a TFP brasileira®MDNM¯ Ä mas em boa parte a TFP Argentina e outras TFPs Ä ®MDBO¯de um verdadeiro desfazimento em p¢®MDNM¯, a funda‡„o dos ˆremos. [...]
®USP¯Foi uma altera‡„o de ritmos, orgƒnica, conforme as circunstƒncias da luta.ÿ20[...](®FN1 Despacho Argentina de 31/10/90.¯)
®USP¯E o Jo„o Cl  tem sob a sua dire‡„o os ˆremos do Brasil, e o que diz respeito aos ˆremos fora, que s„o os Estados Unidos e a Argentina, ®MDBO¯porque todo o movimento erem¡tico est  sob a al‡ada do Jo„o Cl .®MDNM¯(®FN1 Despacho Argentina de 31/10/90.¯)


®USN¯Nosso Fundador via o movimento de vida consagrada dali resultante como um corpo moral espec¡fico, uma esp‚cie de "fam¡lia de almas" menor dentro da grande "fam¡lia de almas" da TFP:

®USP¯Eu vejo que h  uma diferen‡a entre dois conceitos de "fam¡lia de almas". Um conceito ‚ uma "fam¡lia de almas" constitu¡da [inclusive] pelos que, embora n„o pertencendo … TFP, s„o vinculados a ela pela identidade de m‚todos, de ideais, de metas, e portanto uma certa convergˆncia de a‡„o.
®USP¯E ent„o, nesse sentido, poder-se-ia chamar de uma "fam¡lia de almas". E a "fam¡lia de almas abrangeria tamb‚m os Correspondentes.
®USR¯(Dr.ÿ20Storni: E abrangeria o mundo inteiro.)
®USP¯E abrangeria o mundo inteiro.
®USP¯Seria um sentido da express„o "fam¡lia de almas".
®USP¯Agora, outro sentido da express„o "fam¡lia de almas" seria: as pessoas que dentro da TFP tˆm um ideal especial de levarem uma vida consagrada.
®USR¯(Dr.ÿ20Storni: A¡ est  muito claro. S„o dois conceitos que utilizam a mesma express„o, mas n„o se confundem.)
®USP¯®MDBO¯N„o se confundem®MDNM¯. Querem levar uma vida, portanto, de pessoas consagradas. Estas pessoas n„o constituem uma associa‡„o, constituem uma "fam¡lia de almas" no sentido de que s„o almas mais pr¢ximas umas das outras, animadas por um desejo concˆntrico com o desejo gen‚rico de trabalhar pelo mesmo ideal. Mas s„o uma esp‚cie dentro do gˆnero.(®FN1 Despacho Argentina de 12/11/90.¯)


®USN¯Sob a condu‡„o do Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio, … margem das estruturas estritamente estatut rias, originaram-se tamb‚m outros corpos morais intermedi rios, que mereceram o respeito e a considera‡„o de todos, bem como e aten‡„o sol¡cita do Fundador. Trata-se de grupos naturais constitu¡dos por diversos fatores de afinidade. Os pr¢prios membros do grupo da Martim integraram um grupo que se reunia com o Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio e com outros mais antigos, aos domingos … noite. Entre esses corpos morais, cabe destacar, por exemplo, a Comiss„o de Estudos conhecida entre n¢s como a Hipoteca mineiro-carioca (estabelecida em 1987), ou o grupo da Conversa dos S bados … Noite. Muitos outros poderiam ser igualmente citados.
®USN¯O tecido orgƒnico da TFP desenvolveu-se assim em choque com o mundo neo-pag„o, por des¡gnios da Providˆncia, mediante mo‡”es da gra‡a nascidas no seu ambiente peculiar e pelas respectivas e variadas respostas livremente dadas a estas por seus membros. Nosso Fundador sabia discernir tudo isto, interpret -lo e estimular sua s bia e original institucionaliza‡„o consuetudin ria.

®USP¯Sim, porque a TFP vive muito disso: ‚ fazer as coisas consuetudinariamente, tateando. E as pessoas na medida em que v„o vendo, objetam ou n„o objetam, e assim a coisa vai.
®USP¯H  mil coisas na TFP que se formam consuetudinariamente antes de existirem legalmente. E ®MDBO¯as pessoas adequadas presenciam a constru‡„o®MDNM¯. [...]
®USP¯O que o Cosmin n„o quer aceitar ‚ esse modo consuetudin rio de se constituir aos poucos uma fam¡lia religiosa. [...]
®USP¯Agora, ele tem o esp¡rito jur¡dico muito [de certo tipo] "Faculdade de Direito", do Direito positivo moderno, que limitou a fun‡„o da ®MDRV¯consuetudo®MDNM¯ ao m ximo. E ele vˆ tudo sob esse prisma. Ent„o, o que ‚ constru‡„o consuetudin ria, para ele, ‚ caos.(®FN1 Despacho Argentina de 31/10/90.¯)
®USS¯Os votos nas m„os do Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio
®USN¯O longo e pr¢ximo conv¡vio dos membros do Grupo com o Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio, lhes revelou al‚m de todas estas qualidades, seu tino como diretor espiritual e seu profundo amor de Deus. No contexto destas aspira‡”es … perfei‡„o no seio de nosso movimento, n„o poucos de seus integrantes optamos inclusive por vincular-nos a ele pelo voto privado de obediˆncia, n„o por sua condi‡„o de Presidente do Conselho Nacional da TFP brasileira, mas por ser o fundador da fam¡lia de almas. Muitos dentre estes resolvemos tamb‚m referendar a pr tica do celibato, largamente difundida em nosso meio, mediante a emiss„o de voto privado (ou simples promessa) de castidade perfeita ou de celibato. 
®USN¯Tais votos privados ou simples promessas feitas nas m„os do Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio, ora eram tempor rias, ora teriam dura‡„o at‚ o falecimento dele.
®USS¯Qual a rela‡„o entre os estatutos e as formas privadas de vida religiosa? O parecer de um grande canonista
®USN¯A rica variedade de formas de vida religiosa privada, inteiramente volunt rias, que assim floresceu, n„o prov‚m dos estatutos civis, nem alterou a natureza jur¡dica da TFP enquanto sociedade civil.
®USN¯A tal respeito ‚ altamente elucidativo o parecer do c‚lebre canonista Pe.ÿ20Marcelino Cabreros de Anta, solicitado pelo Senhor Doutor Plinio:

®USP¯®MDRV¯Una persona que profese la perfecci¢n privadamente puede pertenecer a cualquier sociedad civil.
®USP¯®MDRV¯Las referidas categor¡as y sectores (de los que tienen promesa, llamados, los "remos" y "Cam ldulas") no fueron creadas ni son exigidas por la TFP. Antes nacieron por un consenso de sus miembros, de la misma manera que, si unos laicos se uniesen para la celebraci¢n de un acto cultural o religioso, continuar¡an siendo seculares antes, durante e despu‚s del acto. La existˆncia de esas categor¡as y sectores en la TFP proviene de una aspiraci¢n natural de algunos de sus miembros a la perfecci¢n, o a formas especiales de ‚sta; coincidiendo, de esta manera, en un plano m s elevado, varios de ellos que buscan la perfecci¢n o procuran una forma m s concreta y m s definida de perfecci¢n, se reunen y se afirman para la ejecuci¢n de su fin espec¡fico que es conforme con la TFP, pero que no es exigido por la instituci¢n.
®USP¯®MDRV¯Esas casas de estudio y formaci¢n (llamadas, en el lenguaje dom‚stico de la TFP: "remos" y "Cam ldulas") sabemos, Ä por el "status questionis" de la consulta anterior, de 29 de mayo del presente a¤o y por el de la presente Ä que no tiene la forma caracter¡stica esencial de un Instituto Secular, lo que no impide, de ninguna forma, la perfecci¢n en la meta e en los medios. [...]
®USP¯®MDRV¯Conviene que entendamos bien que, apesar de en esas casas llevarse una forma de vida un poco parecida con la claustral, sin embargo no se trata de un Instituto Secular, y menos a£n de una Orden Religiosa. Tr tase, esto s¡, de una simple asociaci¢n de fieles, a£nque algunos de ellos tengan votos privados, otros se dediquen a los estudios, con formas de vida que, incluso dentro del estado laico, son buenas. [...]
®USP¯®MDRV¯La TFP no constituye un Instituto Secular, ni "de jure", ni de hecho, e interesa que no siga esa v¡a de semejanza.®MDNM¯
®USS¯As hierarquias naturais e morais pr¢prias … fam¡lia de almas
®USN¯Ao longo de todo este crescimento orgƒnico dentro da fam¡lia de almas, estabeleceu-se uma hierarquia de mando moral e de influˆncias consuetudin rias, inteiramente consolidadas, chamadas por voca‡„o a conduzir ou orientar os diversos corpos morais que foram constituindo-se sob o olhar do Fundador. O m ximo detentor da autoridade na fam¡lia de almas, foi o Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio durante a sua vida, por ser o Fundador e por sua miss„o providencial inteiramente excepcional. Cada membro do grupo estabelecia com ele um v¡nculo pessoal, pelo mero fato de ser Fundador, pondo-se sob sua prote‡„o e respeitando sua autoridade. O mesmo, guardadas as propor‡”es, se dava com algumas autoridades interpostas entre o Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio e os membros da fam¡lia de almas, por indica‡„o do Fundador e com o consentimento dos respectivos dirigidos.
®USN¯Essas autoridades intermedi rias da fam¡lia de almas tˆm uma importƒncia …s vezes fundamental para a continua‡„o da obra do Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio, como ele mesmo reconheceu. Est„o elas fundadas sobre a autoridade fundacional dele e o consenso t cito ou expresso dos membros do grupo. E mesmo depois de ter falecido nosso Pai e Fundador, essas autoridades morais devem gozar do mando, do prest¡gio, da honra e da leg¡tima liberdade apost¢lica necess ria para o exerc¡cio de seu mandato. Sobretudo, tendo em considera‡„o que ele n„o deixou ningu‚m que lhe sucedesse na m xima lideran‡a da fam¡lia de almas.
®USN¯Criava-se assim uma esp‚cie de rela‡„o contratual e privada entre os s£ditos e as autoridades morais livremente aceitas, baseada em raz”es de foro ¡ntimo, tais como o comum grau e a escola de aspira‡„o … perfei‡„o, em fun‡„o da uni„o com o Fundador e aprovada por este. Nela n„o poderiam interferir, arbitrariamente, terceiros alheios ao corpo moral assim constitu¡do.
®USN¯Como poderiam, por exemplo, os detentores dos cargos estatut rios querer extrapolar dos limites de suas prerrogativas espec¡ficas para intervir nesse relacionamento privado entre os membros da TFP e suas autoridades respectivas, na fam¡lia de almas?
®USN¯Segundo o direito natural e a doutrina cat¢lica, o estabelecimento deste gˆnero de autoridades em uma livre associa‡„o de fi‚is de car ter particular e sem reconhecimento can“nico (uma "Consociatio privata") ‚ uma decis„o que diz respeito ao foro interno das consciˆncias, …s aspira‡”es pessoais … perfei‡„o e …s mo‡”es internas da gra‡a, e n„o pode deixar de contemplar, de um ou de outro modo, a anuˆncia do pr¢prios dirigidos.
®USN¯Tendo em vista o aspecto "associa‡„o particular de fi‚is" que a TFP, desenvolveu, e mais ainda suas formas especiais de vida como as dos "ˆremos" e "cam ldulas", aplica-se a ela, por analogia, o que acontece nas Ordens e Congrega‡”es religiosas reconhecidas canonicamente: nestas ‚ necess ria a elei‡„o dos superiores pelas respectivas comunidades, realizada por diversas formas de representa‡„o ou de consenso, e inclusive por escrut¡nio entre os membros do instituto, conforme as respectivas Constitui‡”es.
®USN¯Isso n„o contradiz de modo algum os ideais antiigualit rios defendidos pela TFP, nem a origem divina do poder. Trata-se simplesmente de uma aplica‡„o do que ensina a Igreja a respeito da faculdade das sociedades, seja no plano temporal como no espiri~tual, de determinar, em concreto, as formas de seu governo e conforme o caso indicar os pr¢prios governantes.
®USN¯Cumpre, a tal respeito, recordar aqui o que afirma o Papa Le„o XIII em rela‡„o a qualquer governo: ®MDRV¯"Nenhum homem tem em si mesmo o direito de sujeitar a vontade livre dos demais com os v¡nculos deste imp‚rio. Deus, criador e governador de todas as coisas, ‚ o £nico que tem este poder"®MDNM¯(®FN1 ®MDRV¯"Diuturnum illud"®MDNM¯, II, 7, BAC, Doctrina Pontificia, Documentos Pol¡ticos, Madrid, 1958.¯). Assim, a imposi‡„o unilateral de uma autoridade por parte de algu‚m constituiria um ato arbitr rio e tirƒnico, sem validade alguma. Tal imposi‡„o representaria uma violˆncia pecaminosa, contr ria n„o s¢ …s leis can“nicas como tamb‚m …s civis.
®USS¯Defasagem dos estatutos em rela‡„o … realidade atual
®USN¯Esta original e matizada contextura consuetudin ria ‚ muito mais nobre e essencial do que a realidade estatut ria civil da TFP brasileira e representa uma imensa e preciosa heran‡a que nos deixou nosso Pai e Fundador.  uma realidade que ultrapassa de muito aquilo que no presente est  contido nos estatutos. Ignorar essa realidade ou pretender alter -la arbitr ria e de modo abusivo, seria favorecer a destrui‡„o de um tecido orgƒnico, constitu¡do ao longo de d‚cadas. Intervir de forma ditatorial em nossos corpos morais, de fora para dentro, seria golpear a fundo a vida de muitas centenas de pessoas que resolveram voluntariamente dedicar toda a sua vida, para a defesa dos altos ideais que nos unem.
®USN¯Ningu‚m, dentro ou fora das fileiras da TFP, tem direito de fazer isto:

®USP¯A forma‡„o da "fam¡lia de almas" vista assim, ‚ de Direito Natural. E a sociedade atenta contra esse Direito Natural quando ela cria circunstƒncias em que esses v¡nculos de alma profundos n„o se formam.(®FN1 Despacho Argentina de 21/11/90.¯)


®USN¯A mencionada defasagem entre os estatutos e a realidade viva era sobejamente compensada, em vida de nosso Fundador, pelas carater¡sticas inteiramente exepcionais de sua personalidade e de sua miss„o. Nele se reuniam, simultaneamente, a condi‡„o estatut ria de Presidente do Conselho Nacional da TFP brasileira e a de Fundador e mentor espiritual providencial de nossa fam¡lia de almas no Brasil e no mundo. Seus dons naturais e sobrenaturais, a grandeza rutilante de sua personalidade, suas virtudes e sua voca‡„o de homem providencial reconhecida por todos, a singular sabedoria e paternalidade de seu governo, seu constante empenho em sondar os anseios dos membros da TFP, em ouvi-los para a condu‡„o dos interesses gerais, enfim, faziam incidir nele a confian‡a irrestrita dos s¢cios e cooperadores da TFP. Isto lhe permitia suprir as carˆncias estatut rias …s quais, em vida dele, ningu‚m dava importƒncia.
®USN¯Os estatutos foram concebidos numa ‚poca em que essa multiplicidade de aspectos n„o era t„o n¡tida aos olhos de todos. Refletem eles apenas aquelas caracter¡sticas pr¢prias a uma entidade cultural e c¡vica, como s„o outras tantas, e n„o a complexa realidade que envolve a TFP, ®MDRV¯in concreto®MDNM¯. Essa entidade ®MDRV¯sui generis®MDNM¯ podia, entretanto, conviver com os ditos estatutos gra‡as … sapiencial e equilibrada a‡„o harmonizadora do Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio, com a ampla liberdade que dava aos indiv¡duos e aos setores.
®USN¯Estando vivo o Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio Ä no qual conflu¡am as duas autoridades: a estatut ria e a de fundador, portanto a de influˆncia Ä, a letra fria dos estatutos era suplantada pelos usos e costumes da "fam¡lia de almas". Hoje, este fato n„o mais se verifica pois, nem o Conselho Nacional, e menos ainda os assim chamados "provectos", possuem a influˆncia do Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio, sua for‡a moral, seus dons, etc.
®USS¯A hierarquia estatut ria extravasa os seus limites de mando
®USN¯Ora, os que assumiram a diretoria atual da TFP, pareceram ignorar completamente este conjunto de realidades orgƒnicas e o esp¡rito e as doutrinas desenvolvidas pelo Fundador a respeito, em consonƒncia com o pensamento cat¢lico. Do contr rio seria natural que, ap¢s o doloroso 3 de outubro de 1995, os membros da Martim que, como vimos, tinham perdido sua antiga lideran‡a natural na nossa fam¡lia de almas, pelo menos n„o se precipitassem a assumir uma atitude de dire‡„o, ainda que a letra dos estatutos o permitisse.
®USN¯Procedeu-se a uma elei‡„o para preenchimento do cargo de vice-presidente da associa‡„o civil, com poderes de presidente. Baseando-se numa cl usula dos estatutos completamente defasada, foram admitidos como eleitores apenas os s¢cios-fundadores, em n£mero de 8 (oito!), mais um s¢cio efetivo, que ocupava cargo de diretor da DAFN, ficando injustamente alijados do processo mais de cento e cinqenta s¢cios da entidade os quais, em muitos casos, eram muito mais ligados ao governo da nossa associa‡„o do que alguns dos eleitores. Postos de lado tamb‚m foram centenas de cooperadores, muitos dos quais dedicam seu tempo integral … causa contra-revolucion ria.
®USN¯O vice-presidente eleito, bem como outros diretores da sociedade civil passaram a interferir dos mais variados modos na vida da sociedade, extrapolando o estabelecido pelos estatutos, causando transtornos, desaven‡as e disc¢rdia entre os membros do Grupo.
®USN¯Al‚m disso, um n£mero muito grande de membros da TFP n„o reconhecem esses dirigentes estatut rios como seus l¡deres naturais. Tamb‚m temem pelo futuro da entidade, pois n„o vˆem nos dirigentes eleitos a capacidade de conduzir a associa‡„o para o fim pelo qual entregaram toda a sua vida.
®USN¯De outro lado, ao contr rio dos princ¡pios e m‚todos de governo defendidos pelo Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio, antes expostos, que permitem uma participa‡„o de todos os membros nos destinos da TFP, por meio de um harmonioso consenso cat¢lico que em nada contunde o princ¡pio hier rquico, esses mesmos dirigentes cessaram completamente as consultas …s bases naquilo que lhes diz respeito diretamente. Por exemplo, o lan‡amento de campanhas que representem riscos para a vida privada de cada membro da associa‡„o, a designa‡„o de novos ocupantes para cargos de lideran‡a que n„o dependem dos estatutos, precisariam ser comunicados com antecedˆncia e n„o postos em pr tica antes de se ouvir os subordinados. Os atuais diretores chegam mesmo a utilizar-se de press”es econ“micas para imporem seus pontos de vista. Pode-se dizer que exercem o governo interno exatamente da forma absolutista rejeitada tantas vezes pelo Fundador e pelo Grupo. N„o ‚ exagerado afirmarmos que os atuais dirigentes estatut rios da TFP est„o constituindo uma verdadeira casta, fechada em si mesma, e que delibera em segredo.
®USS¯Uma urgente solu‡„o
®USN¯Encontrando-se, portanto, a TFP num impasse que tolhe seu pleno funcionamento e constitui preju¡zo para a vida particular de muitos de seus componentes, torna-se urgente a ado‡„o de procedimentos para uma solu‡„o justa dos problemas surgidos. Assim, ‚ indispens vel:
®USN¯Ä Que a autoridade estatut ria n„o interfira abusivamente naquilo que extrapole sua al‡ada, ou seja:
®USN¯1§. que n„o impe‡a o funcionamento normal do circuito consuetudin rio de autoridades e influˆncias, consolidado ao longo dos anos em suas variegadas matiza‡”es, tal como se encontrava no momento do falecimento de nosso Pai e Fundador, deixando que a pr¢pria realidade das coisas e as claras manifesta‡”es dos anseios de todos sugiram as modifica‡”es que as circunstƒncias indiquem.
®USN¯2§. que n„o ditem normas atentat¢rias aos direitos fundamentais, tanto os contemplados pelas leis de Deus e dos homens, quanto os decorrentes dos costumes estabelecidos no Grupo.
®USN¯Ä Haver inclusive no ƒmbito estatut rio um governo mais aberto, … maneira de um Conselho Maior, e nunca totalit rio, em que o conjunto possa fazer ouvir, de modo orgƒnico, sua voz nas decis”es de importƒncia. E isto estaria muito mais conforme com o desenvolvimento atual da TFP e sua original natureza mista enquanto sociedade civil e fam¡lia de almas. 
®USN¯Tal forma de governo ‚ inteiramente conforme com a doutrina cat¢lica e nosso devotamento … ordem hier rquica numa institui‡„o da natureza peculiar da nossa. Pois at‚ numa ordem t„o mon rquica quanto a dos beneditinos, os mais jovens s„o chamados a se pronunciar nas decis”es de importƒncia(®FN1 Este s bio proceder ‚ consagrado pela tradi‡„o das Ordens religiosas, a qual ‚ aplic vel aqui, por analogia, … nossa condi‡„o de ®MDRV¯consociatio privata®MDNM¯. Uma regra t„o antiga e santa como a do grande S„o Bento, matriz deÿ20muitas outras, que d  aos beneditinos uma constitui‡„o nitidamente mon rquica, estipula, por exemplo textualmente: "Sempre que for necess rio tratar de assuntos de importƒncia no mosteiro, o abade deve convocar toda a comunidade e expor, ele mesmo, do que se trata. E tendo ouvido o conselho dos monges, examin -lo ele pr¢prio, e fazer o que julgar mais £til. E dizemos que sejam ®MDBO¯todos®MDNM¯ chamados a conselho, ®MDBO¯porque freqentemente revela Deus a um jovem o que ‚ melhor®MDNM¯. [...] Mas se tiverem que tratar de coisas de menos importƒncia para a utilidade do mosteiro, pe‡a conselho unicamente aos anci„os, conforme est  escrito:®MDRV¯ Faz tudo com conselho, e depois de tˆ-lo feito, n„o te arrependas.®MDNM¯" [Cunill, Dom Odilon M., "San Benito, Su Vida y Su Regla", Madrid, BAC, 1954, p. 335-339#¯).