®OF10¯®PL58,61,50¯®TP0¯®BT1¯®PT113¯®LM2¯®RM63¯®IP5¯®JU¯®LS1.3¯®LL.2¯®WD2¯®OP2¯®SSN,pt=113,ju,fl,ll=0.25,ip=5,md=nm¯®SSAST,fc¯®SSP,pt=52,lm=13,ju,fl,ls=1.25,ll=0.25,ip=2,md=nm¯®SSL,pt=42,lm=13,ju,fl,ls=1.25,ll=0.25,ip=2,md=nm¯®SSPR,pt=52,lm=13,fr,ls=1.25,ll=0.25,ip=2,md=nm¯®SSLR,pt=42,lm=13,fr,ls=1.25,ll=0.25,ip=2,md=nm¯®SSPC,pt=52,lm=13,fc,ls=1.25,ll=0.25,ip=2,md=nm¯®SSLC,pt=42,lm=13,fc,ls=1.25,ll=0.25,ip=2,md=nm¯®SSS,pt=93,nj,ls=1.5,ip=0,2,ll=.15,rm=50,md=bo,hy=0¯®SSS1,pt=114,nj,fl,ip=0,2,lm=13,ll=.15,rm=46,md=rv,hy=0,al=1¯®SSS2,pt=113,nj,fl,ip=0,2,ll=.15,rm=36,md=bo,hy=0,al=1¯®SSE,pt=111,nj,ll=0.25,ip=0,0,lm=33,md=rv¯®SSR,pt=51,lm=13,ju,fl,ls=1.25,ll=0.25,ip=5,md=rv¯®SSA,pt=112,ju,fl,ll=0.25,ip=5,md=rv¯®SSDATA,pt=113,nj,fl,ll=0.25,ip=0,md=rv¯®SSC,pt=118,nj,ip=0,fc,ls=1.5,ll=.4,lm=8,rm=57,md=bo,hy=0,al=1¯®SSCC,pt=118,nj,ip=0,fc,ls=1.5,ll=.4,lm=8,rm=57,md=bo,hy=0,al=1¯
®USC¯Cap¡tulo IX
®USCC¯A perda progressiva da lideran‡a®LBcap-9#¯
®USS¯Um processo de "mundaniza‡„o"®MDBO¯
®USN¯®MDBO¯Depois de conhecer os coment rios que acabamos de ver, de nosso Pai e Fundador, fica-nos claro um aspecto fundamental e®MDNM¯ lament vel da trajet¢ria dos membros da Martim ~Ä a outros t¡tulos t„o merit¢ria Ä dentro da hist¢ria da TFP.
®USN¯Resumindo o cerne da quest„o, podemos dizer que no per¡odo dos chamados milagres econ“micos deu-se in¡cio, entre os mais velhos do Grupo, a um movimento de perda de fervor. Esse movimento tendia a procurar algum meio termo entre o ideal de cavalaria cat¢lica, que inspira nossa luta ideol¢gica, e o gozo da vida, encarnado no tipo humano dos homens realizados nos neg¢cios e na sociedade cada vez mais neo-paganizada.
®USN¯A conseqˆncia disso foi um processo de amolecimento, tendente … relativiza‡„o Ä n„o na doutrina, gra‡as a Deus, mas sim na pr tica Ä do ideal para o qual apontava nosso Fundador e Modelo.
®USN¯Essa situa‡„o influenciou e prejudicou boa parte dos membros da TFP da gera‡„o seguinte, precisamente aqueles que, na ‚poca, consolidavam uma vida de entrega … voca‡„o. N„o faltaram admoesta‡”es de nosso Pai e Fundador a esse respeito, inclusive em reuni”es gerais.
®USN¯Um dos s¡mbolos desse processo de decadˆncia ficou sendo, entre todos n¢s, a fazenda-clube de Amparo (antes de se tornar uma sede de recolhimento e estudo), que tantas vezes foi assinalada pelo Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio como paradigma da "mundaniza‡„o" que penetrara na TFP, principalmente a partir dos mais velhos.
®USN¯Esse mal, que prejudicou a entrega e dedica‡„o de tantos de n¢s, infelizmente n„o foi extirpado da alma deles, como vimos pelas considera‡”es tecidas por nosso Fundador no fim da vida, e continua a produzir crescentes males, como pude mostrar ao longo deste trabalho.
®USS¯A perda progressiva da lideran‡a®MDBO¯
®USN¯Como principais afetados pelo processo de decadˆncia acima descrito, os membros da Martim, chamados a exercer fun‡”es de mando por sua idade e condi‡„o aristocr tica, acabaram por perder na TFP, se n„o o respeito de que eram merecedores a outros t¡tulos, a lideran‡a que lhes era natural.
®USN¯A devasta‡„o que a tendˆncia mundanizante produziu em importantes  reas de nossa "fam¡lia de almas" levou nosso Fundador a oferecer-se a Nossa Senhora, na noite de 1§ de fevereiro de 1975, como v¡tima expiat¢ria. Menos de quarenta e oito horas depois foi colhido seu holocausto com o terr¡vel desastre de autom¢vel na estrada de Jundia¡, que t„o duras conseqˆncias teve para ele.
®USN¯Tudo isto ‚ hoje, nas suas linhas gerais, do conhecimento do conjunto da TFP.
®USN¯Desde 1975 at‚ as v‚speras do falecimento de nosso inesquec¡vel Pai e Fundador, os cinco membros da Martim foram perdendo quase toda a proje‡„o e influˆncia antiga no governo geral da "fam¡lia de almas" da TFP. Exerceram desde ent„o apenas fun‡”es dignas e at‚ importantes, mas circunscritas a determinados setores, j  n„o participando ativamente da condu‡„o geral do movimento ao lado do Fundador, embora o Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio mantivesse para com eles a nobre intimidade de trato e o destaque protocolar com que sempre os distinguiu. Isto tanto ‚ assim que o pr¢prio Dr.ÿ20Eduardo Brotero reconheceu, em janeiro de 1996, ter estado completamente alheio a um assunto, entretanto, da m xima importƒncia para as TFPs do mundo inteiro: o caso do estrondo de D. Corso (julho de 1995). Foi ele mesmo quem o contou numa reuni„o plen ria:

®USP¯Com a gra‡a de Nossa Senhora, eu tive muito conv¡vio com o Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio. ñs vezes duas vezes por dia, trˆs vezes. No almo‡o, muitas vezes no jantar, depois no "boa noite".
®USP¯O Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio trabalhou Ä creio que o Sr.ÿ20Andr‚ pode dizer Ä na refuta‡„o … carta do Mons. Corso. ®MDBO¯Eu n„o fiquei sabendo de nada®MDNM¯. Porque ®MDBO¯nos momentos em que eu estava com o Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio, este assunto era vedado. Ele n„o tratava disto. A tem tica n„o tive conhecimento. Estou certo que muitos n„o tiveram conhecimento. Eu fiquei conhecendo aqui [no audit¢rio] quando foram proclamados®MDNM¯.
®USP¯O Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio era ex¡mio neste ponto, quer dizer, na hora da refei‡„o n„o se trata de assunto de trabalho, sobretudo desse tipo de trabalho. Ele concedia, …s vezes, tratava alguns assuntos gaveta, nas refei‡”es, mas um assunto s‚rio [de trabalho], absolutamente, o Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio n„o tratava. Era um tema, de fato, proibido.(®FN1 Reuni„o do Dr.ÿ20Eduardo Brotero no Audit¢rio de Nossa Senhora Auxiliadora de 23/1/96.¯)


®USN¯Vˆ-se por esse exemplo, um entre tantos outros, como a situa‡„o de alheamento dos membros da Martim quanto … dire‡„o geral dos assuntos da Causa atingia seu auge precisamente nos meses que antecederam o falecimento de nosso Pai e Fundador.
®USN¯Outro dado ilustrativo da mudan‡a de sua situa‡„o vem do fato de que, tendo as fileiras da TFP se renovado intensamente desde o desastre de autom¢vel do Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio, a grande maioria dos membros que entraram depois de 1975 n„o se formou sob a influˆncia do Grupo da Martim.  poss¡vel at‚ que, dos mais novos, muitos nem os saibam identificar bem.
®USS¯O nascimento da mentalidade de casta®MDBO¯
®USN¯Neste contexto, os mais velhos da Martim, em lugar de se esfor‡arem por readquirir, pela dedica‡„o e entusiasmo, uma parte ao menos de sua antiga lideran‡a, passaram a ver com distƒncia e at‚, …s vezes, com ressentimento, o ardor e a abnega‡„o dos mais novos e a considera‡„o que votavam …s novas lideran‡as. E adquiriram uma mentalidade de casta fechada sobre si, no fundo, profundamente inconforme com o segundo plano a que seu estado de esp¡rito os relegou. Mentalidade semelhante … de certas elites tradi~cionais mundanizadas, que n„o se mantˆm … altura da sua miss„o de dedica‡„o ao bem comum, e, ao mesmo tempo, satisfeitas na sua decadˆncia, se recusam pertinazmente a aceitar a ascens„o leg¡tima de valores novos e autˆnticos.
®USN¯Nunca foi segredo para ningu‚m, nem mesmo fora de nossas fileiras, a grande considera‡„o que todos na TFP tributam aos membros da nobreza e das elites tradicionais an logas, e ao papel ¡mpar que devem desempenhar na sociedade humana e em nossa pr¢pria entidade, conforme a natureza das coisas, os des¡gnios da Providˆncia e a resposta … gra‡a. Vemos com alegria, ali s, que tantos irm„os nossos de voca‡„o, filhos de boas fam¡lias, se esfor‡am por estar na primeira linha do fervor e da dedica‡„o ou, pelo menos, do apoio aos mais fervorosos.
®USN¯Mas falei em elite decadente que deriva em casta fechada. Gostaria de chamar a aten‡„o a esse respeito para um ponto tratado por nosso Pai e Fundador em seu livro sobre a Nobreza. Depois de explicar a prudente e muito matizada entrada de elementos novos e a lenta depura‡„o dos decadentes, que se deve operar nas elites tradicionais de uma sociedade, transcreve palavras do Cardeal Herrera Oria na obra ®MDRV¯Verbum Vitae®MDNM¯:

®USP¯Sendo a aristocracia elemento necess rio de uma sociedade bem constitu¡da, parece natural, como princ¡pio pr tico, que se salvem as aristocracias hist¢ricas, as quais normalmente conservam grandes virtudes; e que ao mesmo tempo se criem outras aristocracias.
®USP¯A aristocracia n„o pode ser fechada. Uma aristocracia fechada torna-se casta, que ‚ a ant¡tese da aristocracia, porque a casta como tal n„o conhece o princ¡pio da caridade, que ‚ a alma da aristocracia.
®USP¯Infelizmente, n„o poucas vezes o v¡rus mundano, ao infiltrar-se nos meios aristocr ticos, transforma os mesmos em c¡rculos fechados.
®USP¯O grande problema moderno neste campo ‚ precisamente refazer as classes aristocr ticas e criar novas formas de aristocracia.(®FN1 Mons. Herrera Oria, Bispo de M laga, ®MDRV¯Verbum Vitae Ä La Palabra de Cristo®MDNM¯, tomo III, BAC, Madrid, 1953-59, p. 720-724.¯)


®USN¯Logo ap¢s transcrever estas palavras, o Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio acrescenta:

®USP¯Parte da¡ uma quest„o: se uma aristocracia est  deca¡da, e os seus membros j  n„o s„o os melhores, mas os piores, o que fazer?
®USP¯Seria preciso criar novas classes aristocr ticas, sem omitir que se fa‡a o poss¡vel para reabilitar a aristocracia antiga. Mas fica entendido que se esta n„o se deixa reerguer, conv‚m n„o pensar mais nela.
®USP¯Se a aristocracia degenera, compete ao corpo social engendrar alguma outra solu‡„o, o que ele far  procurando Ä o mais das vezes instintiva e consuetudinariamente Ä o apoio dos elementos sadios que o comp”em.
®USP¯Falamos em "instintivamente" porque, para as situa‡”es de emergˆncia como esta, o bom senso e as qualidades do povo habitualmente podem mais do que os planos, se bem que por vezes brilhantes e sedutores, de sonhadores ou burocratas construtores de "para¡sos" e "utopias".(®FN1 Plinio Corrˆa de Oliveira, ®MDRV¯Nobreza e Elites tradicionais an logas®MDNM¯, p. 250.¯)


®USN¯Naturalmente ao tecer todos esses coment rios n„o postulo que se apliquem literalmente ao conflito que analiso. Servem, entretanto, de elucidativo ponto de referˆncia na triste situa‡„o por que passa a TFP.
®USN¯Nosso Pai e Fundador, na sua inquebrant vel coerˆncia, agia como pensava, e durante sua longa vida fez valer este princ¡pio. Ante a incorrespondˆncia dos mais velhos … miss„o de lideran‡a que lhes incumbia, estimulou nas novas levas de membros do Grupo a vitalidade e o desvelo pela Causa, de sorte a constituir uma outra lideran‡a interna, baseada no fervor e na compenetra‡„o pelos ideais da Contra-Revolu‡„o. Ao mesmo tempo procurava debalde um modo de reverter o processo de decadˆncia dos mais antigos. O coment rio seguinte mostra esse esfor‡o incans vel dele e a constata‡„o do ®MDRV¯rifiuto®MDNM¯:

®USP¯De vez em quando sai uma [reuni„o recebida com entusiasmo por todo o audit¢rio]. Mas poderia ser muito mais. Mas aqui ®MDBO¯seria preciso que houvesse da parte daqueles a quem eu me dirijo, que eles estivessem postos no quadro, que houvesse um cen rio, e que houvesse da parte deles uma receptividade que desse ocasi„o para que uma labareda dessa fosse apresentada®MDNM¯.
®USP¯ uma das "n" benemerˆncias do Jo„o, estar nisso: os "¢¢¢s" aquela coisa toda...
®USP¯Ainda hoje o Luizinho... acabou a reuni„o, e ele como de costume foi para a minha cabine. E l  come‡amos a conversar e eu disse a ele...
®USP¯Ele me disse que a reuni„o tinha estado muito boa, etc. Eu disse:
®USP¯Ä Luizinho, agora vocˆ se ponha bem nesta posi‡„o: ®MDBO¯se houvesse apenas gente como vocˆs e com o modo de ser de vocˆs, vocˆ j  imaginou esse audit¢rio cheio de gente como vocˆs, se podia sair essa reuni„o?®MDNM¯
®USR¯(Sr.ÿ20Guerreiro: ®MDBR¯Sa¡a oposi‡„o grossa®MDRV¯.)
®USP¯®MDBO¯Isso. Sai t‚dio, sono, gente que levanta para ir fumar um pouco l  fora e voltar. Enquanto est„o fumando fora, conversam, d„o risada que repercute dentro da sala. Depois voltam, antes de sentar um faz um adeuzinho para outro e indica a porta por onde v„o sair da pr¢xima vez®MDNM¯, etc.
®USP¯®MDBO¯Agora, ‚ poss¡vel falar de convoca‡„o de cruzada num ambiente desse?®MDNM¯
®USR¯(Sr.ÿ20Gonzalo: E o Sr.ÿ20Jo„o teve que mandar calar as pessoas. Ele mandou uma palavra de ordem para que todo o mundo ficasse quieto. "A las" tantas, depois da reuni„o n„o teve mais "¢¢o!" nem "fenomenais", n„o sei se o senhor notou.)
®USP¯N„o, n„o notei.
®USP¯Ele mandou calar porque as pessoas estavam conversando?
®USR¯(Sr.ÿ20Gonzalo: N„o, n„o, porque estava dando problema em alguns que o senhor imagina quem seriam. Uma coisa "de lo £ltimo".)
®USP¯Mas ‚ isso.(®FN1 CSN de 13/8/94.¯)
®USS¯Como deveria ter-se continuado o governo na TFP
®USN¯Tendo em vista todas essas circunstƒncias, era natural que, ap¢s 3 de outubro de 1995, os membros da Martim n„o se precipitassem em assumir uma atitude de dire‡„o, ainda que a isso conduzissem, mais ou menos automaticamente, os estatutos da TFP brasileira. Estatutos obsoletos, conforme veremos oportunamente.
®USN¯A natureza da TFP e sua realidade orgƒnica interna pedia aos mais velhos que parassem e refletissem atentamente antes de agir como agiram. Pedia sobretudo que, humildemente, reconhecessem as lideran‡as apoiadas amplamente por nosso Fundador, cujo papel, depois do seu falecimento, era capital aos olhos de todos. D¢i-nos dizer: os membros da Martim n„o o fizeram, ou, pelo visto, fizeram-no apenas pr¢-forma (ver p. ®REPum-jc#¯, cap. VII).
®USN¯®MDBO¯Antes de mais nada, era imprescind¡vel que a continuidade do governo da Obra do Sr.ÿ20Dr.ÿ20Plinio levasse em conta a dupla realidade da TFP enquanto sociedade civil e fam¡lia de almas. Por sua vez, isto importava em procurar adequar os limites estreitos e peremptos dos antigos estatutos civis ao extraordin rio desenvolvimento religioso e institucional de nossa fam¡lia de almas.
®USN¯Mais ainda: era preciso estabelecer, com a clara participa‡„o do conjunto dos membros das TFPs, mecanismos de lideran‡a destinados a coordenar a nossa vasta "fam¡lia de almas".
®USN¯Posta a complexidade dessa dupla realidade da TFP, a escolha da nova diretoria estatut ria da TFP brasileira definiu apenas parte da quest„o.
®USN¯Se tal designa‡„o da diretoria da mais antiga das TFPs somou-se a um certo ascendente hist¢rico-moral que ainda restava aos membros da Martim, de modo algum outorgou a eles qualquer tipo de autoridade jurisdicional sobre as outras TFPs coirm„s e aut“nomas. Como tamb‚m, a dire‡„o estatut ria da TFP brasileira n„o confere por si mesma, como mostrei no cap. VI, a dire‡„o sobre os membros da nossa "fam¡lia de almas" no mundo, nem mesmo no Brasil.
®USN¯A completa falta de sensibilidade a esses fatos e a mentalidade de casta pr¢pria … uma elite decadente levou os membros da Martim a se auto-nomearem e estabelecerem-se como um "Conselho Supremo" inapel vel, cujo feitio, em tudo e por tudo, contradiz da maneira mais completa o esp¡rito e a doutrina de nosso Pai e Fundador em mat‚ria de governo e de constitui‡„o orgƒnica das sociedades numa Civiliza‡„o Crist„.